<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7792421741724370008</id><updated>2012-02-03T17:42:23.353-02:00</updated><title type='text'>Observar e absorver</title><subtitle type='html'>OBSERVAR E ABSORVER -

Pra falar comigo, arteutil.em@gmail.com

 - Pra ver o trabalho, clique no link abaixo de "Ver o trampo", à direita.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://observareabsorver.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Observar e absorver</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02314866102775937984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-kVY26NUEpvI/TZK1UsnVd2I/AAAAAAAAAuE/qZENa37Ph2w/s220/18%2Bde%2Bmar%25C3%25A7o%2Bde%2B2011%2B025.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>123</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7792421741724370008.post-426323130304545973</id><published>2012-01-31T16:37:00.092-02:00</published><updated>2012-02-02T22:56:26.656-02:00</updated><title type='text'>Complementando Pinheirinho...</title><content type='html'>&lt;div style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Manifesto e abaixo assinado de juristas dirigido à Organização dos Estados Americanos (OEA)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.conjur.com.br/2012-jan-30/pinheirinho-direito-propriedade-atender-funcao-social#_ftn3_8826"&gt;http://www.conjur.com.br/2012-jan-30/pinheirinho-direito-propriedade-atender-funcao-social#_ftn3_8826&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso perdoar a confiança que os juristas têm no sistema. Eles estão enraizados, adequados a uma sociedade à qual não vêem alternativas, a não ser pelos meios do próprio sistema. A meu ver, uma ingenuidade. Mas eu não sou ninguém pra ter crédito como eles. E o que eles estão dizendo é importante demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.conjur.com.br/2012-jan-30/pinheirinho-direito-propriedade-atender-funcao-social"&gt;http://www.conjur.com.br/2012-jan-30/pinheirinho-direito-propriedade-atender-funcao-social&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O texto abaixo é grande e mostra uma enorme quantidade de crimes cometidos contra a população em Pinheirinho, em relatos recolhidos pela Justiça Global, junto com a Rede de Comunidades, o Movimento Contra a Violência e as Brigadas Populares. No mundo inteiro pessoas se solidarizam com os milhares de pessoas vítimas do ataque insano das forças de segurança, bárbara demonstração - como se não estivesse suficientemente demonstrado - do tipo de sociedade em que vivemos, totalmente dominada pelo poder da grana e desse punhado de seres desumanos que se fantasiam de finezas, ostentam excessos, luxos e desperdícios e desprezam toda a população que constrói, mantém e sustenta a sociedade. A mídia, porta-voz dos vampiros, mente, esconde, deturpa. Vivemos na sociedade da escravidão, da exploração, da mentira, da maldade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Uma vergonha pra qualquer pessoa que se considere humana, vergonha de participar dessa coletividade, de aceitar e assumir valores, visões, objetivos e comportamentos programados pra manter tudo como está - concentrando riquezas e poderes para poucos, espalhando miséria, ignorância e sonhos de consumos impossíveis para todos. Vencer na vida, subir na vida, obter confortos, garantias e facilidades, cenouras penduradas na vara em frente ao burro para fazê-lo andar, puxando a carroça - os poucos que conseguem alcançar as cenouras não deixam de ser burros também, apesar de se sentir grosseiramente superiores aos demais e reproduzir os sentimentos de desprezo que os desumanos no poder emanam pela humanidade inteira. Na verdade, são esses estúpidos os primeiros a defender o sistema como é. Como os cães em matilha, arreganham os dentes pro lado da maioria e abanam o rabo diante dos vampiros arrogantes, os controladores do mundo. E se esforçam por servir bem aos seus senhores, assumindo seus valores nojentos e nocivos. Através de bancos, multinacionais, mega-empresas, o poder financeiro se instalou no governo do mundo, nas comunicações midiáticas, fazendo da vida geral um inferno, do mundo um campo de guerra, a finalidade da existência apenas consumir, desfrutar egoisticamente, insensível ao sofrimento da maior parte da família humana. E pra isso, foi preciso convencer coletividades inteiras, transformá-las em consumidores, em contribuintes, em competidores permanentes por "um lugar ao sol".&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Até quando permaneceremos dormindo, submissos a sonhos fabricados, induzidos a valores falsos e vivendo uma angústia, ao invés de uma vida? Isso que vivemos coletivamente não pode se chamar plenamente de vida. É uma tremenda sacanagem, uma falsidade, uma desumanidade.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Esse documento será entregue aos foros internacionais, OEA, ONU e onde mais puder. Sem poder de interferência, ao menos se pode trazer à consciência coletiva, como um despertador pra realidade. Esse é o mundo em que vivemos. Essa é a sociedade que nós constituímos. Apesar do ódio, do rancor e do apoio a estas ações, por parte de alguns, da indiferença de tantos e do sentimento de impotência de outros, ninguém está isento de responsabilidade, assumindo ou não. Todos somos parte dessa família universal e negar apenas demonstra o grau de primitivismo espiritual, de grosseria e inconsciência. As raízes dessa estrutura social foram plantadas no inconsciente coletivo e ela, a estrutura troncha da sociedade, se mantém pelos valores e comportamentos condicionados, competitivos e consumistas que se exercem diariamente. Depende de cada um e de todos mudar isso.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;É só clicar nesse link aí. É de revirar o estômago.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://global.org.br/wp-content/uploads/2012/01/Pinheirinho-um-Relato-Preliminar-da-Viol%C3%AAncia-Institucional.pdf"&gt;http://global.org.br/wp-content/uploads/2012/01/Pinheirinho-um-Relato-Preliminar-da-Viol%C3%AAncia-Institucional.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://global.org.br/wp-content/uploads/2012/01/casa-em-chamas-em-pinheirinho-150x150.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;A ação do Estado&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://global.org.br/wp-content/uploads/2012/01/ana-paula-e-o-que-restou-de-sua-casa-150x150.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;O que restou das casas&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://global.org.br/wp-content/uploads/2012/01/lesoes-150x150.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Bala de borracha&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://global.org.br/wp-content/uploads/2012/01/abrigo-igreja-2-150x150.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;O abandono&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;img src="http://global.org.br/wp-content/uploads/2012/01/abrigo-igreja-150x150.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;Ora bolas, tô cansado desses caras que denunciam passando manteiga. Violação dos direitos humanos... pf. Crimes contra a humanidade. Esses caras (governantes, comandantes e magistrados que ordenam tais ações) são criminosos desumanos, tinham que estar em cana, sendo estudados pra ver como se produzem tais aberrações em nossa sociedade. Filhos da puta, isso sim, jamais poderiam chegar perto de cargos públicos. Não alcançaram o patamar que mereça o nome de humano, e comandam o aparato público de maneira assassina, a favor de uma classezinha de merda que depende inteiramente dos pobres, de serviçais, da exploração e da espoliação das coletividades. Não perdem por esperar, monstros! A humanidade começa a acordar, em meio aos narcóticos de consciência espalhados no varejo. Apesar deles. Chegará o dia em que não haverá um único pobre disposto a serví-los e vocês terão que aprender a limpar sua própria sujeira. Ah, seres desumanos, aboletados na sua falsa fineza, numa superioridade construída em cima de mentiras, controles e induções. Sua hora há de chegar, já desponta no horizonte, já há os que enxergam e a consciência é como uma peste contagiosa que se espalha sem freio. Nada pode deter o curso da história. Não a história de uma vida ou de uma geração, mas a história da humanidade que segue, no dia a dia, pelos séculos afora, em busca de harmonia.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;img height="452" src="http://3.bp.blogspot.com/-H8WzIfnJKsU/TysH1UO2W3I/AAAAAAAABhM/c7etSt93weY/s640/pinheirinhobelomontecolorido.jpg" width="640" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/-E_Z0UEg5rsM/TysJvBDEtEI/AAAAAAAABhU/TIDHyWFGYPs/s640/doacoes-psdb.jpg" /&gt;Olha aí quem manda... e os fantoches políticos servem. Deixemos de ingenuidade. Essa democracia é uma farsa. Nunca houve democracia. Não sabemos o que é uma democracia, nunca vimos uma. O que conhecemos é a truculência do Estado contra os pobres e seu favorecimento aos ricos. Não que o Estado seja criminoso. O que passa é que ele foi seqüestrado pelo poder econômico e, agora, manietado, manipulado, age criminosamente contra o povo brasileiro. Os que levantam os tijolos, fazem as ruas, põem o asfalto, os postes, os fios, as tubulações, fazem a conservação, a manutenção, consertam os vazamentos, desentopem os esgotos, carregam as caixas, atendem nos balcões, abrem as portas, fazem a faxina, a comida, tiram o lixo, cuidam das crianças, lavam roupas, carros, prédios, fazem entregas, consertam o que estraga, pagam proporcionalmente mais impostos, ou seja, além de construírem, mantêm funcionando e ainda sustentam a sociedade via impostos. Basta dar uma estudada no sistema tributário e isso fica claro. E são explorados, sabotados em educação, saúde, na vida em geral, idiotizados por uma mídia maléfica, entorpecente, deformadora da realidade, são desprezados, iludidos, reprimidos, perseguidos, marginalizados e excluídos dos benefícios da tecnologia. Eventualmente, são massacrados, quando ocupam, como em Pinheirinho, espaços falcatruescos, que não pagam impostos, que não se sabe como chegaram à propriedade de bandidos como Naji Nahas, abandonados há anos, ocupados pela população que não vê o Estado cumprir sua constituição na garantia de moradias e condições de vida digna e toma suas atitudes na resolução dos problemas básicos. Há oito anos esse espaço foi ocupado, virou um bairro. A legislação prevê esse direito, mas o controle da coisa pública pela privada move o aparelho público contra o público. E temos que ver a polícia como inimiga da população, atacando de forma bárbara velhos, mulheres, crianças, famílias em pânico, dispersadas, membros assassinados ou desaparecidos. Não há muito o que dizer. Tá na cara, não vê quem não quer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7792421741724370008-426323130304545973?l=observareabsorver.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://observareabsorver.blogspot.com/feeds/426323130304545973/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2012/01/complementando-pinheirinho.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/426323130304545973'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/426323130304545973'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2012/01/complementando-pinheirinho.html' title='Complementando Pinheirinho...'/><author><name>Observar e absorver</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02314866102775937984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-kVY26NUEpvI/TZK1UsnVd2I/AAAAAAAAAuE/qZENa37Ph2w/s220/18%2Bde%2Bmar%25C3%25A7o%2Bde%2B2011%2B025.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-H8WzIfnJKsU/TysH1UO2W3I/AAAAAAAABhM/c7etSt93weY/s72-c/pinheirinhobelomontecolorido.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7792421741724370008.post-744522149516741233</id><published>2012-01-28T15:32:00.008-02:00</published><updated>2012-01-31T00:07:46.677-02:00</updated><title type='text'>Mudar por dentro, pra mudar a sociedade</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Consentimos nessa barbárie social, assumindo os valores incutidos em nosso inconsciente, acreditando na realidade distorcida que nos é apresentada, desejando o que nos é condicionado desejar e nos comportando, mais ou menos explicitamente, como programado nos laboratórios de psicologia cooptada pelo poder econômico e implantado pela mídia comercial. O verdadeiro trabalho revolucionário começa dentro de si mesmo, em cada um. Quem não se dispõe a isso, por orgulho ou outra cegueira, jamais será realmente revolucionário, ao contrário, servirá inconsciente à formação de um cenário de falsa democracia e, no máximo, justificará o incremento das forças de segurança destinadas à contenção de massa, com sua atuação dezarrazoada, virulenta, esporrenta, agressiva, usando a maneira programada de protesto previsível e desejável aos poderosos do sistema. Não é preciso derrubar os opressores, apenas deixar de sustentá-los, de colaborar com eles, consciente ou inconscientemente. E eles cairão, por desamparo.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Li no Correio do Brasil que a relatora especial da ONU sobre o direito à moradia adequada “pediu” às autoridades brasileiras pra encontrar uma “solução pacífica” e se declarou “chocada” com o “uso excessivo da força” na desocupação de Pinheirinho. Daqui da minha insignificância, eu perguntaria à doutora Raquel em que mundo ela vive. Então não é um procedimento comum e freqüente, as forças de segurança serem atiradas pra cima do povo pobre que toma atitudes de emergência por sua conta, ocupando o que é do seu direito moral ou reivindicando do Estado o que é de sua obrigação constitucional e não é cumprido, porque o poder econômico/político não permite? Porta-voz do sistema, a mídia late furiosa e histérica contra qualquer movimento realmente popular, que tenha expressão e conseqüência, como o dos sem terra, dos sem teto, dos trabalhadores desempregados, o pela reforma agrária, o dos atingidos por barragens, o dos povos indígenas que insistem em sobreviver ao genocídio e ao saque secular das suas terras e tantos outros.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&lt;img alt="raquel-rolnik" height="390" src="http://correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/01/raquel-rolnik-300x183.jpg" width="640" /&gt;&lt;a href="http://correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2012/01/raquel-rolnik.jpg"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: none; border-bottom-width: 1pt; border-image: initial; border-left-color: windowtext; border-left-style: none; border-left-width: 1pt; border-right-color: windowtext; border-right-style: none; border-right-width: 1pt; border-top-color: windowtext; border-top-style: none; border-top-width: 1pt; color: #cd1713; font-family: Georgia; font-size: 10.5pt; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; padding-right: 0cm; padding-top: 0cm; text-decoration: none;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="wp-caption-text" style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: center; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Verdana; font-size: 8.5pt;"&gt;A relatora especial das Nações Unidas sobre o direito à moradia adequada, a urbanista brasileira Raquel Rolnik diz que esta chocada com o uso da força&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;As pessoas sem teto sabem muito bem que, ao ocuparem prédios abandonados, correm muito menos risco de violência se forem imóveis públicos. Quando são propriedade privada, mesmo caindo aos pedaços, a desocupação pela polícia é violenta ao extremo, porque a influência raivosa dos proprietários contamina o aparato público de repressão e, como vi no documentário “Atrás da porta” (&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=NDQuRhsr8HI"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=NDQuRhsr8HI&lt;/a&gt;), no aviso de um sargento pras pessoas que se dispunham a sair, “não sai agora não, que a ordem é esculachar”, ou seja, descer a porrada. O traço de humanidade revelado pelo sargento é exceção à regra, mas revelador da disposição do comando em dar o exemplo de terror pros desabrigados, sinal de sujeição ao poder econômico. A propriedade privada é mais sagrada que o ser humano, desde que este seja parte da maioria pobre. A vida que tem valor é a de quem tem patrimônio, tanto mais valor quanto maior o patrimônio. A quem serve o comando das forças de segurança? Pelos fatos, evidentemente, aos que mandam, os grandes empresários, que os revolucionários acadêmicos chamam obscuramente de “o capital”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="220112_pin8" height="395" src="http://www.diarioliberdade.org/archivos/imagenes/0112b/220112_pin8.jpeg" width="640" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;img alt="220112_pin7" height="395" src="http://www.diarioliberdade.org/archivos/imagenes/0112b/220112_pin7.jpeg" width="640" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="220112_pin10" height="395" src="http://www.diarioliberdade.org/archivos/imagenes/0112b/220112_pin10.jpeg" width="640" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Um punhado de indivíduos cercados de empregados por todos os lados, que não sabem nem lavar suas cuecas e calcinhas, não sabem fazer nada além de ordenar, sabotar, controlar e explorar pobres. Eles morreriam à míngua se não tivessem quem os servisse. Ou teriam que aprender o serviço dos seus empregados, idéia inconcebível pra eles. Não é à toa que o ensino é sabotado (longe de ser por incompetência dos políticos), que a mídia é privada e qualquer tentativa de regulação das comunicações é violentamente rejeitada como ataque à liberdade de imprensa (liberdade pra mentir impunemente, na verdade) e qualquer proposta de democratização, liberando rádios e TVs comunitárias, sindicais, de associações, bairros, municípios e escolas é combatida. É preciso - e fundamental - que o povo seja ignorante, desinformado e mero expectador não atuante em sua própria história, para se manter tudo como está, o poder concentrado na mão desse punhado, dessa corja desumana que se acha superior.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;São incontáveis os massacres, as perseguições, as agressões das forças de segurança pra cima da população mais pobre e sabotada em seus direitos constitucionais. Seria exaustivo aqui listar as violências, as ilegalidades, as agressões a movimentos sociais, as falácias jurídicas aplicadas às coletividades, as prisões e assassinatos de lideranças, mesmo depois da ditadura explícita, mesmo a contar do Eldorado dos Carajás, na época do lesa-pátria FHC. Quem vive em comunidade pobre conhece a violência cotidiana, vive sob essa realidade. É muito difícil encontrar nessas comunidades quem já não tenha sido de alguma forma desrespeitado por elementos das forças policiais, quem não tenha parentes, amigos e conhecidos agredidos ou mortos por essas forças “públicas”. A coisa pública está imersa na privada e a seu serviço, enquanto sustenta a hipocrisia de que é um estado democrático, falácia vergonhosa que não se sustenta em qualquer análise isenta e interessada na realidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Desgraçadamente, isso não parou aí, mas sim foi estabelecido como comportamento padrão. As forças armadas contra o povo, a favor dos grandes empresários e das classes mais ricas, minorias numericamente insignificantes que se consideram civilizadas, educadas, superiores, finas, o que demonstra sua inferioridade espiritual e disfarça sua fraqueza pessoal. Morrem de medo que a população acorde e faça com eles o que eles fariam com quem os tratasse da forma que a maioria é tratada. Como disse Josué de Castro, o mundo está dividido entre os que não dormem porque têm fome e os que não dormem com medo da revolta dos que têm fome. Os poderosos, com o poder usurpado sobre as sociedades, se armam com forças de segurança pública e privada, do mesmo jeito que dispõem das verbas públicas, do orçamento público, dos organismos públicos, do poder público, como um direito adquirido às custas da inconsciência da maioria, da engabelação e da sabotagem.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Insisto em que todos nós não só colaboramos, como sustentamos esse sistema espúrio, com nossos valores, nossos comportamentos induzidos a partir da infância pelos costumes arraigados desde os tempos do “sangue azul” e atualizados pelo poder de persuasão dos chamados “grandes meios de comunicação”, a mídia privada, e seus profissionais de psicologia do inconsciente e do comportamento. Veja “O século do eu”, ou “O século do ego” (&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=MTKFVFjUr8c"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=MTKFVFjUr8c&lt;/a&gt;), acho que são duas versões do mesmo filme, que demonstra como começou a manipulação do comportamento através do inconsciente, com os conhecimentos desenvolvidos por Freud e aplicados em publicidade por um sobrinho seu, que ficou rico nos USA, servindo às corporações em seu começo de manipulação midiática. De lá pra cá, essa prática foi desenvolvida ao extremo e nos pega a todos desprevenidos. Pensamos que formamos nossos valores, nossos padrões de comportamentos, e somos induzidos todo o tempo. Senão, como aceitar a miséria como inevitável? Como encarar a sociedade como um campo de batalha, como desejar consumos excessivos, como valorizar a forma e desprezar o conteúdo? Um pilantra bem vestido é socialmente bem tratado, uma pessoa honesta, generosa e solidária, se estiver maltrapilha, é invariavelmente maltratada. Não se olha nos olhos, não se leva em conta a alma.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Ou retomamos o direito - e a obrigação - de formar nossos valores e padrões de comportamento, ou qualquer mudança social será cosmética, sem profundidade e inócua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img height="334" src="http://a2.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash4/398402_225242644228814_100002292415582_489642_1677336560_n.jpg" width="640" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;img height="430" src="http://a4.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-snc6/s320x320/267251_200593926660197_138883632831227_635546_53559_n.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;" width="640" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Eu gostaria muito de ver as fotos que esse cara conseguiu. Devem ter ficado o máximo.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7792421741724370008-744522149516741233?l=observareabsorver.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://observareabsorver.blogspot.com/feeds/744522149516741233/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2012/01/mudar-por-dentro-pra-mudar-sociedade.html#comment-form' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/744522149516741233'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/744522149516741233'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2012/01/mudar-por-dentro-pra-mudar-sociedade.html' title='Mudar por dentro, pra mudar a sociedade'/><author><name>Observar e absorver</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02314866102775937984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-kVY26NUEpvI/TZK1UsnVd2I/AAAAAAAAAuE/qZENa37Ph2w/s220/18%2Bde%2Bmar%25C3%25A7o%2Bde%2B2011%2B025.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7792421741724370008.post-3983362895695102001</id><published>2012-01-25T03:08:00.015-02:00</published><updated>2012-02-02T02:23:55.990-02:00</updated><title type='text'>Pinheirinho - exposição de um sistema social</title><content type='html'>Qual é a surpresa? Indignação, sim. Tristeza imensa. Mais uma demonstração do que é a nossa sociedade. A propriedade vale mais do que a vida. A corja dominante impõe seus interesses à esmagadora maioria. Os sinais estão em toda parte. E nós concordamos com isso e sustentamos o sistema. Com valores, pensamentos e comportamentos, sustentamos o sistema. É hora de acordar. Não há surpresa no que aconteceu em Pinheirinho. Apenas as cifras, os números. Eram seis mil pessoas. Mas isso acontece cotidianamente com a maioria esmagadora da população, desprezada, sabotada e reprimida pelas forças de segurança. Desatendida pelo sistema de saúde. Sem acesso a uma educação que mereça o nome. Maltratada no sistema de transportes. Desinformada, condicionada e narcotizada por uma mídia avassaladora. Explorada até o talo no mercado de trabalho. Diluído no tempo e no espaço, é isso o que acontece. Todo dia. Em toda parte. O tempo todo. Muito sofrimento acontecendo, todo o tempo. Em nome do lucro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um descaramento crescente. Deve ser confiança na ignorância plantada e nos condicionamentos da mídia, com o controle das comunicações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luzes estão se acendendo, há um despertar em curso. Conscientizai-vos uns aos outros. E, sobretudo, conscientizai-vos a vós mesmos. Em valores e comportamentos. Com humildade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/NBjjtc9BXXY?fs=1" width="459"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wernner Lucas saiu de Minas e foi lá ver. Pra alguns, o relato pode ser estarrecedor. Aqueles que acreditam que vivem numa sociedade minimamente justa, onde os poderes constituídos existem para fazer garantir a harmonia social, o bem estar de todos, vão se horrorizar ou não acreditar. Quem está nessa luta, quem nasceu nas classes baixas, quem olha com sinceridade pra realidade, não se surpreende com essa ação do aparelho público contra o público. Revolta, sim, tristeza, sim, mas não surpresa. A situação é essa mesmo. Mudar isso requer mudanças completas. Quem não quer se modificar, que não se habilite à luta e viva sua vidinha frustrante, do nascimento à morte sem nenhum significado, em pleno vazio existencial, a não ser aparentemente, ostentando formas sem conteúdo. Taí o texto, é só clicar no link. Quem quiser emagrecer, leia antes das refeições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://wernnerlucas.blogspot.com/2012/01/o-que-vi-em-pinheirinho.html"&gt;http://wernnerlucas.blogspot.com/2012/01/o-que-vi-em-pinheirinho.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Galícia, se não me engano, é uma parte da Espanha em que o povo não se reconhece espanhol. Sua língua é o português, e esse jornal noticiou Pinheirinhos em detalhes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.diarioliberdade.org/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=23644:acompanhamos-jornada-de-luta-policia-militar-ignora-sentenca-e-promove-massacre-no-pinheirinho&amp;amp;catid=257:repressom-e-direitos-humanos&amp;amp;Itemid=131"&gt;http://www.diarioliberdade.org/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=23644:acompanhamos-jornada-de-luta-policia-militar-ignora-sentenca-e-promove-massacre-no-pinheirinho&amp;amp;catid=257:repressom-e-direitos-humanos&amp;amp;Itemid=131&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No vídeo abaixo, a denúncia e a indignação do cineasta, o militante que envolve completamente seu sentimento naquilo que está vivendo, no seu trabalho de ser humano em uma sociedade torta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://1.gvt0.com/vi/Tj_zHrx7jcU/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Tj_zHrx7jcU&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/Tj_zHrx7jcU&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7792421741724370008-3983362895695102001?l=observareabsorver.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://observareabsorver.blogspot.com/feeds/3983362895695102001/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2012/01/o-massacre-de-pinheirinho-verdade-nao.html#comment-form' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/3983362895695102001'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/3983362895695102001'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2012/01/o-massacre-de-pinheirinho-verdade-nao.html' title='Pinheirinho - exposição de um sistema social'/><author><name>Observar e absorver</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02314866102775937984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-kVY26NUEpvI/TZK1UsnVd2I/AAAAAAAAAuE/qZENa37Ph2w/s220/18%2Bde%2Bmar%25C3%25A7o%2Bde%2B2011%2B025.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/NBjjtc9BXXY/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7792421741724370008.post-3263418851036235460</id><published>2012-01-21T03:28:00.010-02:00</published><updated>2012-01-24T15:00:00.181-02:00</updated><title type='text'>explicação a uma consulta</title><content type='html'>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="clear: right; font-size: x-small; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-85A1Vwcc8gM/TxpMnw37-TI/AAAAAAAAA-w/MvotIHnRlrA/s1600/Cabe%25C3%25A7a+de+F%25C3%25B3sforo++++OST++++55x46cm.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-85A1Vwcc8gM/TxpMnw37-TI/AAAAAAAAA-w/MvotIHnRlrA/s320/Cabe%25C3%25A7a+de+F%25C3%25B3sforo++++OST++++55x46cm.jpg" width="273" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Cabeça de Fósforo - óleo sobre tela, 55x46cm, 1999&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;b&gt;Foi dada uma pequena garibada no texto original.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial;"&gt;Olha só.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial;"&gt;Aquela pintura foi feita e vendida em 2001, num boteco na frente da minha casa, pra um camarada que bebia comigo, ex-preso político e exilado, que se encantou com a proposta do quadro. Eu falei com ele que cruzara um "gravata", na Rio Branco (centro superlotado do Rio, cheio&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="il"&gt;de&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;"gravatas" e "taileurs"), que saía de um prédio pra calçada lotada onde eu caminhava e se jogou pra cima&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="il"&gt;de &lt;/span&gt;mim, confiando que eu sairia da frente, por um sentimento de superioridade dele, imagino, dentro do seu paletó caro, enquanto eu vinha&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="il"&gt;de&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;cabelo comprido, roupa "largada" e mochila nas costas. Eu vi que ele havia me visto de dentro do prédio ainda, em rota de colisão, e não desviou. Eu desviaria dele, mas a mochila estava com uns 40 quilos, pesada demais pra desviar rápido, não dava, eu apenas travei os músculos e esperei a porrada. O cara foi ao chão e se levantou revoltado. Insultou minha ancestralidade, meu aspecto, minha falta&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="il"&gt;de&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;senso em passar na frente&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="il"&gt;dele&amp;nbsp;&lt;/span&gt;("...fica no meio do caminho!!"), até minha higiene pessoal o cara desqualificou, enquanto eu apenas o olhava - imaginando seus batimentos cardíacos, a angústia da sua vida estampada no descontrole, no estado&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="il"&gt;de&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;nervos. Sem responder, apenas atento à possibilidade&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="il"&gt;de &lt;/span&gt;agressão física, que não aconteceu. Ele cansou &lt;span class="il"&gt;de&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;berrar sem ter retorno e tomou destino; eu fiquei olhando ele ir embora, quando meu olhar cruzou com o do jornaleiro da banca&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;ao lado, que tinha vindo&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="il"&gt;de&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;dentro pra ver o que acontecia e estava com um meio sorriso - talvez pela minha reação tranqüila, enquanto ele esperava um tumulto. No encontro dos olhares, ele sorriu e comentou, "&lt;span class="il"&gt;cabeça&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;quente, hein?" Eu respondi "uma hora dessa tem um AVC, fica todo torto e vai ter o resto da vida pra ficar pensando que era melhor não ser tão nervosinho. Cabeça de fósforo!" Ele deu uma gargalhada e voltou pra dentro da banca, falando sozinho, "&lt;span class="il"&gt;cabeça&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="il"&gt;de&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="il"&gt;fósforo&lt;/span&gt;". Eu saí dali pensando na imagem&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="il"&gt;de&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;um cara de paletó e gravata com&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="il"&gt;cabeça&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="il"&gt;de fósforo&lt;/span&gt;.&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="il"&gt;De&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;noite, no bar, comentei com o camarada o acontecido e completei, "tô pensando em fazer um quadro assim..." e expliquei a idéia da pintura. Ele, na hora, bateu com a mão no balcão e disse "um quadro desse eu compro". "Compra porra nenhuma, papo&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="il"&gt;de&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;boteco, tu tá é bêbado" e ele garantiu que não, que compraria mesmo. “Tô bêbado mas sei o que tô falando, caralho”, se ofendendo por eu não acreditar. No dia seguinte, tela esboçada em carvão, levei ao bar pro cara ver. Ele quis já comprar em preto e branco, no esboço mesmo, mas eu não deixei, pintei o quadro em uns dois ou três dias e ele comprou mesmo. Em duas vezes, e pagou a conta do dia e a do dia da entrega, também. Amarradão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial;"&gt;Quem quiser um cabeça de fósforo vai ter que encomendar e nunca vai sair um igual ao outro. E olha que não gosto de usar essa palavra, "nunca". Mas não sai, nesse caso se aplica, a não ser que se recorra a uma copiadora. As cópias serão iguais entre si, embora não sejam como o original. E os originais são o que o nome diz, mesmo - originais. Na imagem que acompanha este texto, por exemplo, o primeiro dos "cabeças", sinto falta de mais gente na rua. E de um estilo mais impressionista, mais tinta e menos exatidão. Veremos como sai o próximo, já encomendado. Quando terminar, ponho aqui, como acréscimo à postagem. A não ser que a Flávia peça pra não colocar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7792421741724370008-3263418851036235460?l=observareabsorver.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://observareabsorver.blogspot.com/feeds/3263418851036235460/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2012/01/explicacao-uma-consulta.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/3263418851036235460'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/3263418851036235460'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2012/01/explicacao-uma-consulta.html' title='explicação a uma consulta'/><author><name>Observar e absorver</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02314866102775937984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-kVY26NUEpvI/TZK1UsnVd2I/AAAAAAAAAuE/qZENa37Ph2w/s220/18%2Bde%2Bmar%25C3%25A7o%2Bde%2B2011%2B025.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-85A1Vwcc8gM/TxpMnw37-TI/AAAAAAAAA-w/MvotIHnRlrA/s72-c/Cabe%25C3%25A7a+de+F%25C3%25B3sforo++++OST++++55x46cm.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7792421741724370008.post-482553699149649105</id><published>2012-01-20T22:58:00.000-02:00</published><updated>2012-01-20T22:58:34.229-02:00</updated><title type='text'>TEDxDaLuz - Eduardo Marinho - O que a razão não alcança</title><content type='html'>&lt;iframe width="480" height="270" src="http://www.youtube.com/embed/Nmob5e4ceJE?fs=1" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7792421741724370008-482553699149649105?l=observareabsorver.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://observareabsorver.blogspot.com/feeds/482553699149649105/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2012/01/tedxdaluz-eduardo-marinho-o-que-razao.html#comment-form' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/482553699149649105'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/482553699149649105'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2012/01/tedxdaluz-eduardo-marinho-o-que-razao.html' title='TEDxDaLuz - Eduardo Marinho - O que a razão não alcança'/><author><name>Observar e absorver</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02314866102775937984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-kVY26NUEpvI/TZK1UsnVd2I/AAAAAAAAAuE/qZENa37Ph2w/s220/18%2Bde%2Bmar%25C3%25A7o%2Bde%2B2011%2B025.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/Nmob5e4ceJE/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7792421741724370008.post-3775410569387716718</id><published>2012-01-20T19:45:00.000-02:00</published><updated>2012-01-20T19:45:24.840-02:00</updated><title type='text'>Magnus e as mangas - na beira da Rio-Santos -</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: left;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;“Minha avó era analfabeta”, disse Magnus, explicando a perda das terras. Ela havia nascido ali, o pai fora escravo e recebeu aquelas terras do ex-dono, com a permissão de ficar ali com sua família e suas tradições. Os filhos cresceram analfabetos, todos, acostumados com o trato da terra, dos plantios e das criações. E fizeram, por sua vez, suas famílias, partiram uns, ficaram outros. Não havia escolas, muito menos para negros. &amp;nbsp;Só os netos puderam ir à escola, mesmo assim de péssima qualidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: left;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Um dia chegaram caminhões e máquinas, cortaram a terra com uma estrada, derrubaram árvores e plantas, avisaram a avó que a área tinha dono, uma empresa construtora. “Ela era analfabeta, não sabia se defender”. E assim, o poder da empresa se impôs e a terra foi reduzida. E seria mais ainda, se filhos e netos não se unissem na defesa do que sobrou, um oásis de árvores e algumas poucas casas em meio à devastação causada pela construção da estrada, por um lado, e pelo trevo rodoviário que foi construído sobre um brejo, do outro lado, quase encostando nas casas, e que destruiu um pequeno rio “que dava até jacaré”. O último jacaré apareceu depois da construção do trevo, perdido, e foi levado pra um zoológico.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: left;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Quando vimos aquele oásis, da estrada por onde vínhamos sob um sol de arrebentar os miolos, parecia mesmo um foco de resistência contra o deserto de capim, terra, poeira e pedras que o circundava. Paramos pra pedir água e conhecemos Magnus. Ele nos contou a história.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: left;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Homens da prefeitura estiveram ali várias vezes, pressionaram, ameaçaram com a perda da terra, levaram a família pra conhecer o lugar pra onde queriam que fossem, um apartamento em Campo Grande, num desses bairros populares infernais. De longe, os prédios parecem arrumadinhos, coloridos e geometricamente arrumados. De perto, são cubículos onde se apertam as famílias, coladas umas às outras por paredes finas, com problemas de água e esgoto, falta de transportes, de escolas, de postos de saúde e comércio, enfim, o abandono que é oferecido invariavelmente pelo Estado à população mais pobre. Como ficar num lugar desse? Sem espaço, sem quintal, sem árvores, ventos ou passarinhos, “a vó ia ser a primeira a morrer, de tristeza”. Fincaram pé e não saíram. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: left;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O administrador regional veio em pessoa, com o aparato de intimidação costumeiro, cheio de arrogância, exigindo, ameaçando. “Minha tia chamou ele de safado e botou pra correr. Ele foi embora zangado, cheio de ameaças...”&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: left;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Depois começaram a derrubar árvores. Chegavam na caminhonete da prefeitura, com motosserras, cortavam e iam embora. “Não dava tempo de fazer nada, era só ir lá pra ver o tronco no chão”. Aí arrumaram uma câmera e ficaram de sobreaviso, seguindo o conselho do patrão de uma das tias. Alguém sempre ficava com a avó e, quando a caminhonete parava, corria lá com a câmera e eles não cortavam. Eles não saberiam o que fazer com as fotos, mas os funcionários da prefeitura sim, por isso pararam.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: left;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A história estava nesse ponto, quando passamos de bicicleta e paramos pra pedir água. Depois de esvaziarmos duas garrafas grandes, Magnus nos deu mais uma pra levarmos, congelada. Perguntei se ele entrava na internet e, diante da confirmação, passei pra ele o endereço do Núcleo Piratininga de Comunicação, coordenado por Claudia Santiago e Vito Gianotti. “É uma rapaziada solidária, que trabalha denunciando esses crimes que o sistema comete todo dia contra a população mais pobre, pra beneficiar empresas. Eles devem saber o que cês podem fazer pra se defender.” &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: left;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Antes de sairmos pra estrada, ele foi ao fundo de sua pequena floresta e buscou, pra nos oferecer, um dos tesouros defendidos da destruição – mangas carlotinhas, maduras, doces e fresquinhas -, colocou num pacote e nos deu, com o maior dos sorrisos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7792421741724370008-3775410569387716718?l=observareabsorver.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://observareabsorver.blogspot.com/feeds/3775410569387716718/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2012/01/magnus-e-as-mangas-na-beira-da-rio.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/3775410569387716718'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/3775410569387716718'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2012/01/magnus-e-as-mangas-na-beira-da-rio.html' title='Magnus e as mangas - na beira da Rio-Santos -'/><author><name>Observar e absorver</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02314866102775937984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-kVY26NUEpvI/TZK1UsnVd2I/AAAAAAAAAuE/qZENa37Ph2w/s220/18%2Bde%2Bmar%25C3%25A7o%2Bde%2B2011%2B025.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7792421741724370008.post-610385655121988964</id><published>2011-12-16T13:27:00.008-02:00</published><updated>2011-12-21T14:07:26.194-02:00</updated><title type='text'>Livro "A Privataria Tucana" se impõe sobre o silêncio da mídia</title><content type='html'>&lt;div style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img height="320" src="http://www.cartamaior.com.br/arquivosCartaMaior/FOTO/80/foto_mat_32305.jpg" style="background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; clear: both; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9px; text-align: left; text-decoration: none;" width="240" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O livro do Amaury tinha tudo pra não aparecer, boicotado pelo silêncio da mídia, ignorado por seus comentaristas literários, políticos, econômicos e policiais - áreas ligadas ao tema dos crimes de lesa-pátria no governo Fernando Henrique Cardoso. Mas os tempos são outros e a internet, as redes sociais e a mídia alternativa constituem vazamentos na blindagem informativa privada e comercial que se faz porta-voz dos interesses empresariais, deformando a realidade e manipulando informações, entorpecendo a população com entretenimentos alienantes e produzindo valores e comportamentos adequados à manutenção da estrutura social concentradora de riquezas e poder para poucos e criadora de ignorância, pobreza, exclusão, miséria e sofrimento para a maioria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A divulgação, ainda que pífia, aconteceu pelos meios alternativos e a primeira edição, de 30 mil exemplares, foi esgotada em poucos dias, a ponto do autor ser chamado à direção da editora, no exterior, para explicar tal fenômeno, enquanto se prepara a segunda edição, de 50 mil. Nos primeiros dias, o livro foi solenemente ignorado pela mídia. Com a repercussão, entretanto, surgiram algumas menções entre jornalistas midiáticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro está servindo de base para a instalação da CPI da privataria, proposta pelo deputado Protógenes Queirós, o mesmo que prendeu o banqueiro Daniel Dantas, por sua intermediação entre o Citibank e o governo Fernando Henrique, com a compra escandalosa do congresso brasileiro e do governo FHC pelo Citygroup (denunciada no mensalão, embora apenas em parte, suficiente para abalar a popularidade do governo Lula e presente no "capítulo brasileiro" do livro A Melhor Democracia Que o Dinheiro Pode Comprar, de Greg Palast, a partir da segunda edição), por lavagem de dinheiro, evasão de divisas e outras cositas más. A interrupção das investigações, o desmantelamento da operação Satyagraha (apego à verdade) e o afastamento do delegado Protógenes o levou ao trabalho parlamentar, eleito por São Paulo, apesar de ser de Niterói, pela projeção nacional resultante da repercussão inicial dos resultados das investigações - interrompida e desmantelada com pretextos jurídicos para proteger envolvidos "superiores" ao próprio Daniel Dantas, ex-sócio do Citibank e dono do Oportunity, banco brasileiro sediado no paraíso fiscal das ilhas Cayman. O cara manteve sua linha, agora sem poder ser afastado ou processado pelos poderes constituídos dentro e acima da administração pública, os financiadores de campanhas eleitorais, mega-empresários que fazem uso costumeiro dos bens e dinheiros públicos, como se fosse direito adquirido, e atacam ferozmente qualquer tentativa de mudança desse quadro de barbárie social, pela mídia, pela justiça ou pela bandidagem contratada. Como parlamentar, Protógenes tem agora a oportunidade de investigar novamente os crimes de lesa-pátria, com todo o conhecimento adquirido no trabalho de delegado da polícia federal - e já relatado em detalhes, sem que a mídia tomasse conhecimento, apenas desqualificando a investigação, em defesa dos sujos interesses das elites dominantes contra o público geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante todo o governo FHC assisti, entre estarrecido e revoltado, a entrega do patrimônio público brasileiro a empresas e conglomerados de empresas, praticamente de graça, com as mentiras de sempre, pra "melhorar" a educação pública (como se existisse além de um simulacro nocivo e safado), a saúde (que acabou entregue a laboratórios, planos de saúde e indústria da medicina), etc. Pudemos observar, com o tempo, todas essas mentiras ladronescas, enquanto a mídia produzia freneticamente narcóticos conscienciais para entorpecer a opinião pública, distorcia a realidade e produzia informações dispersivas, para que não se percebesse o latrocínio coletivo (considerando os mortos pela segurança pública e pela ineficiência do que deveria ser a "saúde pública", fora suicídios produzidos pelo desespero e os assassinatos devidos à estrutura social produtora de miséria e desejos compulsivos de consumos impossíveis à maioria). Fernando Henrique é o supra sumo da vaidade acadêmica, totalmente entregue e defensor dos &amp;nbsp;poderes empresariais sobre a sociedade e os bens públicos, emanando desprezo pela população sabotada, na velha postura europeísta do egoísmo e da dominação sobre as coletividades. O próprio lesa-pátria, que deveria estar em cana, ao invés de ser louvado pelas academias mundiais e vender palestras por centenas de milhares de reais ou dólares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Serra, personagem central no livro, não passa de um menino de recados eficiente, que leva as gordas gorgetas dos seus patrões, satisfeitos em suas ambições desumanas. Não li o livro ainda (e não devo lê-lo tão cedo, por não ser fundamental pra mim - sensação de 'eu sabia', embora sem documentação, pois a realidade já diz claramente o que acontece -, e por falta de grana, mesmo. Lerei, assim que puder), mas nada do que se falou a respeito das suas revelações me parece surpresa. Por que não me surpreendo? É a pergunta que faço, ironicamente, quando se revelam essas barbaridades. A resposta é simples: porque é o que a realidade nos diz, a todo o momento e de inúmeras formas. A força revelada desse "menino de recados", aparentemente avassaladora, apenas anuncia a força descomunal dos interesses que ele atende, protege e defende, sempre contra o povo. Espero que o livro não pare nos fantoches, as marionetes do "teatro" político e midiático. A corrupção começa no corruptor, não no corrupto, que é a parte menor da corrupção, onde costumam parar as investigações, nas poucas vezes em que são feitas. Os que seguram os fios dos bonecos permanecem no escuro e se passam por "benfeitores da humanidade", louvados pela mídia privada, sempre, como geradores de empregos e não como exploradores do trabalho e dos bens públicos, a qualquer custo, que é o que realmente são.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As revelações do livro são novidades apenas por trazer detalhes, nomes, datas à tona. Esses procedimentos são uma triste tradição no exercício do poder público. A única diferença é essa parte específica - o período desse nefasto governo - ter vindo à tona, provavelmente pelo excesso de descaramento, de cara-de-pau, de confiança na imbecilização programada da mentalidade popular. Na minha visão, não há exercício de governo que não compactue, em maior ou menor grau, com a ditadura das empresas. E a base não está apenas no controle da informação e das instituições públicas. Está, principalmente, no condicionamento das mentes e dos comportamentos, dos valores e objetivos de vida, implantados massiva e diariamente, 24 horas por dia, que nos levam a consentir e colaborar com essa estrutura infeliz de sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disputamos por qualquer coisa, encaramos os irmãos como adversários, desejamos o ócio e o consumo excessivo, amamos o luxo e o desperdício e admiramos a ostentação e a arrogância. Consumimos marcas como se fossem padrão de qualidade social e pessoal, sem perceber o ridículo de apoiar esses valores artificiais, traiçoeiros e completamente falsos, em essência, embora tristemente reais no cotidiano, quando são estimulados sentimentos de superioridade e inferioridade com base no ter, no parecer, na forma e não no conteúdo, nos sentimentos, no caráter, na integração ao coletivo. Por isso, qualquer trabalho revolucionário precisa começar internamente, dentro de si mesmo, nos condicionamentos impostos a todos, a que ninguém está isento. Quem negar isto está apenas exercendo uma arrogância estúpida ou uma ingenuidade triste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precioso livro pra começar a enxergar como as coisas funcionam em nossa sociedade. Recomendo também o "Confissões de um Assassino Econômico", de John Perkins, além do já mencionado "A Melhor Democracia Que o Dinheiro Pode Comprar", como seqüência de "Confissões..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abaixo, alguns trechos da reportagem de Carta Maior a respeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #d2512e; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 11pt; text-align: left;"&gt;"'Privataria' chega ao Senado, e PT e PSDB se enfrentam em plenário"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; font-weight: normal; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; text-align: justify; text-decoration: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; font-weight: normal; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; text-align: justify; text-decoration: none;"&gt;"Líder petista pede providências ao Ministério Público e desafia PSDB a debater 'capítulo triste'. Serrista fala em 'calúnia' para abafar denúncias contra governo e expõe atrito interno, ao negar aparte a Aécio. Na Câmara, líder do PMDB diz que 'não vai embarcar em CPI', para a qual segue coleta de assinaturas, e ilustra efeito de silêncio da mídia: 'Livro tem documentos mesmo?'"&lt;/h2&gt;&lt;div class="headline-link" style="background-color: white; color: #888888; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt; font-weight: bold; margin-bottom: 5px; text-align: left; text-decoration: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="texto" style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px; margin-top: 20px; text-align: left; text-decoration: none;"&gt;"...o líder do PT, Humberto Costa (PE), provocou o Ministério Público a tomar providências e desafiou o PSDB a debater o que seria “um dos mais tristes capítulos” da história brasileira. Ao responder, os tucanos apontaram “calúnia”..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"...o livro revelaria “entrega do patrimônio público” durante privatizações no governo Fernando Henrique, com “documentos contuntendes”...&lt;/div&gt;&lt;div class="texto" style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px; margin-top: 20px; text-align: left; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;"...Marta Suplicy (SP), que também é do PT, disse: “Tive acesso a esse livro e realmente é um espanto."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;"A exemplo de outro serrista ilustre, presidente do PPS, deputado Roberto Freire, (o senador) Nunes Ferreira afirmou que o livro, que teria “calúnias”, serve apenas para proteger a gestão Dilma."&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: 600;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;"Nos bastidores de Brasília, fala-se que parte das investigações do autor de&amp;nbsp;&lt;i style="background-color: transparent; text-decoration: none;"&gt;Privataria&lt;/i&gt;, o jornalista Amaury Ribeiro Jr., começou por interesse de Aécio de se proteger contra Serra na disputa que os dois travavam no PSDB como postulantes a candidato a presidente da República. Amaury foi repórter do jornal O Estado de Minas durante parte da gestão de Aécio como governador do estado."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"...Humberto Costa foi irônico"..."os grandes arautos da moralidade, as vestais da honestidade"..."sai uma nota num jornal, querem convocar o ministro para vir ao Congresso Nacional, pedem a abertura de uma CPI, vão para o Ministério Público. Agora, diante de um livro de 300 páginas, que tem 141 documentos sobre as coisas que estão aqui denunciadas, uma única palavra para se pedir apuração eu não ouço por parte da oposição.”&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="texto" style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px; margin-top: 20px; text-align: left; text-decoration: none;"&gt;O link do livro:&lt;/div&gt;&lt;div class="texto" style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px; margin-top: 20px; text-align: left; text-decoration: none;"&gt;&lt;a href="https://mail-attachment.googleusercontent.com/attachment?ui=2&amp;amp;ik=c2852f517c&amp;amp;view=att&amp;amp;th=13441d90d1b77708&amp;amp;attid=0.1&amp;amp;disp=inline&amp;amp;realattid=f_gw7dx6ng0&amp;amp;safe=1&amp;amp;zw&amp;amp;saduie=AG9B_P8U20JKWrq12pxll5L3yLDr&amp;amp;sadet=1324048865281&amp;amp;sads=xaAJAFM3TqxuFWTypXPXzlaPSrE&amp;amp;sadssc=1"&gt;https://mail-attachment.googleusercontent.com/attachment?ui=2&amp;amp;ik=c2852f517c&amp;amp;view=att&amp;amp;th=13441d90d1b77708&amp;amp;attid=0.1&amp;amp;disp=inline&amp;amp;realattid=f_gw7dx6ng0&amp;amp;safe=1&amp;amp;zw&amp;amp;saduie=AG9B_P8U20JKWrq12pxll5L3yLDr&amp;amp;sadet=1324048865281&amp;amp;sads=xaAJAFM3TqxuFWTypXPXzlaPSrE&amp;amp;sadssc=1&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com Amauri Ribeiro Junior, no dia do lançamento: &amp;nbsp;mais de duas horas e vinte minutos, entre vários jornalistas "alternativos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://1.gvt0.com/vi/ufUjcYOY_iE/0.jpg"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ufUjcYOY_iE&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/ufUjcYOY_iE&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="texto" style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px; margin-top: 20px; text-align: left; text-decoration: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7792421741724370008-610385655121988964?l=observareabsorver.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://observareabsorver.blogspot.com/feeds/610385655121988964/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/12/livro-privataria-tucana-se-impoe-sobre.html#comment-form' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/610385655121988964'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/610385655121988964'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/12/livro-privataria-tucana-se-impoe-sobre.html' title='Livro &quot;A Privataria Tucana&quot; se impõe sobre o silêncio da mídia'/><author><name>Observar e absorver</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02314866102775937984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-kVY26NUEpvI/TZK1UsnVd2I/AAAAAAAAAuE/qZENa37Ph2w/s220/18%2Bde%2Bmar%25C3%25A7o%2Bde%2B2011%2B025.jpg'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7792421741724370008.post-1849201214203965421</id><published>2011-12-14T00:40:00.064-02:00</published><updated>2011-12-20T22:21:58.548-02:00</updated><title type='text'>Documentários sobre Belo Monte</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;Um estudo sério e profundo sobre a construção da barragem de Belo Monte, com dados à exaustão e uma apresentação magistral, em linguagem clara e com sentimento. Sobretudo com muita informação. No youtube ele incluiu na descrição do vídeo uma grande quantidade de fontes de informação, onde se baseou pra estudar o assunto e destrinchar os procedimentos, tecendo o fio dos acontecimentos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;O assunto é estendido à Amazônia toda, como foco da destruição ambiental da atualidade. A crítica ao modo de ocupação das terras da região, à própria ocupação por populações de fora que chegam para trabalhar nas grandes obras e depois se tornam uma legião de desempregados, deteriorando as condições de vida na área. Mas não toca a não ser de leve na estrutura social que assumimos em nossos comportamentos, em nossos valores pessoais, em nossos objetivos de vida. Em certo momento o cara diz que brasileiro é preguiçoso, é egoísta. Devem ser os brasileiros que ele conhece. Talvez ele partilhe da opinião de que a vítima é o culpado. A sabotagem do Estado, na alimentação e como cúmplice da doentia indústria alimentícia, na educação que não merece o nome, na saúde de morte que é a pública, constrói ignorância, desinformação, abandono e repressão, discriminação, perseguição, exploração e o resultado é a barbárie social em que vivemos. Mesmo assim, conheci gente solidária demais, criativa demais, humana e generosa demais em todo canto que andei desse Brasil. Gente esforçada, trabalhadora. Há de tudo, é claro, mas a proporção dos bons é muito grande, maior que a dos maus, mas muito menor que a proporção dos indiferentes, incluídos aí os medrosos, os ingênuos, os egoístas, os arrogantes, os alienados, os consumistas e o resto da boiada. O problema é que os maus são os que estão no poder. E nós os servimos, a maioria inconscientemente, induzida por gerações a fio de bombardeio midiático-publicitário, por décadas de deseducação e de jornalismo deformador da realidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;Não é "o Brasil vai construir Belo Monte porque ele quer". Que Brasil é esse que ele tá falando? Eu nasci aqui, sou brasileiro, conheço um monte de gente igual, que não concorda com a construção dessa barragem, que acha que é uma desumanidade, que as populações locais têm prioridade que ninguém tem o direito de chegar na casa de ninguém pra dizer "sai fora, cê não tem o papel, essa terra tem dono, tá despejado" e a polícia atrás, no apoio. O que ele chama Brasil é a fachada do poder real, o governo, eleito pelos financiamentos de campanha e a serviço desses financiadores. O governo vai construir a usina (patrocinando empresas construtoras) porque empresários querem. E são aqueles mega-empresários com muito dinheiro roubado em suas histórias, dinheiro público, que sustentam campanhas eleitorais e corrompem o setor público, ganhando um poder de pressão gigantesco sobre governantes, legisladores, magistrados e todo funcionamento da sociedade. Inclusive na "formação" dos cidadãos, da mentalidade, dos valores, dos comportamentos, através da ala empresarial das comunicações, principalmente a mídia, outro enorme poder de pressão sobre as instituições, pelo privilégio de "apresentar" a realidade e os acontecimentos como interessar ao lucro, ao poder econômico-financeiro. E sempre em prejuízo das maiorias, as populações, as numerosas comunidades pobres que predominam em nossa sociedade. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;Independente da opinião do autor, que também não é das piores, o vídeo é precioso pelas informações claras e pela facilidade de acompanhar a "aula" até o fim. Parabéns ao "Pirulla 25", pelo belo trabalho e pela quantidade de informações. Mas sobretudo pela forma de conversa informal, pessoal, envolvendo sentimento. Isso é a humanidade chegando.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;Os vídeos de baixo fazem outras abordagens do tema, envolvendo os locais, as populações atingidas, os animais, as plantas, as vidas, enfim, que precisam ser respeitadas, os representantes, os funcionários que lutam por justiça dentro das engrenagens...&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;Os atos do poder público e das empresas envolvidas deixam um sentimento de traição no ar. Há conluios, armações, sempre favorecendo grandes empresas (poucos) e prejudicando as populações (muitos). O poder público, como se sabe, serve ao poder privado, mega empresas, acima da vida e dos direitos constitucionais que o Estado e suas instituições têm a obrigação de garantir, mas não garantem, ao contrário, os violam e deixam violar, com algumas ações cênicas que servem para "provar" o contrário.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;Primeiro a aula:&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://0.gvt0.com/vi/xnitmB22JtQ/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/xnitmB22JtQ&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/xnitmB22JtQ&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vídeo seguinte feito pelo Coletivo Miséria, de São Paulo, que edita o zine Miséria e apóia o movimento das fábricas ocupadas, estando junto com a Flaskô. Lucidez e engajamento nas lutas populares. Fala Miséria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://0.gvt0.com/vi/M7xyKQ7IGew/0.jpg"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/M7xyKQ7IGew&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/M7xyKQ7IGew&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="background-color: #ebebeb; color: #333333; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; text-align: left;"&gt;ESCLARECIMENTO:&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: #ebebeb; color: #333333; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; text-align: left;" /&gt;&lt;span style="background-color: #ebebeb; color: #333333; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; text-align: left;"&gt;Nós, do Coletivo Miséria e outros realizadores gostaríamos de esclarecer o que já está claro no vídeo, mas nos foi questionado:&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: #ebebeb; color: #333333; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; text-align: left;" /&gt;&lt;span style="background-color: #ebebeb; color: #333333; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; text-align: left;"&gt;Não fazemos nenhuma acusação de relação direta entre o grupo "Tempestade em copo d'água?" e seu vídeo, com a AG. Nossa crítica é em relação às parcerias e patrocínios de grandes corporações dentro da Universidade, constituindo um "cerco ideológico" (nas palavras de um dos participantes do vídeo, que é estudante de uma das Engenharias). Mostramos como existe esta relação privada, o que obviamente influencia na formação dos estudantes (como mostrado, através de eventos, entre outras coisas). Há quem ache normal que uma empreiteira de Belo Monte forme alunos sobre o desenvolvimento do país e patrocine eventos de uma universidade pública... é uma opinião. Nós não concordamos. A partir disso, nos colocamos contra este modelo de universidade. Defendemos um ensino superior realmente público e que atenda aos interesses populares.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: #ebebeb; color: #333333; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; text-align: left;" /&gt;&lt;br style="background-color: #ebebeb; color: #333333; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; text-align: left;" /&gt;&lt;a class="yt-uix-redirect-link" dir="ltr" href="http://miseriahq.blogspot.com/" rel="nofollow" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #ebebeb; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #1c62b9; cursor: pointer; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left; text-decoration: none;" target="_blank" title="http://miseriahq.blogspot.com/"&gt;http://miseriahq.blogspot.com/&lt;/a&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;Os caras conviveram lá, entrevistaram os moradores e seus representantes, funcionários governamentais, e foram se envolvendo com a situação. Muito sentimento neste filme, muita comoção com as injustiças. Um sentimento de "forças ocultas" que não são mais ocultas, estão descaradas nas demonstrações das forças públicas. Percebe-se de que lado elas estão colocadas pelo poder que deveria ser público, mas que foi privatizado pelo poder econômico dessa elite empresarial que posa de avançada, fina, progressista e portadora das verdades sociais, cada vez com seu disfarce mais esfarrapado, cada vez mais aparecendo seus rabos de demônios, seus caninos de vampiros, produzindo mortes, despejos, destruição e sofrimento.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://1.gvt0.com/vi/5M1_XfLcHTk/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/5M1_XfLcHTk&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/5M1_XfLcHTk&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #eaeaea; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-weight: bold; text-align: -webkit-auto;"&gt;Que sociedade é essa? Como poderia me enquadrar comodamente nela? Não, cara, eu sou um ser humano, não posso compactuar com isso, tranqüilamente, como tantos. As populações locais são seres humanos como eu e, se não são iguais, têm os mesmos direitos. A respeito, a uma vida digna, da maneira deles, como com todo mundo. Nossa sociedade não merece respeito. Não faço parte consentida disso. Latifundiários bandidos são louvados como benfeitores. Grandes empresários bandidos e seus políticos bandidos mandam e comandam a estrutura administrativa do Estado. Massacram, expulsam, saqueiam e enganam a população desescolarizada e desinformada, em benefício de grandes empresas. E nós, pensando em consumo, em marcas, em futilidades, enquanto o extermínio prossegue em sua saga genocida, há séculos. Assim, colaboramos ou, ao menos, consentimos. É a alienação, a superficialidade, o egoísmo, o excesso, os desejos de consumo, o valor do ter, a competição geral e permanente, a exploração, a ignorância, a pobreza e a miséria o que sustenta esse sistema. Mudando valores e comportamentos, mudamos o mundo.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #eaeaea; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-weight: bold; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #eaeaea; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-weight: bold; text-align: -webkit-auto;"&gt;O documentário precisava de ajuda pra seguir adiante e já não precisa mais, a cota de 114 mil reais que precisava foi ultrapassada. Um trabalho feito em busca de conscientizar, pesquisando entre o povo da região onde está sendo construída a barragem de Belo Monte, a maior de uma série de barragens que destruirá grande parte da vida do rio e seus habitantes ribeirinhos. Grandes empresas construtoras, a indústria do alumínio (grande consumidora de energia), especuladores de sempre e seus coniventes políticos, comprados por financiamentos de campanha eleitoral, inventam mentiras deslavadas, espalhadas pela mídia repetidamente em jornais e programas, como sempre, enquanto as milícias e as forças de segurança pública da região são lançadas sobre os moradores locais para retirá-los de suas casas, da sua área, da sua vida. Desumanidade pura, tanto dos que visam o lucro a qualquer custo, quanto dos seus arautos jornalísticos da mídia privada, dos seus funcionários de luxo no congresso, nos governos e na justiça e dos publicitários que vendem seu serviço ao genocídio, à expulsão dos povos locais, à desumanidade dos grandes empresários e seus cúmplices comprados.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #eaeaea; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-weight: bold; text-align: -webkit-auto;"&gt;Taí o link:&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #eaeaea; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-weight: bold; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;a href="http://catarse.me/pt/projects/459-belo-monte-anuncio-de-uma-guerra" style="background-color: white; color: #0000cc; font-family: arial, sans-serif; font-weight: normal; text-decoration: none;" target="_blank"&gt;http://catarse.me/pt/projects/&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;459-belo-monte-anuncio-de-uma-&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;guerra&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #eaeaea; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-weight: bold; text-align: -webkit-auto;"&gt;Esse traz comparações entre as propostas de realocamento e a realidade de outros mega empreendimentos na Amazônia, como Tucuruí e a situação atual dos desapropriados, desenraizados de suas terras em nome do lucro de empresas desumanas. As mentiras se repetem, sem constrangimento ou vergonha. No final, uma série de vídeos e reportagens com informações sobre o assunto.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #eaeaea; color: #333333; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; font-weight: bold; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=1pNHd158FsM&amp;amp;feature=player_embedded#%21" style="background-color: white; color: #0000cc; font-family: arial, sans-serif; font-weight: normal;" target="_blank"&gt;http://www.youtube.com/watch?&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;v=1pNHd158FsM&amp;amp;feature=player_&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;embedded#!&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7792421741724370008-1849201214203965421?l=observareabsorver.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://observareabsorver.blogspot.com/feeds/1849201214203965421/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/12/blog-post.html#comment-form' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/1849201214203965421'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/1849201214203965421'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/12/blog-post.html' title='Documentários sobre Belo Monte'/><author><name>Observar e absorver</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02314866102775937984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-kVY26NUEpvI/TZK1UsnVd2I/AAAAAAAAAuE/qZENa37Ph2w/s220/18%2Bde%2Bmar%25C3%25A7o%2Bde%2B2011%2B025.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7792421741724370008.post-8129311176097226971</id><published>2011-12-09T13:41:00.008-02:00</published><updated>2011-12-14T01:57:35.025-02:00</updated><title type='text'>Lançamento de livro em Santa Teresa</title><content type='html'>O livro "Eduardo Marinho - Crônicas e Pontos de Vista" será lançado amanhã no Centro Cultural Laurinda Santos Lobo, na rua Monte Alegre, um casarão cor de rosa, inconfundível ao primeiro olhar. Às 18:30 horas.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;(Acabei de receber um comunicado do editor. &amp;nbsp;Não é seis e meia, é seis horas, 18 horas. Quem puder chegar às 17, já vou estar trocando idéias lá. Pregando desenhos na parede - deve ter alguma parede disponível - e conversando. Cinco horas da tarde, moçada, no horário do governo.)&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente não será possível lançar literalmente livros, no estilo "barata voa", presenteando algumas pessoas aleatoriamente. A editora tem os seus controles, seus métodos e padrões de existência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Provavelmente trocarei algumas idéias com as pessoas presentes. Levem suas impressões, discordâncias ou dúvidas, por favor, pra enriquecer o momento. Aguardo e abraço a todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-IbganNKeG3s/TuIrd5VhTLI/AAAAAAAAA-Q/XCTB5SsBrd4/s1600/Lan%25C3%25A7amento+do+Cr%25C3%25B4nicas+e+Pontos+de+Vista+059.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-IbganNKeG3s/TuIrd5VhTLI/AAAAAAAAA-Q/XCTB5SsBrd4/s320/Lan%25C3%25A7amento+do+Cr%25C3%25B4nicas+e+Pontos+de+Vista+059.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;foto de Adhara, no lançamento no Convés&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;O livro pode ser comprado comigo, também, é só pedir pelo arteutil.em@gmail.com. Vinte paus mais correio, vai como encomenda registrada, mais cinco real. Na minha mão é mais barato - não tem correio.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7792421741724370008-8129311176097226971?l=observareabsorver.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://observareabsorver.blogspot.com/feeds/8129311176097226971/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/12/lancamento-de-livro-em-santa-teresa.html#comment-form' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/8129311176097226971'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/8129311176097226971'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/12/lancamento-de-livro-em-santa-teresa.html' title='Lançamento de livro em Santa Teresa'/><author><name>Observar e absorver</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02314866102775937984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-kVY26NUEpvI/TZK1UsnVd2I/AAAAAAAAAuE/qZENa37Ph2w/s220/18%2Bde%2Bmar%25C3%25A7o%2Bde%2B2011%2B025.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-IbganNKeG3s/TuIrd5VhTLI/AAAAAAAAA-Q/XCTB5SsBrd4/s72-c/Lan%25C3%25A7amento+do+Cr%25C3%25B4nicas+e+Pontos+de+Vista+059.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7792421741724370008.post-1584892803397407399</id><published>2011-12-09T13:08:00.005-02:00</published><updated>2011-12-20T10:51:14.091-02:00</updated><title type='text'>Documentário : Os Escafandristas - Cifrões, Padrões e Exceções</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://0.gvt0.com/vi/9TrRMya1eTg/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/9TrRMya1eTg&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/9TrRMya1eTg&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;Eles chegaram com uma camerinha dessas miúdas, explicaram que faziam um documentário sobre artistas de rua que contestavam o sistema social em que vivemos. Era minha praia. Como uma obrigação moral e com o maior prazer, respondi às perguntas. Os três, Rafael, Eduardo e Victor, jovens universitários, tinham a chama da contestação acesa nos olhos, a identidade foi imediata. Somos uma grande equipe em função, espalhada no meio da coletividade, a maioria sem consciência de participar do trabalho coletivo de evolução do ser humano, partindo apenas de uma necessidade interna "inexplicável", mas que impossibilita a adesão incondicional aos valores impostos por essa estratégia de controle da opinião, dos valores, das mentes e do comportamento, através de muitos controles, tendo como eixo principal a mídia privada, os interesses de poucos sempre tomando os direitos inerentes ao ser humano, em cima das maiorias. Levamos uma vida de merda, numa sociedade de merda que não garante o mínimo necessário a todos os seus membros, ao contrário, sabota e explora a maioria, produzindo e usufruindo a miséria, a pobreza e a ignorância transformadas em privilégios, poderes, confortos, excessos e desperdícios para poucos.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;Abaixo, o apanhado primeiro que eles fizeram da entrevista, feita em Santa Teresa, onde exponho.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://2.gvt0.com/vi/6xhhk3mAX-o/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/6xhhk3mAX-o&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/6xhhk3mAX-o&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7792421741724370008-1584892803397407399?l=observareabsorver.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://observareabsorver.blogspot.com/feeds/1584892803397407399/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/12/documentario-os-escafandristas-cifroes.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/1584892803397407399'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/1584892803397407399'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/12/documentario-os-escafandristas-cifroes.html' title='Documentário : Os Escafandristas - Cifrões, Padrões e Exceções'/><author><name>Observar e absorver</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02314866102775937984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-kVY26NUEpvI/TZK1UsnVd2I/AAAAAAAAAuE/qZENa37Ph2w/s220/18%2Bde%2Bmar%25C3%25A7o%2Bde%2B2011%2B025.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7792421741724370008.post-7683677397113518441</id><published>2011-12-08T22:30:00.005-02:00</published><updated>2011-12-10T04:27:25.020-02:00</updated><title type='text'>descrevendo os símbolos no desenho</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://1.gvt0.com/vi/ayyqFuOjXDE/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ayyqFuOjXDE&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/ayyqFuOjXDE&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #e06666; font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;descrevendo a sociedade&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7792421741724370008-7683677397113518441?l=observareabsorver.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://observareabsorver.blogspot.com/feeds/7683677397113518441/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/12/descrevendo-os-simbolos-no-desenho.html#comment-form' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/7683677397113518441'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/7683677397113518441'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/12/descrevendo-os-simbolos-no-desenho.html' title='descrevendo os símbolos no desenho'/><author><name>Observar e absorver</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02314866102775937984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-kVY26NUEpvI/TZK1UsnVd2I/AAAAAAAAAuE/qZENa37Ph2w/s220/18%2Bde%2Bmar%25C3%25A7o%2Bde%2B2011%2B025.jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7792421741724370008.post-4558315025210580603</id><published>2011-12-01T02:09:00.006-02:00</published><updated>2011-12-20T10:50:28.023-02:00</updated><title type='text'>O genocídio guarani continua</title><content type='html'>&lt;div style="background-color: #eaeaea; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;span class="articletitle" style="font-size: 20px; font-weight: bold;"&gt;"Cuidem com coragem essa terra (...) Cuidem bem de minha neta e de todas as crianças..."&lt;/span&gt;&lt;span class="articleauthordate" style="color: #000099; font-size: 9px;"&gt;Por Kaiowá Guarani 19/11/2011 às 14:21&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #eaeaea; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="articleabstract" style="background-color: #eaeaea; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-weight: bold; width: 600px;"&gt;&lt;div algin="justify"&gt;&lt;div style="font-size: 13px;"&gt;&lt;img align="left" border="1" hspace="5" src="http://brasil.indymedia.org/images/2011/11/500228.jpg" /&gt;"Vocês não deixem esse lugar. Cuidem com coragem essa terra. Essa terra é nossa. Ninguém vai tirar vocês... Cuidem bem de minha neta e de todas as crianças. Essa terra deixo na tua mão (Valmir). Guaiviry já é terra indígena". Nestes termos se expressou o nhanderu Nisio, baleado, agonizante. Isso foi relatado aos membros do Conselho da Aty Guasu, que foram levar apoio ao grupo e se inteirar do bárbaro ataque. Conforme o relato, três tiros foram disparados em Nisio - nas pernas, no peito e na cabeça. Além do corpo de Nisio, mais três crianças que estavam chorando ao seu redor, foram jogadas na carroceria de uma camionete.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 13px;"&gt;Polícia Federal, Força Nacional e especialistas estiveram no local da execução brutal do nhanderu Nisio Gomes, no tekohá Guaiviary, no amanhecer do dia 18 de novembro. Sangue Guarani-Kaiowá no chão. Rastos do corpo arrastado. Apenas constatações. Um pequeno resto da mata testemunhou mais um assassinato de seus seculares guardadores.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 13px;"&gt;Matam e destroem a mata com a mesma desenvoltura e certeza de impunidade há anos, décadas, séculos. A revolta da Mãe Terra e de seus filhos primeiros chegará. Como diz a canção em homenagem a Marçal Tupã'i: "Chegará o dia em que o alto preço dessa covardia será cobrada pelos Guarani".&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 13px;"&gt;Enquanto isso, as lágrimas e o sangue continuam banhando esse chão em revolta, em gritos, em protesto. Os ouvidos do mundo não estão mudos. O clamor das vidas e da natureza sacrificada diariamente no altar do progresso, da acumulação do capital, do deus dinheiro, não permanecerão impunes!&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 13px;"&gt;Que o sangue de Nisio Gomes Kaiowá Guarani se junte ao coro dos guerreiros da vida para juntos nos unirmos no grito que ressoa mundo afora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.................................................................................................................&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 13px;"&gt;Agora eu:&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: xx-small;"&gt;(Eduardo)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 13px;"&gt;Que sociedade é essa? Como poderia me enquadrar comodamente nela? Não, cara, eu sou um ser humano, não posso compactuar com isso, tranqüilamente, como tantos. São seres humanos como eu e, se não são iguais, têm os mesmos direitos. A respeito, a uma vida digna, da maneira deles, como com todo mundo. Nossa sociedade não merece respeito. Não faço parte consentida disso. Latifundiários bandidos são louvados pela mídia. Grandes empresários bandidos e seus políticos bandidos mandam e comandam a estrutura administrativa do Estado. Massacram, expulsam, saqueiam e enganam a população desescolarizada e desinformada. E nós, pensando em consumo, em marcas, em futilidades, enquanto o extermínio prossegue em sua saga genocida, há séculos.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 13px;"&gt;Documentário precisa de ajuda pra seguir adiante, atrás de alguma consciência, pesquisando entre o povo da região onde está sendo construída a barragem de Belo Monte, a maior de uma série de barragens que destruirá grande parte da vida do rio e seus habitantes ribeirinhos. Grandes empresas construtoras, a indústria do alumínio (grande consumidora de energia), especuladores de sempre e seus coniventes políticos, comprados por financiamentos de campanha eleitoral, inventam mentiras deslavadas, enquanto as forças de segurança pública da região são lançadas sobre os moradores locais para retirá-los de suas casas, da sua área, da sua vida. Desumanidade pura, tanto dos que visam o lucro a qualquer custo, quanto dos seus arautos jornalísticos da mídia privada, dos seus funcionários de luxo no congresso, nos governos e na justiça e dos publicitários que vendem seu serviço ao genocídio, à expulsão dos povos locais, à desumanidade dos grandes empresários e seus cúmplices comprados.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 13px;"&gt;Taí o link:&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 13px;"&gt;&lt;a href="http://catarse.me/pt/projects/459-belo-monte-anuncio-de-uma-guerra" style="background-color: white; color: #0000cc; font-family: arial, sans-serif; font-weight: normal;" target="_blank"&gt;http://catarse.me/pt/projects/&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;459-belo-monte-anuncio-de-uma-&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;guerra&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7792421741724370008-4558315025210580603?l=observareabsorver.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://observareabsorver.blogspot.com/feeds/4558315025210580603/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/12/cuidem-com-coragem-essa-terra.html#comment-form' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/4558315025210580603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/4558315025210580603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/12/cuidem-com-coragem-essa-terra.html' title='O genocídio guarani continua'/><author><name>Observar e absorver</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02314866102775937984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-kVY26NUEpvI/TZK1UsnVd2I/AAAAAAAAAuE/qZENa37Ph2w/s220/18%2Bde%2Bmar%25C3%25A7o%2Bde%2B2011%2B025.jpg'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7792421741724370008.post-2814875456394310058</id><published>2011-11-25T12:53:00.009-02:00</published><updated>2011-12-02T03:22:00.649-02:00</updated><title type='text'>Lançamento de livro</title><content type='html'>No dia 5 de dezembro, segunda-feira, será lançado o livro Crônicas e Pontos de Vista. Foi um trabalho feito basicamente pelo Rodrigo Raro, editor da Navilouca, que leu meus textos e achou que valia a pena. Toda a parte da arrumação foi feita por ele, já macaco velho de editora, embora jovem ainda, e me poupou do que nunca me propus - encarar as burocracias e tratar com as instituições do Estado por iniciativa própria. Só faço isso obrigado por alguma circunstância além do meu controle.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convido os amigos e leitores do blogue que estejam na área pra ouvir umas palavrinhas que direi na ocasião, me apresentando como autor da vida que vivi e de onde observo a realidade à minha volta. Claro que não pretendo ter a visão perfeita de mundo, mas são opiniões sinceras e têm base na vivência. Muita coisa aprendi na própria pele. Ou couro, pois teve que ser resistente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos todos tripulantes desse navio que é o mundo e segunda estão todos convidados a subir ao convés da grande nave pra participar do evento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços a todos,&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Eduardo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí, Shantal, a data tá na primeira linha da postagem. De novo, então: 5 de dezembro, próxima segunda.&lt;br /&gt;Shantal é uma mina distraída... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="Convite de lançamento Eduardo Marinho Crônicas e pontos de vista" src="https://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;amp;ik=c2852f517c&amp;amp;view=att&amp;amp;th=133c775a51a7ff9b&amp;amp;attid=0.0.1&amp;amp;disp=emb&amp;amp;zw" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei sabendo que em alguns lugares, ou computadores, não está abrindo essa capa do livro com o endereço. Conferi no Rio Grande do Sul e a figura abriu na boa. Não sei o que pode causar essa discrepância. Mas fica o endereço, que tô lendo no retângulo aberto, rua Coronel Tamarindo, 137, Gragoatá, Niterói. Fica entre a praça da Cantareira e a "praia" da Boa Viagem, entre aspas porque não é praia, mas tem uma vista linda pra baía de Guanabara, com Botafogo, Flamengo e o centro do Rio, ladeado pelo Pão de Açúcar e a ilha da Boa Viagem, à esquerda, com a saída da baía. Pra quem vier do lado da Cantareira, é um muro vermelho à esquerda, com uma porta. O bar Convés é fechado, embora bem aberto. No sentido cultural, claro. Ah, sim, vai ser às 20 h, também tá na filipeta virtual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na pequena fala, adoraria gente me questionando, perguntando, tirando dúvidas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E já que tem gente perguntando, repasso aqui a fala do Rodrigo, o editor:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Calibri; font-size: 16px;"&gt;"Ah, Edu, pra quem perguntar sobre como comprar, pode dizer que estará disponível a partir do dia 6/12 nas livrarias virtuais: Saraiva, Cultura, FNAC, Argumento, Singular, Travessa etc. O preço é o que falei: R$ 20."&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7792421741724370008-2814875456394310058?l=observareabsorver.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://observareabsorver.blogspot.com/feeds/2814875456394310058/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/11/lancamento-de-livro.html#comment-form' title='27 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/2814875456394310058'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/2814875456394310058'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/11/lancamento-de-livro.html' title='Lançamento de livro'/><author><name>Observar e absorver</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02314866102775937984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-kVY26NUEpvI/TZK1UsnVd2I/AAAAAAAAAuE/qZENa37Ph2w/s220/18%2Bde%2Bmar%25C3%25A7o%2Bde%2B2011%2B025.jpg'/></author><thr:total>27</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7792421741724370008.post-2493352992106021139</id><published>2011-11-24T11:58:00.003-02:00</published><updated>2011-11-28T13:12:19.708-02:00</updated><title type='text'>Guarani-Kaiowá - mais um massacre pra coleção de vergonhas</title><content type='html'>&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="225" mozallowfullscreen="" src="http://player.vimeo.com/video/32440717?title=0&amp;amp;byline=0&amp;amp;portrait=0" webkitallowfullscreen="" width="400"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vimeo.com/32440717"&gt;À Sombra de um Delírio Verde&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://vimeo.com/midialivre"&gt;Mídia Livre&lt;/a&gt; on &lt;a href="http://vimeo.com/"&gt;Vimeo&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Domingo passado estive num evento em São Paulo, TedxDaLuz – só descobri a pronúncia quando ouvi falando, “tedex da luz” –, um ciclo de palestras e apresentações de sensibilização, no sentido do desenvolvimento das percepções mais sutis da existência e da evolução humanas em meio à diversidade infinita em unidade absoluta no planeta e no universo. Saí de casa na sexta pela manhã e me desliguei dos boletins de notícias que acompanho, longe das distorções e traições da mídia comercial.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Durante o evento recebi a informação do massacre, sexta-feira à noite, dos Guarani-Kaiowá, no Mato Grosso do Sul. Um crime anunciado, prometido e previsível. O coração apertou e se formou um nó na minha garganta, entre a raiva, a tristeza e a vergonha. Os povos originais são perseguidos e dizimados desde que os europeus chegaram por aqui, tomando posse do que não era seu apenas por não encontrar armamentos para lhes fazer frente e de olhos cobiçosos no que consideravam “riquezas”, em sua visão fria e convenientemente preconceituosa.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Aliás, a “civilização” européia fez isso em todos os continentes, invadindo, saqueando, produzindo morticínios, escravidão, torturas, genocídios. Não entendo como alguém minimamente lúcido pode admirar essa “civilização”, evoluída a partir da miséria e do sofrimento impostos em todos os lugares onde chegaram e por onde passaram.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Os povos originários os receberam de braços abertos e, em troca, foram enganados, usados, escravizados e expulsos dos territórios onde viviam. O europeu não se contentava nunca e, gradualmente, milhões e milhões de nativos foram violentados, mortos ou postos em fuga. Famílias, tribos, povos inteiros.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Quando a evolução da sociedade colocou a necessidade de novos critérios de comportamento menos desumanos, ao menos na aparência, pelo incômodo de consciência com a desumanidade descarada, foram se criando reservas para as populações indígenas remanescentes, para depósito e justificativa do roubo dos seus territórios. Entulharam-se em tais reservas os sobreviventes de várias etnias, todas destruídas física, moral e culturalmente. A sociedade da produção e do consumo, da exploração e do controle da maioria por alguns poucos não pode tolerar a existência de coletividades que não partilham dos seus valores, não dependem dos seus produtos e são evidentemente mais felizes em sua simplicidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Os exploradores do trabalho alheio, seus arautos e forças armadas, sem conseguir escravizar plenamente os povos nativos, trataram de criminalizá-los, desumanizando, difamando, apontando sua reação ao saque, à invasão e ao extermínio como prova da sua “selvageria” para justificar a necessidade da aniquilação.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ao não se deixar dominar e com sua autonomia plena, os povos indígenas incomodam. O fato do índio produzir tudo o que precisa para viver, de forma independente, autônoma, e não assimilar o trabalho como o centro da vida, muito menos a produção em massa e a busca do lucro e dos excessos materiais, constitui um “péssimo exemplo” de liberdade, alegria e independência que apavora os concentradores, os dominantes e manipuladores da estrutura social dita civilizada. Daí o ódio, forjado e implantado de todas as formas nos valores da sociedade da época e até hoje. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Não me esqueço de quando eu acampava em Barra do Riacho na época em que se implantava a Aracruz Celulose, as histórias que ouvia dos pescadores e moradores da área, de como estavam ocorrendo conflitos com os índios que viviam na área (conflito é um eufemismo pra massacre), terminando com seu aniquilamento e expulsão dos sobreviventes. Na época ainda vigorava a ditadura dos militares e a imprensa era mais amarrada ainda do que atualmente – nada saía na mídia. Vinte anos depois, esses sobreviventes e seus descendentes, já organizados e lutando pra recuperar pelo menos parte do território roubado, com o inusitado apoio da FUNAI, conseguiram algumas migalhas e passaram a ser acusados de inviabilizar o “progresso”. Alguém me enviou a foto de um “autidor” plantado numa cidade de lá, não lembro se era na Serra ou em Aracruz, afirmando “a Aracruz trouxe 1500 empregos, a FUNAI trouxe os índios”, como se fossem eles os invasores. Essas distorções mentirosas são recorrentes no processo de extermínio e dispersão.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Essa “civilização” é, ainda, uma vergonha pra humanidade inteira, pela destruição inerente à sua existência que causa em todos os sentidos, enquanto arrota uma superioridade ridícula, com base num desenvolvimento tecnológico reservado a minúsculas parcelas da coletividade, justamente as mais arrogantes e egoístas, exploradoras, controladoras e dependentes da maioria.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os Guarani-Kaiowá, no Mato Grosso do Sul, ou os que sobraram daquele povo, não possuem mais apenas a sabedoria ancestral da harmonia com a natureza e entre si, numa sociedade sem miséria ou abandono, sem predominância de uns sobre os demais. Eles foram acrescidos da sabedoria que a resistência ao sofrimento produz. Será difícil encontrar algum deles que não tenha vários parentes, amigos e conhecidos assassinados. Séculos de perseguição, expulsões, assassinatos, sem descanso ou intervalo, covardemente, sob a indiferença da coletividade, com a conivência de todos os governos e a participação das forças públicas que, na verdade, servem aos interesses privados dos poucos poderosos, como é de praxe.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os povos originários não acreditam num deus que criou o mundo para o ser humano, um deus que tem filhos preferidos e estimula a guerra, exige bajulação e sacrifício, que se vinga e impõe sofrimentos eternos aos que o desagradam em seus absurdos regulamentos. Ao contrário, na sua concepção a existência é a integração de todos os seres, minerais, vegetais e animais, onde a Terra é a mãe de todos e merece o máximo respeito, os rios são as artérias e veias do mundo e a água é o sangue que deve ser mantido puro. Sabem que somos parte da natureza e que dependemos dela integralmente, daí sua veneração e gratidão por ela. Não podem entender a destruição e a contaminação, sem medida ou contenção, produzidas pela sociedade “evoluída”, como se fossem os donos da natureza, em nome de benefícios imediatos e ilusórios, sempre restritos aos poucos poderosos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Devemos muito, toda a família humana e sobretudo os adeptos dos valores europeus, a esses parentes que foram submetidos pela força das armas e das doenças, violentados em seus direitos, inferiorizados em todos os sentidos e declarados culpados pelos crimes que sofreram e sofrem cotidianamente com a ambição desmedida que é estimulada em nossa sociedade, assim como o egoísmo e a indiferença diante do sofrimento alheio.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Se (ou quando) a sabedoria desses povos for abraçada e assimilada pela nossa coletividade, aí sim, poderemos sonhar e construir uma sociedade menos injusta, perversa e covarde, mais solidária, equilibrada e bela. E, afinal, verdadeiramente humana.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Aos Guarani-Kaiowá, toda minha solidariedade, todo meu respeito e minhas lágrimas de tristeza e vergonha. Sentimento que se estende a todas as etnias nativas, exterminadas e remanescentes. E aos miseráveis, aos sabotados, os explorados ou abandonados da nossa "bela" sociedade. Que a luz das consciências reflexivas se espalhe e percebamos a humanidade inteira como uma única família. Que o senso de justiça se desenvolva e molde nossos valores e comportamentos para além das induções criminosas da propaganda mentirosa que só tem como objetivo a contínua concentração de poder, o enriquecimento cada vez maior dos ricos dominantes sobre o sangue dos povos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Eduardo Marinho – 24 de novembro de 2011&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7792421741724370008-2493352992106021139?l=observareabsorver.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://observareabsorver.blogspot.com/feeds/2493352992106021139/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/11/sombra-de-um-delirio-verde-from-midia.html#comment-form' title='24 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/2493352992106021139'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/2493352992106021139'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/11/sombra-de-um-delirio-verde-from-midia.html' title='Guarani-Kaiowá - mais um massacre pra coleção de vergonhas'/><author><name>Observar e absorver</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02314866102775937984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-kVY26NUEpvI/TZK1UsnVd2I/AAAAAAAAAuE/qZENa37Ph2w/s220/18%2Bde%2Bmar%25C3%25A7o%2Bde%2B2011%2B025.jpg'/></author><thr:total>24</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7792421741724370008.post-2186780458580299327</id><published>2011-11-15T13:47:00.012-02:00</published><updated>2011-12-06T12:46:22.698-02:00</updated><title type='text'>O nascimento de Adhara</title><content type='html'>&lt;h2 style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-style: none; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; padding-right: 0cm; padding-top: 0cm;"&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-style: none; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; padding-right: 0cm; padding-top: 0cm;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Praia de Itapoã, domingo de sol, eu vendia meus brochinhos, passando de mesa em mesa, na areia, enquanto Brisa e sua mãe, grávida de seis ou sete meses, não sabíamos ao certo, esperavam sob uma cobertura de palha, na sombra. Estivemos separados durante a gravidez, havia dúvidas quanto à concepção exata. Em cada volta que eu dava, passava onde elas estavam, com um coco, uma tapioca, um milho, água. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Eram por volta de três da tarde, quando ela me disse estar sentindo os sintomas do parto, ou parecido. Fiquei alerta, torcendo pra ser alarme falso, mas não saí de perto, rodando pelas mesas mais próximas, de onde podia vê-las. Em minutos, ela teve certeza e me falou – “é igual ao que senti no nascimento de Brisa”. Foi o código.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Olhei em volta. Na rua, em frente a um bar, havia um táxi sem ninguém dentro, com os vidros abertos. Entrei no bar, falando alto em direção a todo mundo, “de quem é esse táxi aí na porta?” O taxista se apresentou na hora, “é meu, por quê?” Ele estava numa mesa, bebendo com quatro mulheres. Eu fui direto, “minha mulher tá aí fora, grávida de sete meses e com as dores do parto, precisamos ir para um hospital e não temos grana pra pagar”. Ele fez uma expressão de desagrado, “porra, acabei de largar o serviço...” enquanto as quatro mulheres assumiam, “que nada, vai levar sim”, e foram levantando, saindo com ele do bar, meio contrafeito, mas sorridente com as brincadeiras das meninas. Fomos até onde estavam as duas, as mulheres as rodearam e levaram pro carro, enquanto eu pegava as bolsas e mochila.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Fomos ao hospital mais próximo dali, Roberto Santos, estava sendo trocado o plantão médico. Ela foi deitada numa cama, na emergência, esperando. O médico chegou, sentou à mesa próxima das camas e começou a preencher formulários. Ela falou com ele, estava sentindo dor e medo, pediu pra ele dar logo uma olhada. O doutor foi ríspido, “espere sua vez de ser atendida”. Ela insistiu, estava com muita dor, que ele olhasse agora, por favor. “Já disse pra esperar!”, ele falou, irritado. Eu esperava no balcão, de onde estava podia ver, embora não pudesse ouvir claramente, apenas percebi que o cara expunha desagrado na fisionomia. De repente, levantou e saiu da sala, entrando na área administrativa de atendimento, perto de onde eu estava. Atrás dele, vinha ela, segurando a barriga. No rosto, a conhecida expressão de raiva, prestes a detonar. “Escuta aqui, tô com dor de parto, com sete meses e você não vai me atender, não?” Ele olhou com superioridade, a cara zangada, e quase gritou, “já mandei ficar deitada!” Acostumado à sujeição da maioria, inferiorizada diante do “superior”, ele não percebeu que ali o papo era outro. O tapa rodado estalou na cara do médico e soou no ambiente, pra meu susto e, maior ainda, dele, que se paralisou o suficiente pra tomar outro, no caminho de retorno da mão, dessa vez com os nós dos dedos. Eu não podia aprovar aquilo, mas o momento exigia nossa velha união contra os males do mundo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Temi a reação, pois o médico era grande, e pulei o balcão. Caí atrás dela, já com um alicate na mão abaixada e a outra erguida e espalmada, “não reage, não”, disse a ele, olhando em volta, prevenido, tratando de colocar a parede às minhas costas. Ele estava de olhos arregalados, parado ainda, eu já segurando a raivosa. “Fui agredido”, ele balbuciou. Chamaram a polícia, as mulheres vieram pra proteger, ela, nervosa ainda, ameaçou o policial (“não se mete não, que cê apanha também!”), que ficou sem saber o que fazer e, quando as mulheres a cercaram e a foram levando, “vamos pra outro hospital, melhor que esse”, ouvi o murmúrio do PM, “em mim a senhora não pode bater, eu sou um policial...” Saí meio rindo do hospital, meio revoltado, embora não surpreso com mais essa exibição de falta de respeito social.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Chegamos ao Tsila Balbino, na Estrada da Rainha, um hospital universitário. O carro ia parando e eu já desci e entrei na recepção, impondo “aí, tô com minha mulher grávida de sete meses entrando em trabalho de parto e vou querer respeito!” Ela vinha um pouco mais atrás, amparada pelas quatro, o motorista coçando a cabeça. Brisa estava todo o tempo colada comigo, onde eu ia ela acompanhava, sem falar nada, olhos bem abertos, curiosa com tudo. Uma enfermeira passou por mim, na direção do grupo, e disse, “não atrapalha, não, que quem precisa de ajuda aqui é ela, não você”. Parei na hora, constrangido e com alívio. Ah, pensei, aqui tem gente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A grávida foi levada pra dentro, o táxi foi embora com as mulheres e eu fiquei com Brisa, esperando. Logo, a médica veio falar comigo, era um alarme falso, um quase parto, devido, ela achava, aos esforços da vida que a gente levava. Bastava que ela ficasse em repouso e a criança não nasceria, para aumentar um pouco o tamanho e a resistência, até os nove meses da gestação. “Então se ela ficar, não nasce agora”, e a médica confirmou.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Fui embora com Brisa, pra voltar dois dias depois, o prazo estipulado pela médica. Morava fora da cidade, na aldeia de Arembepe, 50 km ao norte de Salvador. Chegamos em casa noite alta, caminhamos os dois quilômetros de areia, na duna que corria ao longo da praia, da vila até a aldeia. Dois dias depois, nascia Adhara, morena, cabelos pretos, olhos escuros, de sete meses, com um quilo e oitocentos, pequena de caber numa única mão. Forte, foi pra casa com dois dias, sem ter precisado de incubadeira nem nada. “Só acredito que é de sete meses por causa do tamanho e do peso, porque todos os órgãos funcionam como se fosse uma criança de nove”, disse o médico do dia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; E lá fomos nós, pra nossa casinha de palha, na aldeia de Arembepe, isolada pelas areias do caminho. Naquela noite, houve fogueira e dança, saxofone, violão e atabaque. O batizado de Adhara foi feito debaixo de uma lua cheia, o grupo (umas quinze a vinte pessoas) se uniu no pedido de luz na criação daquela nova vida, mãos dadas em corrente, enquanto eu desembrulhava aquele ser minúsculo e a levantava, diante do fogo, na direção da Lua, oferecendo a criança ao mundo e rogando a capacidade de educá-la para ser uma boa pessoa na coletividade humana. Houve um silêncio respeitoso, naquele momento, apenas o crepitar do fogo acompanhou o ritual na aldeia cheia de coqueiros, até o vento parou por um instante.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A festa acabou por volta das três da manhã. Adhara&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; font-weight: normal;"&gt;, amamentada e seca,&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; font-weight: normal;"&gt;&amp;nbsp;dormia a sono, numa caixa de papelão bem forrada e limpa, com buracos pra ventilação e coberta com um mosquiteiro. A festa tinha continuado, com vinho, coco, peixe e tudo o mais. Às cinco, a polícia federal invadia a aldeia, revistando todas as casas, como faziam uma ou duas vezes por ano. Mas isso já é uma outra história.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-pe7piIHUzm8/TsKIjl38fgI/AAAAAAAAA9g/z-oRSBtSoYY/s1600/Victor+e+Adhara+em+Mau%25C3%25A1+-+ost+48x36cm.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-pe7piIHUzm8/TsKIjl38fgI/AAAAAAAAA9g/z-oRSBtSoYY/s320/Victor+e+Adhara+em+Mau%25C3%25A1+-+ost+48x36cm.jpg" width="226" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: xx-small;"&gt;Adhara aos oito anos (final de 1991), em viagem a Visconde de Mauá, com Victor , o peruano que morou quase um ano em minha casa, &amp;nbsp;na região do cerrado mineiro. Pintura a óleo sobre tela, de 1998.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7792421741724370008-2186780458580299327?l=observareabsorver.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://observareabsorver.blogspot.com/feeds/2186780458580299327/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/11/o-nascimento-de-adhara.html#comment-form' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/2186780458580299327'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/2186780458580299327'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/11/o-nascimento-de-adhara.html' title='O nascimento de Adhara'/><author><name>Observar e absorver</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02314866102775937984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-kVY26NUEpvI/TZK1UsnVd2I/AAAAAAAAAuE/qZENa37Ph2w/s220/18%2Bde%2Bmar%25C3%25A7o%2Bde%2B2011%2B025.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-pe7piIHUzm8/TsKIjl38fgI/AAAAAAAAA9g/z-oRSBtSoYY/s72-c/Victor+e+Adhara+em+Mau%25C3%25A1+-+ost+48x36cm.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7792421741724370008.post-2709543503854630715</id><published>2011-11-15T12:08:00.003-02:00</published><updated>2011-11-15T12:53:28.953-02:00</updated><title type='text'>A água é uma barreira para alimentar o mundo, diz novo diretor da FAO</title><content type='html'>&lt;div style="background: white; border-bottom: solid #DDDDDD 1.0pt; border-left: none; border-right: none; border-top: solid #DDDDDD 2.25pt; mso-border-bottom-alt: solid #DDDDDD .75pt; mso-border-top-alt: solid #DDDDDD 2.25pt; mso-element: para-border-div; padding: 4.0pt 0cm 4.0pt 0cm;"&gt;&lt;h2 style="background: white; border: none; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; mso-border-bottom-alt: solid #DDDDDD .75pt; mso-border-top-alt: solid #DDDDDD 2.25pt; mso-padding-alt: 4.0pt 0cm 4.0pt 0cm; padding: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 29px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 style="background: white; border: none; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; mso-border-bottom-alt: solid #DDDDDD .75pt; mso-border-top-alt: solid #DDDDDD 2.25pt; mso-padding-alt: 4.0pt 0cm 4.0pt 0cm; padding: 0cm;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 7.5pt; text-transform: uppercase;"&gt;&amp;nbsp;OCTUBRE 2011 &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; line-height: 15.75pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; line-height: 15.75pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span lang="ES-TRAD"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; line-height: 15.75pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; line-height: 15.75pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Arial; font-size: 9pt;"&gt;O próximo diretor do Organismo das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO, na sigla em inglês), o brasileiro José Graziano da Silva (agrônomo, formado em economia rural e sociologia, professor e escritor, foi ministro extraordinário de Segurança Alimentar e Combate a Fome, enquanto a pasta existiu, entre 2003 e 2004), declarou em entrevista à BBC que “a água foi convertida no principal obstáculo para aumentar a produção, especialmente em áreas como a região dos Andes, América do Sul, e os países ao sul do Saara”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; line-height: 15.75pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; line-height: 15.75pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Arial; font-size: 9pt;"&gt;De acordo com estudos da FAO, em 2050 a produção de alimentos deverá ser 70% maior para acompanhar o ritmo de crescimento da população. Graziano afirma que, apesar da pressão sobre os recursos naturais imposto pelo crescente número de seres humanos sobre a Terra, é possível acabar com a fome com quatro ações principais. Aplicação de técnicas modernas de agricultura (muitas já disponíveis), criar uma rede de segurança social para as populações mais vulneráveis, recuperar para a agricultura os produtos locais e mudar os padrões de consumo dos países ricos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; line-height: 15.75pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; line-height: 15.75pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Arial; font-size: 9pt;"&gt;“Se pudéssemos mudar os padrões de consumo dos países desenvolvidos, haveria comida para todos”, comenta Graziano. “Desperdiçamos muita comida, atualmente, não só na produção, como no transporte e no consumo”. Segundo ele, enquanto nos países ricos se desperdiça comida, um bilhão de pessoas passam fome. “Precisamos garantir que essas populações se alimentem, facilitar-lhes trabalhos bem pagos ou encontrar uma fórmula de proteção social”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; line-height: 15.75pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; line-height: 15.75pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Arial; font-size: 9pt;"&gt;O brasileiro disse que os programas de transferência de dinheiro servem a cerca de 120 milhões de pessoas na América Latina, o que ajudou a reduzir as taxas de desnutrição na região. Ele defende a expansão desses programas a outros países com o mesmo problema, especialmente na África.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; line-height: 15.75pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style="background: white; margin-bottom: 2.25pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: #cc0001; font-family: Arial; font-size: 15.5pt;"&gt;Mercados locais&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div style="background: white; line-height: 15.75pt; margin-bottom: 11.25pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Arial; font-size: 9pt;"&gt;Outra ação que poderia ajudar na luta contra a fome, argumenta o futuro diretor da FAO – que assume em 1º de janeiro de 2012 –, é recuperar a agricultura de produtos típicos de cada região. Ele acrescenta que, por esses produtos não serem matérias primas (ou “comodities”), não são afetados por mudanças repentinas de preços, beneficiando assim consumidores e produtores. Pode-se criar um ciclo de produção e consumo local. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; line-height: 15.75pt; margin-bottom: 11.25pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Arial; font-size: 9pt;"&gt;“O que faz a comida cara é o transporte, porque a produção é muito barata. Se pudéssemos diversificá-la e tornar regionais os canais de distribuição, os preços seriam muito menores”.&amp;nbsp; Graziano também afirma que estimular os produtos tradicionais ajudaria a diversificar as fontes de alimentos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; line-height: 15.75pt; margin-bottom: 11.25pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Arial; font-size: 9pt;"&gt;“Atualmente há poucos produtos responsáveis pela alimentação de sete bilhões de pessoas”. Conforme comentou na entrevista, a prioridade dada aos alimentos presentes nos mercados internacionais, por exemplo, reduzem a capacidade da América Latina na produção de feijão, uma fonte tradicional com alto valor nutritivo e baixo custo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style="background: white; margin-bottom: 2.25pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span lang="ES-TRAD" style="color: #cc0001; font-family: Arial; font-size: 15.5pt;"&gt;O problema da obesidade&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 style="background: white; margin-bottom: 2.25pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span lang="ES-TRAD" style="color: #cc0001; font-family: Arial; font-size: 15.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div style="background: white; line-height: 15.75pt; margin-bottom: 11.25pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Arial; font-size: 9pt;"&gt;A diversidade da produção agrícola também serviria para enfrentar outros problemas com relação aos alimentos – por exemplo, o aumento da obesidade, inclusive em países pobres. Graziano assegura que o número de pessoas com dieta inadequada ou com obesidade já está em dois bilhões, o dobro dos que passam fome. E atribui o fato ao estilo de vida moderna, que desestimula a atividade física e facilita o acesso à comida industrializada, normalmente com altas concentrações de açúcar. Por isso, o brasileiro acredita que a luta contra a obesidade deveria incluir campanhas educativas “que foram esquecidas”. Ele acrescenta, “acreditamos que nossas mães sabiam o que se devia comer. Nossas avós tiravam o alimento da horta, mas as mães de hoje querem comida rápida, porque passam muito tempo trabalhando fora de casa”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; line-height: 15.75pt; margin-bottom: 11.25pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Arial; font-size: 9pt;"&gt;Graziano argumenta que as multinacionais de comida rápica deveriam estar conscientes de sua responsabilidade neste quadro e aumentar a presença de alimentos crus em seus cardápios, como frutas e verduras.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; mso-line-height-alt: 15.75pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="ES-TRAD" style="color: red; font-family: Arial; font-size: 16pt;"&gt;Biocombustíveis&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="ES-TRAD" style="color: #333333; font-family: Arial; font-size: 9pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; line-height: 15.75pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Arial; font-size: 9pt;"&gt;José Graziano, atual diretor regional da FAO para a América Latina e Caribe, destaca outros dois problemas que, junto à obesidade, são parte da recente discussão sobre a produção de alimentos ao redor do mundo – a suposta competição entre agricultura para a alimentação e a produção de biocombustíveis; e os riscos que a agricultura impõe à preservação do meio ambiente. Ele destaca que duas das três áreas que mais produzem biocombustíveis, Estados Unidos e Europa, verificaram aumentos nos preços de alguns alimentos por terem que competir com os plantios para a fabricação desses combustíveis. Na terceira área de grande produção, o Brasil, os estados que produzem etanol a partir da cana-de-açúcar não observam impacto nos preços dos alimentos, pois os plantios estão sendo feitos em terras que não eram produtivas e passaram a ser, graças à modernização das técnicas (e ao desmatamento extensivo e destruidor das florestas nativas – n do T. No entanto...) Graziano acrescenta que não há conflito entre a preservação ambiental e a necessidade de expandir a produção agrícola. “Assim como há colesterol bom e mau, isso acontece com os biocombustíveis” , diz ele. “A intensificação da produção através de tecnologias modernas, reduzindo o uso de fertilizantes e pesticidas, podem beneficiar enormemente o meio ambiente. Os avanços tecnológicos nessa direção deveriam acabar com esta dicotomia entre os ambientalistas e os agricultores”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; line-height: 15.75pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; line-height: 15.75pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Arial; font-size: 9pt;"&gt;(N do T – Ele não diz como as mega-transnacionais dos transgênicos, dos fertilizantes e pesticidas mais mortais se colocam diante desse quadro. &amp;nbsp;Nem aborda a estratégia, claramente executada por essas monstruosidades empresariais - &amp;nbsp;como em várias áreas, como energia, transportes, medicinas, educação, comunicações, mineração, etc, etc. -, de concentração de poderes no setor de alimentos, na intenção também clara de controlar a alimentação no maior espaço possível do planeta, eliminando a autonomia da produção dos pequenos agricultores, e assim controlar também, sob chantagem, os governos fantoches das falsas democracias controladas nos bastidores pelos poderes econômicos. Na fala do futuro diretor da organização para a alimentação mundial, não há referência ao controle exercido pelas transnacionais sobre os governos, a partir do próprio império planetário atual, os Estados Unidos, incidindo diretamente sobre as políticas públicas, como ficou claríssimo no Brasil, com o processo criminoso de legalização dos transgênicos, cujas empresas produtoras fizeram distribuição ilegal e gratuita para os plantadores sulistas de soja - com promessas de lucros altíssimos -, que se encarregaram de pressionar o governo para a liberação, diante da iminência da safra proibida. O governo federal, ao invés de declarar o crime contra a soberania nacional, processar e multar os fazendeiros cúmplices do crime, apreender e destruir a safra geneticamente modificada, além de expulsar a empresa do país, bundou diante das pressões e se submeteu à maquinação multinacional, legalizando vergonhosamente as sementes transgênicas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Arial; font-size: 9pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Arial; font-size: 9pt;"&gt;Sem esclarecer as causas de tanto deseqüilíbrio social no planeta, o predomínio das finanças, de bancos e empresas gigantescas sobre os poderes políticos e sociais, fica difícil enxergar o quadro todo e, por conseqüência, modificá-lo. Não percebemos o quanto fomos condicionados pelo trabalho midiático - usando a psicologia do inconsciente - nos nossos valores, comportamentos, desejos e objetivos de vida. Não percebemos que a sustentação desse sistema perverso tem base nisso. Exercemos a vida conforme esses condicionamentos, nos comportando como planejado e imposto pela propaganda explícita e subliminar, que cria falsos valores e objetivos insatisfatórios de vida, levando-nos ao conflito permanente, à insatisfação constante e às angústias de uma vida sem sentido real). &amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; line-height: 15.75pt; margin-bottom: 11.25pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; line-height: 15.75pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Arial; font-size: 9pt;"&gt;(Tomado de&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Arial; font-size: 9pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Arial; font-size: 9pt;"&gt;&lt;a href="http://www.bbc.co.uk/mundo/noticias/2011/10/111027_entrevista_fao_graziano_hambre_poblacion_az.shtml" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #cc0001;"&gt;BBC Mundo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;)&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Boletim CubaDebate 27.10.2011&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background: white; line-height: 15.75pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Arial; font-size: 9pt;"&gt;Tradução – Eduardo Marinho&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7792421741724370008-2709543503854630715?l=observareabsorver.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://observareabsorver.blogspot.com/feeds/2709543503854630715/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/11/agua-e-uma-barreira-para-alimentar-o.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/2709543503854630715'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/2709543503854630715'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/11/agua-e-uma-barreira-para-alimentar-o.html' title='A água é uma barreira para alimentar o mundo, diz novo diretor da FAO'/><author><name>Observar e absorver</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02314866102775937984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-kVY26NUEpvI/TZK1UsnVd2I/AAAAAAAAAuE/qZENa37Ph2w/s220/18%2Bde%2Bmar%25C3%25A7o%2Bde%2B2011%2B025.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7792421741724370008.post-403814900638468218</id><published>2011-11-08T02:25:00.006-02:00</published><updated>2011-11-09T01:45:03.024-02:00</updated><title type='text'>Violência do Estado no Alemão</title><content type='html'>&lt;div align="center" style="background-color: white; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Dezenas de pessoas são feridas em violento&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="background-color: white; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;ataque do Exército no Complexo do Alemão&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote style="background-color: white; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Por&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;a href="http://patrickgranja.wordpress.com/" style="color: #0000cc;" target="_blank"&gt;Patrick Granja&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;/&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;a href="http://anovademocracia.com.br/blog" style="color: #0000cc;" target="_blank"&gt;A Nova Democracia&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;RIO&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; line-height: 17px;"&gt;—&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Na madrugada do último sábado, dia 5 de novembro, centenas de pessoas que celebravam um aniversário em um salão de festas do Complexo do Alemão, na localidade Largo do Cruzeiro, foram atacadas por soldados do exército. Segundo um dos aniversariantes, ferido no rosto com um tiro de bala de borracha, os militares tentaram invadir a festa, mas foram impedidos pelos convidados. Em seguida, os soldados teriam atirado bombas de gás lacrimogêneo para dentro do salão. Ainda segundo os moradores, as pessoas que saiam do imóvel, sufocadas com a fumaça, eram atingidas na saída com tiros de bala de borracha disparados pelo exército. Tiros de fuzil também teriam sido efetuados para o alto pelos militares. Cerca de 40 pessoas ficaram feridas no ataque.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Sufocadas pelas bombas atiradas pelo exército para dentro do salão, algumas das vítimas chegaram a pensar que não sobreviveriam ao ataque. Os moradores disseram ainda que não existe um orgão que fiscalize a ação dos militares no Complexo do Alemão. Segundo eles, a população das 13 favelas do Complexo encontra-se abandonada e a mercê dos excessos cometidos diariamente pelo exército.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem vive ali, ou convive, é que sabe da arrogância, da violência das "forças de segurança", das injustiças que acontecem todo dia. Pra quem vê a estratégia de criminalização das áreas pobres, de criação de medo, de contenção e repressão, é uma triste realidade, nada de novo. A novidade é vir à tona, é a possibilidade de fazer essa realidade ser percebida pela sociedade como um todo. Uma vergonha para todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mim parece óbvio que a sociedade precisa dar prioridade às situações de fragilidade plena, a miséria, a ignorância. É preciso investimentos maciços na população, na formação de todas as pessoas, na saúde plena, ao invés de estar ao serviço de um mercado controlado por uma dezena de famílias, se tanto, e seus vassalos, os poderosos regionais. Duvido que não existam recursos pra acabar com a situação de miséria, não existam recursos para a educação ser de qualidade ou a saúde ser pronta e ótima. Apenas esses recursos são desviados para servir aos interesses privados de grandes bancos e mega-empresas nacionais e internacionais, resultando na sabotagem da educação como estratégia de manter a maioria ignorante. Controlando as comunicações, é possível criar valores, desejos, objetivos de vida, sentimentos de inferioridade ou superioridade, distorcer a realidade de acordo com os interesses em lucros, riquezas e poderes. As pessoas, sem instrução, sem informação, não têm senso crítico pra se defender dos condicionamentos, das induções, das distorções da realidade que são cotidianas. É preciso perceber a mídia privada como inimigo público que tem sido, investindo ferozmente na deformação da opinião pública, na formação dos valores de consumo compulsivo, na transformação do consumo e da posse em valor social, na desumanização da sociedade, do favorecimento explícito às grandes empresas em prejuízo de vastas camadas da população.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso perceber que as instituições estão todas infiltradas e dominadas, para não representarem perigo ao modo social da exploração, da coação, da mentira, da concentração de riquezas e poder por um pequeno grupo de grandes banqueiros e empresários, que controlam as instituições e as comunicações, criando valores, comportamentos, desejos e objetivos de vida falsos, em benefício de poucos e em angústia, inconsciência e sofrimento para muitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso cuidar dos nossos desejos, nossas reações, nossos comportamentos e nossos valores que concordam, consentem e colaboram com esse estado de barbárie, ainda que inconscientemente. Competitividade, agressividade, violência, insultos, tudo formas de ação do opressor, estimuladas pelo sistema até como justificativa para investir mais e mais nas forças de "segurança", na verdade forças de opressão às maiorias pobres, na manutenção dessa estrutura perversa, covarde e suicida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há maneiras de ação cotidiana, de mudança de valores e comportamentos, de desejos e objetivos, quando se toma consciência do que acontece e se decide recusar os valores impostos. Assim se pode perceber valores mais verdadeiros, mais humanos, mais solidários. E se desenvolver consciência de grupo. Somos uma grande família e ainda não percebemos. Caminhamos para perceber, os movimentos do mundo são contínuos, como o movimento de todas as coisas que se conhece no universo, nada parado, tudo em movimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada um que descubra e exerça o seu papel nisso tudo. Em benefício de todos, me diz o sentimento. Em seu próprio benefício, me diz a intuição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;Eduardo Marinho&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7792421741724370008-403814900638468218?l=observareabsorver.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://observareabsorver.blogspot.com/feeds/403814900638468218/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/11/violencia-do-estado-no-alemao.html#comment-form' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/403814900638468218'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/403814900638468218'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/11/violencia-do-estado-no-alemao.html' title='Violência do Estado no Alemão'/><author><name>Observar e absorver</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02314866102775937984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-kVY26NUEpvI/TZK1UsnVd2I/AAAAAAAAAuE/qZENa37Ph2w/s220/18%2Bde%2Bmar%25C3%25A7o%2Bde%2B2011%2B025.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7792421741724370008.post-8966868216085486947</id><published>2011-11-07T05:39:00.002-02:00</published><updated>2011-11-07T05:43:24.996-02:00</updated><title type='text'>Encontro sobre a mídia</title><content type='html'>&lt;h3 class="post-title entry-title" style="background-color: #fff3db; font-family: Georgia, 'Times New Roman', sans-serif; font-weight: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4c1130; font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div class="post-header" style="background-color: #fff3db; font-family: Georgia, 'Times New Roman', sans-serif; text-align: left;"&gt;&lt;div class="post-header-line-1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-body entry-content" id="post-body-5420243879975388994" style="background-color: #fff3db;"&gt;&lt;div style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4c1130;"&gt;Na matéria "Rompendo o cerco da mídia", o professor de jornalismo Laurindo Lalo Leal Filho anuncia a convocação para o próximo dia 25, pela direção nacional do PT, do debate com a sociedade das suas propostas para a comunicação, já hostilizadas pela mídia privada desde o último congresso. Eis um trecho:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #29303b; font-family: Georgia, 'Times New Roman', sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #29303b; font-family: Georgia, 'Times New Roman', sans-serif;"&gt;"&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 18px;"&gt;Na Argentina, a presidente Cristina Kirchner enfrentou essa batalha e conquistou bela vitória aprovando no Congresso a Lei de Meios. Em pronunciamento recente foi muito feliz ao dizer que “a lei não é para controlar ninguém, mas para impedir que o povo seja controlado”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #29303b; font-family: Georgia, 'Times New Roman', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 18px;"&gt;A aprovação foi obtida graças a um forte respaldo popular. Movimentos e organizações sociais foram às ruas estabelecendo o necessário contraponto à doutrinação contrária exercida pelos grandes meios. E venceram.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #29303b; font-family: Georgia, 'Times New Roman', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 18px;"&gt;Por aqui, o movimento cresceu nos últimos anos, mas ainda não é forte o suficiente para sustentar um amplo movimento social em defesa da democratização das comunicações. Ainda estamos na etapa de ruptura do cerco midiático estabelecido em torno do tema.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #29303b; font-family: Georgia, 'Times New Roman', sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 18px;"&gt;Dai a importância da convocação feita pela direção nacional do PT para discussão pública das suas propostas para a comunicação. Elas foram aprovadas como moção no último Congresso nacional do partido e logo rotuladas de censura pela mídia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 18px;"&gt;Como não é possível desfazer a mentira através dos mesmos canais, o PT optou por discutir as propostas diretamente com a sociedade. O encontro está previsto para o próximo dia 25, em São Paulo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 18px;"&gt;Claro que o impacto de uma conversa não se compara com a força de persuasão dos grandes meios. Mas é um passo importante para difundir idéias democráticas, censuradas pela mídia e que terão nos participantes do encontro, novos agentes capazes de multiplicá-las pela sociedade."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Detesto a política partidária, sua forma de atuar, seus padrões de comportamento, suas amarras econômicas. Mas isso não impede que me interesse e valorize eventos necessários a mudanças. A convocação feita por pessoas do PT para o debate acerca da mídia trata de um dos pontos mais centrais em nossa sociedade. Haverão "revolucionários" de carteirinha que reagirão da forma sectária que lhes é característica, em sua arrogância e distância da realidade da maioria, com pérolas como "não vou colocar azeitona na empada dos outros", na sua concepção pobre de que só eles sabem o caminho para a "revolução", centrados em seu próprio umbigo e convencidos de que são eles os legítimos condutores das massas, portadores das verdades universais. E que quem não concorda com eles e não os reconhece como guias são reacionários, sem caráter, ou ignorantes e iludidos que não sabem de nada. Querem conduzir as massas mas não sabem nem falar sua língua, expressando um academês restrito e exercendo seu preconceito intelectual sobre a maioria, em pleno desprezo pela sabedoria, pelos saberes empíricos, sem considerar a criatividade, a personalidade e a resistência desse povo que, apesar de todas as sacanagens, se mantém solidário e alegre, levando a vida com muita dificuldade e jogo de cintura, com capacidades sequer imaginada por esses pseudo-revolucionários, esporrentos de siglas sem expressão real na população. Mais uma vez eu repito - quem pretende conduzir massas deveria entregar pizzas. O povo não se deixa levar por líderes e intelectuais. A classe dominante sabe muito bem disso - e paga regiamente publicitários, psicólogos da mente e do comportamento, estatísticos, para falarem a língua da população e convencê-la, amável e mentirosamente, a se alienar, a buscar o consumo, a procurar valor pessoal na forma, egoisticamente, dispersamente, cultivando ilusões de consumos impossíveis e produzindo desejos de privilégios e esquecendo os direitos básicos garantidos pela Constituição e sonegados por um Estado seqüestrado pelos poderes econômicos, pelos mega-empresários patrões dos políticos que mentem ao povo, simulando porcamente representá-lo. A importância do assunto deve fazer a ponte para que se passe por cima dos preconceitos e da estreiteza dos que desejam a revolução em causa própria.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eduardo Marinho&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7792421741724370008-8966868216085486947?l=observareabsorver.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://observareabsorver.blogspot.com/feeds/8966868216085486947/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/11/encontro-sobre-midia.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/8966868216085486947'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/8966868216085486947'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/11/encontro-sobre-midia.html' title='Encontro sobre a mídia'/><author><name>Observar e absorver</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02314866102775937984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-kVY26NUEpvI/TZK1UsnVd2I/AAAAAAAAAuE/qZENa37Ph2w/s220/18%2Bde%2Bmar%25C3%25A7o%2Bde%2B2011%2B025.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7792421741724370008.post-5059778206008558576</id><published>2011-11-02T02:45:00.016-02:00</published><updated>2011-11-02T10:49:42.999-02:00</updated><title type='text'>Aviso aos navegantes</title><content type='html'>&lt;div style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Tô com as postagens paradas por falta de grana. Preciso me dedicar ao trampo da rua pra cobrir umas despesas extras que aconteceram na minha ausência (telefone/internet + irresponsabilidades). Estou sob aviso de corte. As vendas pela net são muito poucas, não cobrem minhas parcas despesas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E não é só isso, esse foi só o detonador, pois vai inviabilizar justamente o que tem tomado muito do meu tempo, a internet. Faz tempo que venho tentando diminuir o tempo na web. O IPTU começou a atrasar justo no ano seguinte ao que comecei a usar o computador. Estou com a carta ameaçadora da prefeitura aqui, já são três anos de atraso. Nada que não se resolva. Se me aplicar direto a produzir e expor, com o tempo tudo se acerta. Ou se de repente começarem a me encomendar mais pela net. Aproveito pra mandar essa idéia por aqui. O obs/abs tá com mais de dois mil "seguidores", quem sabe dá resultado? (Melhor seria "verificadores" ou simplesmente "leitores", na minha opinião - acho que criei certa aversão a "seguidores", embora use sem problemas)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se alguém pensou em comprar algum desenho, pra expor numa parede ou dar de presente, a hora é agora, o momento da salvação. O endereço tá no cabeçário aí em cima, por ele eu passo a conta poupança - o único elo que tenho com o funesto sistema financeiro. As "paredes de exposição" estão no link aí ao lado, "ver o trampo", com desenhos, pinturas e preços, ainda que não esteja pronto. Pelo endereço pego as encomendas e dou as explicações que se fizerem necessárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos próximos dias vou estar dedicado muito mais ao trampo de mão e de rua, de toda forma fazendo a mesma coisa que faço aqui, de maneira mais direta, embora de menos alcance. Serve mais à construção interna, sem dúvida. Estarei provisoriamente menos freqüente na internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-DCQNDPDb27U/TrDQwCEUc9I/AAAAAAAAA7w/CPcQJO2Dmo0/s1600/Poucos.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="151" src="http://3.bp.blogspot.com/-DCQNDPDb27U/TrDQwCEUc9I/AAAAAAAAA7w/CPcQJO2Dmo0/s200/Poucos.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Dsz7HVy-ENo/TrDRRHxmRnI/AAAAAAAAA74/VxoMETsLuoE/s1600/Expectativa.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; display: inline !important; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://4.bp.blogspot.com/-Dsz7HVy-ENo/TrDRRHxmRnI/AAAAAAAAA74/VxoMETsLuoE/s200/Expectativa.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-EsQXZypyZHg/TrDSHgxSPuI/AAAAAAAAA8A/nI09w82iE7M/s1600/Opress%25C3%25A3o+e+submiss%25C3%25A3o.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://4.bp.blogspot.com/-EsQXZypyZHg/TrDSHgxSPuI/AAAAAAAAA8A/nI09w82iE7M/s200/Opress%25C3%25A3o+e+submiss%25C3%25A3o.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;Alguns dirão que isso é apelação. E eu digo: é mesmo. Apelo aos que gostam. Quero ver é se vai dar certo.&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-4c5lm2KrLYU/TrDUGu0w1QI/AAAAAAAAA8Y/pJHc2aptlds/s1600/personagens+em+nanquim+004.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; display: inline !important; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em; text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-4c5lm2KrLYU/TrDUGu0w1QI/AAAAAAAAA8Y/pJHc2aptlds/s200/personagens+em+nanquim+004.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-t0Yvqum5P08/TrDTcrRySgI/AAAAAAAAA8I/GOdc458zDVA/s1600/personagens+em+nanquim+003.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-t0Yvqum5P08/TrDTcrRySgI/AAAAAAAAA8I/GOdc458zDVA/s200/personagens+em+nanquim+003.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-_XTHBHKfcNE/TrDUri0rNTI/AAAAAAAAA8o/Bzzr2esuSB0/s1600/Loucos.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-_XTHBHKfcNE/TrDUri0rNTI/AAAAAAAAA8o/Bzzr2esuSB0/s200/Loucos.jpg" width="171" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;(não consegui fazer melhor que essa arrumação estranha)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-m58sR3LdXq0/TrDTsMzwK2I/AAAAAAAAA8Q/Hb177fNnbWM/s1600/Gandhi.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-m58sR3LdXq0/TrDTsMzwK2I/AAAAAAAAA8Q/Hb177fNnbWM/s200/Gandhi.jpg" width="157" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-23Q2Kn5UPe0/TrDXKhxsSWI/AAAAAAAAA84/1nS6yyrs0XY/s1600/personagens+em+nanquim+005.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-23Q2Kn5UPe0/TrDXKhxsSWI/AAAAAAAAA84/1nS6yyrs0XY/s200/personagens+em+nanquim+005.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, sim, segunda-feira, 5 de dezembro, no bar Convés, aqui em Niterói, três livros serão lançados. Um deles é o Crônicas e Pontos de Vista, com escritos esparsos e algumas histórias colhidas pela minha vida. O trabalho é da Navilouca, editora do Rodrigo (outro dos livros é dele) que me abordou e tomou todas as iniciativas, até ficar pronto no papel e ser lançado no Convés. Vou pegar mais detalhes com ele e posto aqui, na seqüência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...................................................................................................................................................................&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7792421741724370008-5059778206008558576?l=observareabsorver.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://observareabsorver.blogspot.com/feeds/5059778206008558576/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/11/aviso-aos-navegantes.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/5059778206008558576'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/5059778206008558576'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/11/aviso-aos-navegantes.html' title='Aviso aos navegantes'/><author><name>Observar e absorver</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02314866102775937984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-kVY26NUEpvI/TZK1UsnVd2I/AAAAAAAAAuE/qZENa37Ph2w/s220/18%2Bde%2Bmar%25C3%25A7o%2Bde%2B2011%2B025.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-DCQNDPDb27U/TrDQwCEUc9I/AAAAAAAAA7w/CPcQJO2Dmo0/s72-c/Poucos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7792421741724370008.post-6487836164848304479</id><published>2011-10-20T14:36:00.003-02:00</published><updated>2011-10-22T23:03:38.622-02:00</updated><title type='text'>Os perigos “revolucionários”</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="font-size: 27px; font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Assisti, consternado, ao filme A História Soviética, claramente posicionado contra o regime que vigorou sobre muitos países do leste europeu e da Ásia. As experiências sociais, retaliações a qualquer tipo de resistência, a transferência e extermínio de populações inteiras (em nome de um absurdo bem-estar dos povos centrais da União Soviética), como a morte de 7 milhões de pessoas na Ucrânia, no espaço de um ano (!), após o confisco minucioso de todo bem comestível – exportado para apoiar o esforço de guerra nazista na Alemanha, aliada até o início da 2ª grande guerra -, provocando deliberadamente a grande fome de 1932/33 e cercando o país para impedir a fuga da população, num processo genocida de extermínio. Abaixo, o link do filme – publicado, neste caso, com o acréscimo da palavra nazista. Quem fez o filme, claramente odeia o sistema soviético e carrega nos tons sinistros. Mas as imagens e histórias são contundentes demais para serem ignoradas ou amenizadas pela posição clara do filme. Os números são chocantes demais.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Além dos ucranianos, muitos outros povos periféricos à Rússia e abrangidos pela União das Repúblicas Socialista Soviéticas. No filme, há menção a doze países que tiveram suas populações simplesmente transferidas, por inteiro, para outras áreas, em decisões de “engenharia social”. A desumanidade não ficou devendo a nenhum explorador capitalista do trabalho humano, da miséria e do desespero. Ao contrário, suplantou-a em frieza e arrogância. A fonte é a mesma, a sensação de superioridade de uns sobre os demais, neste formato, com base na superioridade de informações, de conhecimentos e de controle do aparelho estatal. Uma pretensa superioridade humana, que no sistema empresarista se baseia nas posses, na riqueza e no controle dos políticos, o que resvala no controle estatal com uma fachada de democracia falsa, baseada na ignorância que o sistema impõe, com todas as coações e sabotagens sociais que disso decorrem. O preconceito social e o preconceito intelectual dão o mesmo e nefasto resultado, os crimes contra as populações.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O sistema vigente não tem defesa. É desumano, injusto e cruel. Nenhuma sociedade que permita a existência da miséria e da ignorância pode ser considerada ideal. Estamos no caminho evolutivo e não há retorno, a não ser aparente, em alguns casos. Não pretendo com a exibição desse filme apoiar a forma de sociedade que ainda chamam de capitalista. Minha intenção é demonstrar que nenhum sistema baseado em superioridades e inferioridades funciona a contento, servindo com igualdade de direitos, oportunidades, condições e obrigações a toda a gente. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;É preciso que os que sabem mais sirvam com o seu saber e não se coloquem como “guias” do povo. As pessoas não precisam de lideranças, precisam de consciência, conhecimento, informações verdadeiras (até hoje, todos os sistemas manipularam informações). A cabeça do sistema precisa estar no chão da sociedade, espalhada entre a maior parte da população. É preciso acabar com a ilusão de que se pode pensar pela maioria, a concentração de poderes não pode ficar à mercê de algumas poucas cabeças pensantes. O condicionamento geral de que maior saber significa superioridade pessoal me parece ridícula, de uma pequeneza moral primitiva. Mais conhecimentos significa maior responsabilidade social, os intelectuais teriam que descer do seu pedestal acadêmico e se por a serviço de uma nova sociedade, esclarecendo, ensinando, levando o conhecimento adquirido em instituições fechadas à maioria, por um sistema social elitista e concentrador, a essa maioria que, no final das contas, é quem constrói, mantém e sustenta toda a estrutura social. Questão de dívida moral, humana, social, há milênios. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;As atuais “cabeças pensantes” que se pretendem revolucionárias precisam perceber a inutilidade (e mais, o perigo) da concentração de poderes, da centralização. Desarmar a “superioridade” que a academia injeta no inconsciente e desenvolver a humildade necessária ao bom serviço de conscientização, esclarecendo e não doutrinando, oferecendo e não cobrando, estimulando e não conduzindo. O “descondicionamento” deve partir do reconhecimento dos próprios condicionamentos (de que ninguém está livre) que ditam nossos valores e comportamentos a nível individual, pra que se possa ter maior efeito na coletividade – é muito mais fácil a assimilação com uma apresentação respeitosa e humilde, sem superioridade arrogante, ainda que disfarçada com bons modos. O sentimento emana de qualquer um e a maioria, sabotada em seu desenvolvimento racional (pela ausência de um ensino público real), desenvolve essa área pouco conhecida e até negada na área acadêmica, a intuição, o sentimento do sentimento alheio. Se engana quem confunde falta de saber com falta de sabedoria, falta de conhecimento com falta de personalidade. Esses não conseguem se comunicar com a maioria, até por não saber falar sua língua, resultado dos condicionamentos acadêmicos de superioridade e da distância estratégica em que a academia foi situada na sociedade. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Descer do pedestal é fundamental pra quem se dispõe a trabalhar por mudanças verdadeiras, por uma sociedade igualitária, sem miséria, ignorância e abandono, em nenhum dos seus setores. Sem tirania de uns sobre outros, de qualquer espécie. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;É mais que hora de estabelecermos um novo “mandamento”, talvez divino, mas sobretudo humano, solidário e realmente interessado no fim de tanto sofrimento de tanta gente: sensibilizai-vos, esclarecei-vos, conscientizai-vos uns aos outros, com calma, com respeito, com sinceridade, com amor. Como disse Che Guevara, na época ainda da luta armada por mudanças, a qualidade que melhor caracteriza o verdadeiro revolucionário é o amor. Irrestrito, por toda a humanidade, o que garante a não aceitação de nenhum tipo de sociedade em que exista alguma situação de injustiça, de miséria, de abandono. A solidariedade plena é o resultado desse sentimento e o trabalho de acender luzes é parte do processo de conscientização, que me parece o único lastro confiável pro funcionamento das coletividades, junto com o desenvolvimento de sentimentos sociais mais humanos, de condições humanas de mudanças sociais.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O preconceito social e o intelectual são duas vertentes de um mesmo sentimento grosseiro e primário – o de superioridade humana, um com base nas posses, outro nos conhecimentos. O que resulta no predomínio de uns poucos sobre todos os demais e nas perseguições aos que não aceitam essa imposição.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O filme: &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=ewY_k-jFlvk&amp;amp;feature=results_main&amp;amp;playnext=1&amp;amp;list=PLCC7E278552A744D0"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=ewY_k-jFlvk&amp;amp;feature=results_main&amp;amp;playnext=1&amp;amp;list=PLCC7E278552A744D0&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O artigo seguinte expõe a bifurcação nascida no movimento hippie, na contestação política do final dos anos 60 (que se prolongou pela década de 70 resvalando em parte dos 80 e dando filhotes até hoje, embora esparsos), quando se questionou toda a estrutura vigente, apontando o caminho de destruição em que seguia a humanidade, dirigida pelo modo ocidental de sociedade, consumista, concentrador, desintegrador e envenenado pela ambição desmedida, o estímulo irresistível ao egoísmo e à naturalização da miséria e ignorância como inevitáveis. Apontaram-se os malefícios da alimentação industrial, na tirânica imposição da dualidade produção e consumo como centro da vida, da transformação da vida em um inferno de competição e ostentação de riquezas como valor social, o consumo como objetivo da vida, os sentimentos, a justiça, os valores humanos esquecidos ou secundarizados, envolvidos no papel colorido da superficialidade para evitar o aprofundamento na análise de tal estrutura social.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Propôs-se a mudança da sociedade da forma mais profunda possível, através da mudança completa dos valores e do comportamento. Por isso foram mobilizados todos os poderes possíveis, desde a segurança pública, as influências religiosas, as instituições e a mídia, em peso, contra aquela ameaça à “estrutura social”, aos “bons costumes” e à família tradicional. Construiu-se um preconceito monumental e todos os pretextos foram utilizados contra a “subversão dos valores da sociedade”, à semelhança do que fez o império romano com os primeiros cristão que propunham as mesmas coisas – fraternidade universal, igualdade plena e destruição das estruturas sociais baseadas na exploração da maioria por grupos minoritários de poder. Naquele caso, a perseguição parou com a institucionalização da igreja, na esterilização das propostas cristãs e na cooptação da instituição cristã para a manutenção da sociedade, sacralizando os abismos das diferenças sociais, como determinação divina.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O trabalho real de revolucionar o sistema social humano deve necessariamente se basear numa população instruída e informada. É imprescindível o trabalho de sensibilizar, esclarecer e conscientizar a maioria, com o pressuposto básico da humildade, da disposição de aprender e do espírito de serviço, em vez da perigosa pretensão de lideranças, condutores e dirigentes. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O artigo:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://correiodobrasil.com.br/sociologo-norte-americano-antecipa-que-o-capitalismo-chegou-ao-fim-da-linha/314699/"&gt;http://correiodobrasil.com.br/sociologo-norte-americano-antecipa-que-o-capitalismo-chegou-ao-fim-da-linha/314699/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 27px; font-weight: bold;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7792421741724370008-6487836164848304479?l=observareabsorver.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://observareabsorver.blogspot.com/feeds/6487836164848304479/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/10/os-perigos-revolucionarios.html#comment-form' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/6487836164848304479'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/6487836164848304479'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/10/os-perigos-revolucionarios.html' title='Os perigos “revolucionários”'/><author><name>Observar e absorver</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02314866102775937984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-kVY26NUEpvI/TZK1UsnVd2I/AAAAAAAAAuE/qZENa37Ph2w/s220/18%2Bde%2Bmar%25C3%25A7o%2Bde%2B2011%2B025.jpg'/></author><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7792421741724370008.post-4934394652196903855</id><published>2011-10-16T21:36:00.007-02:00</published><updated>2011-11-02T03:06:56.547-02:00</updated><title type='text'>Manifestações por um mundo melhor</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Georgia; letter-spacing: -1px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-size: 24px;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-2MkP97SDh-8/Tpw-nRkSGuI/AAAAAAAAA7I/D2xRhEya8c4/s1600/roma-indignados-4-580x421.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="464" src="http://2.bp.blogspot.com/-2MkP97SDh-8/Tpw-nRkSGuI/AAAAAAAAA7I/D2xRhEya8c4/s640/roma-indignados-4-580x421.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: 800;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;As manifestações deste 15 de outubro, pelo mundo afora, tiveram muito mais atividade nas áreas de origem e arredores das fontes do desequilíbrio global, os grandes bancos internacionais e mega-empresas multinacionais, que hoje ditam as políticas públicas com suas ligações viscerais com a administração pública, os poderes visíveis das sociedades. Aí os manifestantes apontam na direção do poder real, denunciando seus crimes cotidianos contra as maiorias e, em alguns pontos “mais distantes” do planeta, promovendo sofrimentos desumanos a populações inteiras, por conta de interesses empresarias em lucros, controle e poder de poucos, dentro da coletividade humana.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;Na América Latina, as manifestações foram esvaziadas de significado pela força da mídia porta-voz e defensora do poder empresarial, apontando como responsáveis pela corrupção a ponta fraca, os corruptos, os políticos e administradores públicos, sem jamais apontar na direção do corruptor, as grandes empresas, ou melhor ainda, seus donos, as pessoas que manipulam o poder público com os financiamentos de campanhas e inúmeras outras formas de pressão, com seu poder econômico, em prejuízo de enormes parcelas da coletividade humana. &lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;O corrupto tem prazo marcado, pode renovar ou não seu posto ou mesmo trocar de posto, numa ciranda já estabelecida nos cargos e poderes públicos. O corruptor, ao contrário, financiador dos elementos mais perniciosos aos direitos gerais, no mais das vezes já corrompeu mandatos anteriores e continuará corrompendo, pressionando, boicotando, conspirando, sempre no sentido de manter e ampliar seus poderes e privilégios sociais, explorando o trabalho alheio, desviando funções públicas em seu benefício, como já fizeram seus antepassados e como seus filhos continuarão fazendo, assim pretendem, ao longo do exercício do poder dito público. Não é à toa que a dívida pública – que o público não imagina como foi feita e da qual nunca viu nenhum benefício – leva quase a metade do orçamento do país (já levou mais) só como pagamento dos juros e “amortizações” dessa dívida que nunca foi explicada e que passou por uma CPI de fachada boicotada pela mídia, que não divulgou os entraves postos no caminho das investigações desse desfalque monstruoso no orçamento de uma sociedade com tantos milhões atirados ao abandono educacional, sanitário, trabalhista, enfim, uma coletividade com tantas necessidades prementes e não atendidas, apesar de serem obrigações constitucionais do Estado.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;Não me admira o fracasso dessas manifestações em nosso continente, apesar de haver exceções, como o Chile, em meio a uma ebulição política que favorece a reflexão, a consciência e a participação em todos os atos de contestação ao modo vigente. A tendência das “lideranças” que observo é a do arrebanhamento, muito poucos se dispõem a conscientizar de verdade, se conscientizando ao mesmo tempo, pra manter a humildade e não expor uma postura de “sigam-me, eu sei a verdade”, tão ridícula quanto ineficaz. Percebo uma sensação de escaldamento com guias e líderes. Creio que o povo precisa menos dessas figuras e mais de consciência. E que ninguém está acima de ninguém nesse trabalho e que quem sabe mais tem maior responsabilidade e não superioridade pessoal. Que desça do seu pedestal e caminhe no meio do povo, aprendendo sua linguagem pra poder comunicar o que sabe, sem cobrar conhecimentos que foram intencionalmente negados à maioria. Se alguém não percebe o condicionamento implantado no inconsciente que dá origem à sensação e busca de superioridade pessoal sobre os demais, seja materialmente, intelectualmente, espiritualmente ou de qualquer forma, sua atuação ao invés de revolucionária servirá de reforço da farsa montada como democracia, berrando sua oposição, seus insultos e seus protestos, de forma inofensiva ao sistema, desagregando ao invés de agregar, formando rebanhos ao invés de consciências, trabalhando no modo pastores e rebanhos e simulando democracia como a própria sociedade, na estrutura em vigor.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 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color: #333333; font-family: Arial, Helvetica; font-size: 12px; line-height: 21px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id="stats" style="display: block; font: normal normal normal 0.8em/normal Arial; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 4px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 4px; text-transform: uppercase;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 20px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;OUTUBRO 15, 2011&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 20px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="entry clearfloat" style="border-bottom-color: rgb(204, 204, 204); border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; display: block; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; position: relative;"&gt;&lt;h3 style="color: #cc0001; font-weight: bold; font: normal normal normal 1.3em/normal Arial; margin-bottom: 3px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Incidentes em Roma, durante a Marcha Mundial das "indignados"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div class="aligner aligncenter" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;div class="wp-caption aligncenter" id="attachment_128443" style="background-color: #f3f3f3; border-bottom-color: rgb(221, 221, 221); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(221, 221, 221); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(221, 221, 221); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(221, 221, 221); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; font-size: 11px; line-height: 1.2em; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; margin-right: auto; margin-top: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 4px; text-align: center; width: 590px;"&gt;&lt;img alt="Centenas de jovens confronto com a polícia em Roma.  Foto: Reuters" class="size-large wp-image-128443" height="312" src="http://www.cubadebate.cu/wp-content/uploads/2011/10/roma-indignados-580x312.jpg" style="border-bottom-color: rgb(204, 204, 204); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(204, 204, 204); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(204, 204, 204); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(204, 204, 204); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 10px; margin-top: 0px; padding-bottom: 2px; padding-left: 2px; padding-right: 2px; padding-top: 2px;" title="Roma indignada" width="580" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="wp-caption-text" style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Centenas de jovens confronto com a polícia em Roma.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Foto: Reuters&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;O Roman Plaza San Juan de Letrán, ponto de chegada do movimento italiano contra os ajustes aplicados por Silvio Berlusconi e os governos da Europa em crise, de repente se tornou um campo de batalha.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Polícia e manifestantes reprimidos respondeu atirando pedras de pavimentação e granadas de fumaça contra a patrulha.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Foram registrados cerca de 70 feridos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Outro grupo de pessoas foi para um anexo ao Ministério da Defesa, perto do Coliseu, e queimados na testa, bem como dezenas de carros.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Enquanto isso, em diferentes países foram mobilizados para os principais edifícios do poder financeiro e político, sob o lema: "A partir de indignação para a ação.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Nossas vidas e os seus benefícios. "&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;As três principais confederações sindicais e os sindicatos de estudantes juntou-se à demonstração, inspirado no "indigno" de Madrid.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;"Uma solução, revolução" "Nós não são de propriedade nas mãos dos banqueiros", orou alguns dos banners dos manifestantes começaram a sua marcha.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;"Hoje é apenas o começo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Queremos avançar no sentido de um movimento global ", disse um estudante que participou do protesto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;No início da marcha, desconhecidos quebraram as fachadas de dois bancos na Via Cavour, com sinais de trânsito, e em seguida fugiram.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Vários veículos foram queimados, assim como um anexo do Ministério da Defesa.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Um grupo carregava um caixão com o nome do primeiro-ministro Silvio Berlusconi.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Da manhã, uma forte presença da polícia implantado no centro da capital.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Os oficiais principalmente proteger os locais-chave de poder, como Presidente da República, a sede do Parlamento e da residência privada do primeiro-ministro, Silvio Berlusconi.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Segundo um manifestante, 50 anos, a polícia transformou o evento "em apuros".&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Poderíamos ter se reuniram pacificamente, disse ele.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Perto da praça, onde o tráfego não foi interrompido, alguns carros de luxo foram recebidos com pedras.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Outros em ziguezague entre o lixo queimado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style="color: #cc0001; font-weight: bold; font: normal normal normal 1.3em/normal Arial; margin-bottom: 3px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;O criador do WikiLeaks com a "raiva" em Londres&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div class="aligner aligncenter" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;div class="wp-caption aligncenter" id="attachment_128440" style="background-color: #f3f3f3; border-bottom-color: rgb(221, 221, 221); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(221, 221, 221); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(221, 221, 221); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(221, 221, 221); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; font-size: 11px; line-height: 1.2em; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; margin-right: auto; margin-top: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 4px; text-align: center; width: 590px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Na Grã-Bretanha, a mobilização contra os ajustes de demanda e mudanças nos sistemas político e econômico culminou em frente à Catedral de St. Paul, no distrito financeiro, onde fez uma participação especial surpresa e Julian Assange, que naquele país enfrenta uma extradição para a Suécia.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;"Nós não podemos ser máscaras anônimos e uso, mas os bancos suíços se pode", disse ele sob aplausos da multidão.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Europa.Durante participação maciça na sua intervenção curta no palco improvisado dos passos da catedral, Assange criticou que "o povo enviado para Guantanamo a obedecer à lei, enquanto o dinheiro é" lavado "com impunidade nas Ilhas Cayman e Londres ".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Na capital britânica, o "indignado" não conseguiu cumprir sua meta de tornar o principal evento na Praça Pasternoster, que foi cercada pela polícia para a especulação de que haveria uma tentativa de tomar a sede da London Stock Exchange.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Este contratempo não impediu que vários milhares, incluindo um grande grupo de campeões espanhóis da 15M-motion movimento que surgiu em referência ao passado, 15 de maio de sinal de protesto em mão, contra os excessos do sistema financeiro e para exigir mais democracia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Localizado às portas da Catedral de St. Paul, os manifestantes, entre 3.500 e 5.000 pessoas, segundo estimativas da BBC, chamado por Ocupar LSX 15M e do grupo em Londres, entre outros, realizou reuniões para decidir como evoluir protesto, sem excluir acampar durante a noite, se a polícia o permitam.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style="color: #cc0001; font-weight: bold; font: normal normal normal 1.3em/normal Arial; margin-bottom: 3px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Participação massiva na Europa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div class="aligner aligncenter" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;div class="wp-caption aligncenter" id="attachment_128439" style="background-color: #f3f3f3; border-bottom-color: rgb(221, 221, 221); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(221, 221, 221); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(221, 221, 221); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(221, 221, 221); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; font-size: 11px; line-height: 1.2em; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; margin-right: auto; margin-top: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 4px; text-align: center; width: 590px;"&gt;&lt;img alt="Aspecto da Puerta del Sol de Madrid, depois de oito horas.  Foto: O País" class="size-large wp-image-128439" height="386" src="http://www.cubadebate.cu/wp-content/uploads/2011/10/madrid-indignados-580x386.jpg" style="border-bottom-color: rgb(204, 204, 204); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(204, 204, 204); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(204, 204, 204); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(204, 204, 204); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 10px; margin-top: 0px; padding-bottom: 2px; padding-left: 2px; padding-right: 2px; padding-top: 2px;" title="madrid-chocado" width="580" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="wp-caption-text" style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Aspecto da Puerta del Sol de Madrid, depois de oito horas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Foto: O País&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Os "indignados" Os europeus se mudou para os principais edifícios do poder financeiro e político dos diferentes países.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;O mais convener foi a Espanha, onde realizou comícios em 80 cidades e vilas para protestar contra cortes de bem-estar e insegurança no emprego.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;O maior protesto foi realizado em Madrid, onde uma multidão correu a milha que separa a Plaza de Cibeles e da emblemática Puerta del Sol, que começou há cinco meses movimento indignada de 15M.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Em Barcelona, ​​cerca de 60 000 pessoas estavam na Plaza Catalunya, com um banner que dizia: "A partir de indignação para a ação.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Nossas vidas e os seus benefícios. "&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Na Alemanha, cerca de 40.000 pessoas, segundo estimativas do movimento anti-globalização ATTAC participou em manifestações por todo o país com a maior concentração na sede do Banco Central Europeu em Frankfurt e no Ministério das Relações Exteriores.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;A marcha pacífica discursou em Berlim, embora tenha havido ameaças de tumultos na altura da sede do Parlamento, alegando cerca de 200 jovens que haviam quebrado a partir do grande grupo invadiu o prédio, onde um forte contingente policial isolou a área.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Em Atenas, centenas de "indignados" gregos concentraram-se em Syntagma Square, cercado por forte esquema de segurança e se tornou um símbolo de protesto contra a política de cortes aplicada pelo governo para evitar a falência.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Em Bruxelas, milhares marcharam pelo centro da cidade e se reuniram em frente as principais instituições da União Europeia.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Eles carregavam cartazes criticando a resposta europeia à crise financeira, o sistema capitalista em favor da mobilização.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Em Portugal foi também um outro cenário em que dezenas de milhares de pessoas em várias partes do país em resposta ao apelo lançado em 82 países pelo movimento chamado indignados.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;O primeiro dia de protesto despertou na Oceania e na Ásia, onde a participação era desigual com os países onde for proibido ou restrito em concentrações locais públicos, tais como Cingapura ou China, enquanto na Austrália ou Nova Zelândia destacou a eventos festivos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style="color: #cc0001; font-weight: bold; font: normal normal normal 1.3em/normal Arial; margin-bottom: 3px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;U. S. Protestos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div class="aligner aligncenter" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;div class="wp-caption aligncenter" id="attachment_128442" style="background-color: #f3f3f3; border-bottom-color: rgb(221, 221, 221); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(221, 221, 221); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(221, 221, 221); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(221, 221, 221); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; font-size: 11px; line-height: 1.2em; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; margin-right: auto; margin-top: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 4px; text-align: center; width: 590px;"&gt;&lt;img alt="Ocupam os membros do movimento foram Wall Street escoltado pela polícia em Nova York.  Foto: Reuters" class="size-large wp-image-128442" height="311" src="http://www.cubadebate.cu/wp-content/uploads/2011/10/nueva-york-indignados-580x311.jpg" style="border-bottom-color: rgb(204, 204, 204); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(204, 204, 204); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(204, 204, 204); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(204, 204, 204); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 10px; margin-top: 0px; padding-bottom: 2px; padding-left: 2px; padding-right: 2px; padding-top: 2px;" title="Indignado New York" width="580" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="wp-caption-text" style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Ocupam os membros do movimento foram Wall Street escoltado pela polícia em Nova York.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Foto: Reuters&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;No âmbito da Marcha Internacional da "Angry", centenas de pessoas se reuniram perto do Monumento a Washington, na capital dos EUA, e contra uma afiliada da JPMorgan Chase, a "Big Apple" para protestar contra o poder dos grandes bancos e postos de trabalho exigente.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;"Chase foi salva com dinheiro dos impostos, vendemos", gritavam os manifestantes através de alto-falantes.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;JPMorgan Chase é o banco que ganha mais do que tudo de Wall Street e foi um dos vencedores no âmbito da crise financeira.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Seu chefe, Jamie Dimon, é um dos críticos mais severos de uma possível regulamentação mais apertada dos bancos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Portanto, os manifestantes conclamaram seus clientes a cancelar as suas contas no Chase e abrir outros bancos menores.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Os protestos, que juntou vários sindicalistas, foram acompanhadas por um envio de forças policiais pesados.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Apesar de nos dias anteriores houve confrontos com a polícia e prisões, o movimento de protesto "Ocupar Wall Street", em Nova York foram pacíficas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;O pedido é simples: que os bancos têm menos poder e os ricos pagam mais impostos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;À tarde, membros do movimento se reuniram com estudantes que protestavam que têm dívidas, que são estudos tão caro.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;As universidades americanas são famosos por suas altas taxas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Mais tarde, o evento foi para a Times Square, ponto focal da cidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;"Eu não posso acreditar que todas as pessoas aqui.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Dificilmente pode-se mover ", disse um pedestre.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;A polícia cercou o local, para que o espaço era ainda menor.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;A operação também envolveu a RCMP.&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Finalmente, a polícia fechou algumas ruas ao trânsito para dar espaço para os manifestantes.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;"Isso é democracia", exclamou vários manifestantes, que gritavam também o grito de guerra: "Nós somos 99 por cento."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;O protesto é que os ricos paguem mais impostos, têm reformas sociais e regulamentos para os bancos.&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Turistas gastaram em autocarro turístico típicas perto da praça parabenizou os manifestantes.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Também na capital dos EUA, Washington, cerca de mil pessoas foram às ruas para protestar contra a elevada taxa de desemprego.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Na "Marcha sobre Washington por empregos e justiça" também participou várias defensores dos direitos civis e sindicatos, um dia antes de ter sido inaugurado oficialmente em Martin Luther King Jr. Memorial.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;"É hora de ocupar Wall Street, que ocupamos Washington, Alabama que ocupamos", disse o reverendo Al Sharpton, líder dos direitos civis nos Estados Unidos e um dos organizadores da marcha.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style="color: #cc0001; font-weight: bold; font: normal normal normal 1.3em/normal Arial; margin-bottom: 3px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Com menos de eco na América Latina&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div class="aligner aligncenter" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;div class="wp-caption aligncenter" id="attachment_128441" style="background-color: #f3f3f3; border-bottom-color: rgb(221, 221, 221); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(221, 221, 221); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(221, 221, 221); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(221, 221, 221); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; font-size: 11px; line-height: 1.2em; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; margin-right: auto; margin-top: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 4px; text-align: center; width: 590px;"&gt;&lt;img alt="Cerca de 5.000 pessoas se reuniram na capital do Chile, como estimado pelas forças de segurança do país.  Foto: AFP" class="size-large wp-image-128441" height="385" src="http://www.cubadebate.cu/wp-content/uploads/2011/10/santiago-de-chile-indignados-580x385.jpg" style="border-bottom-color: rgb(204, 204, 204); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(204, 204, 204); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(204, 204, 204); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(204, 204, 204); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 10px; margin-top: 0px; padding-bottom: 2px; padding-left: 2px; padding-right: 2px; padding-top: 2px;" title="Santiago de Chile Indignado" width="580" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="wp-caption-text" style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Cerca de 5.000 pessoas se reuniram na capital do Chile, como estimado pelas forças de segurança do país.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Foto: AFP&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;A mobilização maciça internacional "ultrajado", que aconteceu em pelo menos 95 cidades, pouco se ouviu falar de países do Cone Sul.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Na Argentina, um pouco menos de uma centena de manifestantes foram detidos em frente ao Congresso.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Na Venezuela, presidente Hugo Chávez apoiou-o e disse "são o resultado da pobreza que afeta a classe média".&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Em Santiago do Chile marcharam cerca de 100 000, segundo os organizadores.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;E no Brasil, onde ele tinha chamado eventos em 44 cidades, o comparecimento às urnas foi tão baixo que no Rio de Janeiro houve 37 manifestantes.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;O maior protesto foi realizado em Madrid, onde uma multidão correu a milha que separa a Plaza de Cibeles e da emblemática Puerta del Sol, que começou há cinco meses movimento indignada de 15M.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Em Barcelona, ​​cerca de 60 000 pessoas estavam na Plaza Catalunya, com um banner que dizia: "A partir de indignação para a ação.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Nossas vidas e os seus benefícios. "&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Na Alemanha, cerca de 40.000 pessoas, segundo estimativas do movimento anti-globalização ATTAC participou em manifestações por todo o país com a maior concentração na sede do Banco Central Europeu em Frankfurt e no Ministério das Relações Exteriores.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;A marcha pacífica discursou em Berlim, embora tenha havido ameaças de tumultos na altura da sede do Parlamento, alegando cerca de 200 jovens que haviam quebrado a partir do grande grupo invadiu o prédio, onde um forte contingente policial isolou a área.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Em Atenas, centenas de "indignados" gregos concentraram-se em Syntagma Square, cercado por forte esquema de segurança e se tornou um símbolo de protesto contra a política de cortes aplicada pelo governo para evitar a falência.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Em Bruxelas, milhares marcharam pelo centro da cidade e se reuniram em frente as principais instituições da União Europeia.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Eles carregavam cartazes criticando a resposta europeia à crise financeira, o sistema capitalista em favor da mobilização.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Em Portugal foi também um outro cenário em que dezenas de milhares de pessoas em várias partes do país em resposta ao apelo lançado em 82 países pelo movimento chamado indignados.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;O primeiro dia de protesto despertou na Oceania e na Ásia, onde a participação era desigual com os países onde for proibido ou restrito em concentrações locais públicos, tais como Cingapura ou China, enquanto na Austrália ou Nova Zelândia destacou a eventos festivos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Durante seu breve discurso no palco improvisado dos passos da catedral, Assange criticou que "o povo enviado para Guantanamo a obedecer à lei, enquanto o dinheiro é" lavado "com impunidade nas Ilhas Cayman e em Londres."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Na capital britânica, o "indignado" não conseguiu cumprir sua meta de tornar o principal evento na Praça Pasternoster, que foi cercada pela polícia para a especulação de que haveria uma tentativa de tomar a sede da London Stock Exchange.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Este contratempo não impediu que vários milhares, incluindo um grande grupo de campeões espanhóis da 15M-motion movimento que surgiu em referência ao passado, 15 de maio de sinal de protesto em mão, contra os excessos do sistema financeiro e para exigir mais democracia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Localizado às portas da Catedral de St. Paul, os manifestantes, entre 3.500 e 5.000 pessoas, segundo estimativas da BBC, chamado por Ocupar LSX 15M e do grupo em Londres, entre outros, realizou reuniões para decidir como evoluir protesto, sem excluir acampar durante a noite, se a polícia o permitam.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;strong style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;(Com informações de agências / Página 12)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;strong style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="aligner aligncenter" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;div class="wp-caption aligncenter" id="attachment_128444" style="background-color: #f3f3f3; border-bottom-color: rgb(221, 221, 221); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(221, 221, 221); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(221, 221, 221); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(221, 221, 221); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; font-size: 11px; line-height: 1.2em; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; margin-right: auto; margin-top: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 4px; text-align: center; width: 590px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="wp-caption-text" style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="aligner aligncenter" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;div class="wp-caption aligncenter" id="attachment_128324" style="background-color: #f3f3f3; border-bottom-color: rgb(221, 221, 221); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(221, 221, 221); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(221, 221, 221); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(221, 221, 221); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; font-size: 11px; line-height: 1.2em; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; margin-right: auto; margin-top: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 4px; text-align: center; width: 590px;"&gt;&lt;img alt="Manifestantes com uma bandeira dos EUA  anexado à boca, segurando cartazes em Zuccotti Park, perto de Wall Street, em Nova York.  Foto: Reuters" class="size-large wp-image-128324" height="386" src="http://www.cubadebate.cu/wp-content/uploads/2011/10/an-occupy-wall-street-pro-012-580x386.jpg" style="border-bottom-color: rgb(204, 204, 204); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(204, 204, 204); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(204, 204, 204); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(204, 204, 204); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 10px; margin-top: 0px; padding-bottom: 2px; padding-left: 2px; padding-right: 2px; padding-top: 2px;" title="Ocupam Wall Street em Nova York" width="580" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="wp-caption-text" style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Manifestantes com uma bandeira dos EUA&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;anexado à boca, segurando cartazes em Zuccotti Park, perto de Wall Street, em Nova York.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Foto: Reuters&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="aligner aligncenter" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;div class="wp-caption aligncenter" id="attachment_128323" style="background-color: #f3f3f3; border-bottom-color: rgb(221, 221, 221); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(221, 221, 221); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(221, 221, 221); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(221, 221, 221); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; font-size: 11px; line-height: 1.2em; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; margin-right: auto; margin-top: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 4px; text-align: center; width: 590px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="wp-caption-text" style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="aligner aligncenter" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;div class="wp-caption aligncenter" id="attachment_128333" style="background-color: #f3f3f3; border-bottom-color: rgb(221, 221, 221); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(221, 221, 221); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(221, 221, 221); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(221, 221, 221); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; font-size: 11px; line-height: 1.2em; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; margin-right: auto; margin-top: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 4px; text-align: center; width: 590px;"&gt;&lt;img alt="Ocupam Hong Kong.  Foto: AP" class="size-large wp-image-128333" height="399" src="http://www.cubadebate.cu/wp-content/uploads/2011/10/a-protester-at-an-occupy-006-580x399.jpg" style="border-bottom-color: rgb(204, 204, 204); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(204, 204, 204); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(204, 204, 204); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(204, 204, 204); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 10px; margin-top: 0px; padding-bottom: 2px; padding-left: 2px; padding-right: 2px; padding-top: 2px;" title="Ultrajados em Hong Kong" width="580" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="wp-caption-text" style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Ocupam Hong Kong.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Foto: AP&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="aligner aligncenter" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;div class="wp-caption aligncenter" id="attachment_128332" style="background-color: #f3f3f3; border-bottom-color: rgb(221, 221, 221); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(221, 221, 221); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(221, 221, 221); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(221, 221, 221); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; font-size: 11px; line-height: 1.2em; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; margin-right: auto; margin-top: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 4px; text-align: center; width: 590px;"&gt;&lt;img alt="Ocupam na Austrália.  Foto: AFP" class="size-large wp-image-128332" height="410" src="http://www.cubadebate.cu/wp-content/uploads/2011/10/a-protester-at-the-occupy-005-580x410.jpg" style="border-bottom-color: rgb(204, 204, 204); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(204, 204, 204); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(204, 204, 204); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(204, 204, 204); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 10px; margin-top: 0px; padding-bottom: 2px; padding-left: 2px; padding-right: 2px; padding-top: 2px;" title="Austrália indignado" width="580" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="wp-caption-text" style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Ocupam na Austrália.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Foto: AFP&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="aligner aligncenter" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;div class="wp-caption aligncenter" id="attachment_128331" style="background-color: #f3f3f3; border-bottom-color: rgb(221, 221, 221); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(221, 221, 221); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(221, 221, 221); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(221, 221, 221); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; font-size: 11px; line-height: 1.2em; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; margin-right: auto; margin-top: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 4px; text-align: center; width: 590px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="wp-caption-text" style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="aligner aligncenter" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;div class="wp-caption aligncenter" id="attachment_128330" style="background-color: #f3f3f3; border-bottom-color: rgb(221, 221, 221); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(221, 221, 221); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(221, 221, 221); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(221, 221, 221); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; font-size: 11px; line-height: 1.2em; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; margin-right: auto; margin-top: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 4px; text-align: center; width: 590px;"&gt;&lt;img alt="Ocupam Austrália.  Foto: AFP" class="size-large wp-image-128330" height="386" src="http://www.cubadebate.cu/wp-content/uploads/2011/10/protesters-at-the-occupy-002-580x386.jpg" style="border-bottom-color: rgb(204, 204, 204); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(204, 204, 204); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(204, 204, 204); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(204, 204, 204); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 10px; margin-top: 0px; padding-bottom: 2px; padding-left: 2px; padding-right: 2px; padding-top: 2px;" title="Ocupam Austrália.  Foto: AFP" width="580" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="wp-caption-text" style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Ocupam Austrália.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Foto: AFP&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="aligner aligncenter" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;div class="wp-caption aligncenter" id="attachment_128329" style="background-color: #f3f3f3; border-bottom-color: rgb(221, 221, 221); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(221, 221, 221); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(221, 221, 221); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(221, 221, 221); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; font-size: 11px; line-height: 1.2em; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; margin-right: auto; margin-top: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 4px; text-align: center; width: 590px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="wp-caption-text" style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="aligner aligncenter" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;div class="wp-caption aligncenter" id="attachment_128328" style="background-color: #f3f3f3; border-bottom-color: rgb(221, 221, 221); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(221, 221, 221); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(221, 221, 221); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(221, 221, 221); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; font-size: 11px; line-height: 1.2em; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; margin-right: auto; margin-top: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 4px; text-align: center; width: 410px;"&gt;&lt;img alt="Ocupam Tóquio.  Foto: Reuters" class="size-full wp-image-128328" height="512" src="http://www.cubadebate.cu/wp-content/uploads/2011/10/an-occupy-tokyo-protester-001.jpg" style="border-bottom-color: rgb(204, 204, 204); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(204, 204, 204); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(204, 204, 204); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(204, 204, 204); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 10px; margin-top: 0px; padding-bottom: 2px; padding-left: 2px; padding-right: 2px; padding-top: 2px;" title="Ultrajado no Japão" width="400" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="wp-caption-text" style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="aligner aligncenter" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;div class="wp-caption aligncenter" id="attachment_128338" style="background-color: #f3f3f3; border-bottom-color: rgb(221, 221, 221); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(221, 221, 221); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(221, 221, 221); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(221, 221, 221); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; font-size: 11px; line-height: 1.2em; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; margin-right: auto; margin-top: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 4px; text-align: center; width: 590px;"&gt;&lt;img alt="Manifestantes ea polícia italiana em uma nuvem de fumaça no centro de Roma.  Foto: AFP" class="size-large wp-image-128338" height="385" src="http://www.cubadebate.cu/wp-content/uploads/2011/10/indignados-roma-580x385.jpg" style="border-bottom-color: rgb(204, 204, 204); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(204, 204, 204); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(204, 204, 204); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(204, 204, 204); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 10px; margin-top: 0px; padding-bottom: 2px; padding-left: 2px; padding-right: 2px; padding-top: 2px;" title="Roma indignada" width="580" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="wp-caption-text" style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Manifestantes ea polícia italiana em uma nuvem de fumaça no centro de Roma.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Foto: AFP&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="aligner aligncenter" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;div class="wp-caption aligncenter" id="attachment_128337" style="background-color: #f3f3f3; border-bottom-color: rgb(221, 221, 221); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(221, 221, 221); border-left-style: solid; 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No final do documentário, os originários comemoram o reconhecimento legal, pelo Estado, dos seus direitos e das ilegalidades cometidas por empresas imobiliária, obcecadas na construção do bairro Noroeste, em sua ânsia de lucro a qualquer preço, mesmo a vida da natureza e dos habitantes ancestrais. Era uma vitória, sem dúvida.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Mas os empresários, quando derrotados nos impulsos destruidores da sua ambição, não desistem. Apenas recuam até que as coisas esfriem, rosnando no escuro e atiçando seu departamento jurídico para estar alerta a qualquer possibilidade de reverter a decisão, sempre a qualquer custo, desde que seja custo a outros e não a si mesmos. Desta vez não foi diferente.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Quinta-feira de manhã, dia 13 de outubro, máquinas entraram na terra indígena, derrubando a mata. Indígenas e apoiadores se dispuseram a impedir, mas foram atacados por cerca de 30 seguranças contratados pela construtora. Houve vários feridos, entre homens, mulheres e adolescentes, uma área foi desmatada a 100 metros da aldeia. Ver matéria em &lt;a href="http://www.cimi.org.br/site/pt-br/?system=news&amp;amp;action=read&amp;amp;id=5847"&gt;http://www.cimi.org.br/site/pt-br/?system=news&amp;amp;action=read&amp;amp;id=5847&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Há um histórico e um respiro na matéria de 14 de outubro, sem que se possa esquecer que a vigilância deve ser firme. A dívida com os povos originários é vergonhosa para nossa sociedade, para a humanidade inteira e de cada um. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://www.cimi.org.br/site/pt-br/?system=news&amp;amp;conteudo_id=5850&amp;amp;action=read"&gt;http://www.cimi.org.br/site/pt-br/?system=news&amp;amp;conteudo_id=5850&amp;amp;action=read&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Aos que puderem prestar solidariedade ou se manifestar a respeito, agora é a hora para essas pessoas que há tanto tempo lutam em condições adversas, sendo invariavelmente criminalizadas, difamadas, perseguidas, sabotadas, mas que permanecem lutando contra os inimigos gigantes, cruéis e covardes. A desigualdade da luta pede a solidariedade de todos, a indignação de todos. Esse “desenvolvimento” mentiroso e destrutivo deve ser revelado e eliminado. Precisamos nos solidarizar com os povos originários e perceber como são desprezíveis os argumentos de seus desumanos algozes do momento, que perpetuam o genocídio indireto que mata a alma dos povos. Um desenvolvimento a esse custo não vale a pena, assim como há benefícios materiais que não valem, nem de longe, os prejuízos morais, ambientais, sociais e, nesse caso, culturais.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Eduardo Marinho, em 14 de outubro de 2011&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7792421741724370008-6499452375830409102?l=observareabsorver.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://observareabsorver.blogspot.com/feeds/6499452375830409102/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/10/o-santuario-dos-pajes-sob-ataque.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/6499452375830409102'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/6499452375830409102'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/10/o-santuario-dos-pajes-sob-ataque.html' title='O Santuário dos Pajés sob ataque'/><author><name>Observar e absorver</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02314866102775937984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-kVY26NUEpvI/TZK1UsnVd2I/AAAAAAAAAuE/qZENa37Ph2w/s220/18%2Bde%2Bmar%25C3%25A7o%2Bde%2B2011%2B025.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7792421741724370008.post-295968705604002196</id><published>2011-10-09T20:44:00.000-03:00</published><updated>2011-10-09T20:44:02.898-03:00</updated><title type='text'>O descontentamento social se estende pelos Estados Unidos</title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: solid #DDDDDD 1.0pt; border-left: none; border-right: none; border-top: solid #DDDDDD 2.25pt; mso-border-bottom-alt: solid #DDDDDD .75pt; mso-border-top-alt: solid #DDDDDD 2.25pt; mso-element: para-border-div; padding: 4.0pt 0cm 4.0pt 0cm;"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border: none; line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-border-bottom-alt: solid #DDDDDD .75pt; mso-border-top-alt: solid #DDDDDD 2.25pt; mso-outline-level: 2; mso-padding-alt: 4.0pt 0cm 4.0pt 0cm; padding: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Georgia, serif; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border: none; line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-border-bottom-alt: solid #DDDDDD .75pt; mso-border-top-alt: solid #DDDDDD 2.25pt; mso-outline-level: 2; mso-padding-alt: 4.0pt 0cm 4.0pt 0cm; padding: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; color: #333333; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 7pt; text-transform: uppercase;"&gt;8 OCTUBRE 2011&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15.75pt; margin-bottom: 11.25pt;"&gt;&lt;v:shapetype coordsize="21600,21600" filled="f" id="_x0000_t75" o:preferrelative="t" o:spt="75" path="m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe" stroked="f"&gt;  &lt;v:stroke joinstyle="miter"&gt;  &lt;v:formulas&gt;   &lt;v:f eqn="if lineDrawn pixelLineWidth 0"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @0 1 0"&gt;   &lt;v:f eqn="sum 0 0 @1"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @2 1 2"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelWidth"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelHeight"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @0 0 1"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @6 1 2"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelWidth"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @8 21600 0"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelHeight"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @10 21600 0"&gt;  &lt;/v:f&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;/v:formulas&gt;  &lt;v:path gradientshapeok="t" o:connecttype="rect" o:extrusionok="f"&gt;  &lt;o:lock aspectratio="t" v:ext="edit"&gt; &lt;/o:lock&gt;&lt;/v:path&gt;&lt;/v:stroke&gt;&lt;/v:shapetype&gt;&lt;v:shape alt="Descrição: ocupa-wall-street" id="Imagem_x0020_1" o:spid="_x0000_s1026" style="height: 187.5pt; margin-left: 0; margin-top: 0; mso-position-horizontal-relative: text; mso-position-horizontal: left; mso-position-vertical-relative: text; mso-position-vertical: top; mso-wrap-distance-bottom: 0; mso-wrap-distance-left: 9pt; mso-wrap-distance-right: 9pt; mso-wrap-distance-top: 0; mso-wrap-style: square; position: absolute; visibility: visible; width: 225pt; z-index: 251658240;" type="#_x0000_t75"&gt;  &lt;v:imagedata o:title="ocupa-wall-street" src="file:///C:\Users\AsusTek\AppData\Local\Temp\msohtmlclip1\01\clip_image001.jpg"&gt;  &lt;w:wrap type="square"&gt; &lt;/w:wrap&gt;&lt;/v:imagedata&gt;&lt;/v:shape&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; color: #333333; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;&lt;br clear="all" /&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15.75pt; margin-bottom: 11.25pt;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; color: #333333; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;Ao completar 21 dias, o movimento Ocuppy Wall Street gerou expressões de protesto contra a desigualdade econômica e o poder financeiro em 45 dos 50 estados do país e se tornou assunto cotidiano nos meios de comunicação, nos estágios de poder de cúpula e nas ruas de dezenas de cidades.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15.75pt; margin-bottom: 11.25pt;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; color: #333333; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“Somos 99 por cento” é um grito ouvido e visto de Tampa, na Flórida, a Portland, no Oregon (onde, de acordo com alguns meios de comunicação, 10 mil pessoas se manifestaram, na quinta-feira) e hoje montaram plantões e/ou realizaram marchas em San Diego, San Francisco, Minneapolis (onde se estabeleceu uma Praça do Povo, em frente à prefeitura local), Tampa e Atlanta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15.75pt; margin-bottom: 11.25pt;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; color: #333333; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;A ocupação de Washington entrou em seu segundo dia, com cerca de 300 pessoas realizando uma assembleia geral, para definir agenda e ações, depois das marchas de ontem. Segundo os organizadores, há iniciativas, reuniões e outras atividades relacionadas, em 900 cidades e povoados. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15.75pt; margin-bottom: 11.25pt;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; color: #333333; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;Aqui na Praça Liberdade, a duas quadras de Wall Street, o plantão estabelecido em 17 de setembro continua gerando ecos em âmbito nacional e internacional.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15.75pt; margin-bottom: 11.25pt;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; color: #333333; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;&amp;nbsp;Hoje cerca de 200 representantes da comunidade haitiana em Nova Iorque cruzaram a ponte do Brooklin e caminharam até a praça cantando “Ocupe Wall Street, não o Haiti”. Foram recebidos por um contingente de igual número de ocupantes da praça e caminharam juntos até o plantão. “Os mesmos banqueiros e capitalistas que estão levando os estadunidenses à pobreza, ao endividamento e à situação de sem teto empobreceram &amp;nbsp;os haitianos durante décadas... a comunidade haitiana demonstrará sua solidariedade com os milhares que estão se levantando contra a avareza e a crise capitalistas”, declararam no seu comunicado público.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15.75pt; margin-bottom: 11.25pt;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; color: #333333; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;À tarde, no forum diário, manifestantes e simpatizantes ouviram os acadêmicos gregos sobre o movimento de resistência contra a austeridade na Grécia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15.75pt; margin-bottom: 11.25pt;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; color: #333333; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;Aqui seguem os estudantes, agora acompanhados de sindicalistas, desempregados, profissionais ambientalistas, veteranos de guerra, uma brigada de avós pela paz, religiosos, um mosaico a cada dia mais diversificado. Fala-se de uma multidão de demandas e assuntos e, diante das críticas de que não há um programa de propostas, afirmam que há muitas, mas que, em essência, o ponto é demonstrar que “assim é que se tem uma democracia”, com a participação de todos. “Estamos abrindo um espaço democrático no umbigo da besta, Wall Street”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 2.25pt; mso-outline-level: 3;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; color: #cc0001; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11.5pt;"&gt;Cada vez se unem mais&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15.75pt; margin-bottom: 11.25pt;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; color: #333333; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;Com o aumento das ações no contexto nacional e o apoio de diversos setores sociais, continua a dramática transformação desta iniciativa, que ao nascer estava conformada quase exclusivamente por jovens brancos privilegiados. Agora alguns já chamam “movimento” a este esforço que começa a aglutinar os principais sindicatos e organizações sociais e comunitárias de todo tipo, elevando-se ao perfil de nova expressão social no panorama político nacional.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15.75pt; margin-bottom: 11.25pt;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; color: #333333; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“Este movimento de protesto, &amp;nbsp;Wall Street, contra a desigualdade econômica e social já aparece em 45 estados”, disse o noticiário nacional da NBC News. Na Praça Liberdade (Liberty Place), disse o repórter, não só há mais organização a cada dia, como receberam dezenas de milhares de dólares em doações, além de roupas, alimentos e mais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15.75pt; margin-bottom: 11.25pt;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; color: #333333; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;Para outros noticiários, o fenômeno é reportado com seriedade, mas chega a ser cômico. Por exemplo, na CNN o subtítulo afirmava: “protestos de Wall Street explodem; expressam a ira contra os sistemas financeiros e políticos”. Enquanto isso, uma locutora resume: “há muita gente zangada lá fora”. E pergunta a sua repórter que está na praça se já é algo como a Praça Tahir, no Cairo, e a resposta é que isso está por se ver, que poderia ser. Aparentemente não se davam conta de que isso implicaria na derrubada do governo pelo movimento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15.75pt; margin-bottom: 11.25pt;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; color: #333333; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;Alguns analistas, comentaristas, acadêmicos e estrategistas políticos mais conhecidos debatem se é o início de uma expressão popular progressista, como uma espécie de contrapartida do ultraconservador Tea Party, se ajudará ou atrapalhará as perpectivas eleitorais de Barack Obama, se é uma expressão “efetiva” ou se pode “detonar uma revolução”. Por outro lado, os pré-candidatos presidenciais republicanos denunciam o Occupy Wall Street como perigoso, por promover “a guerra de classes” e por ser “anticapitalista” e, por isso, “anti-americana”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15.75pt; margin-bottom: 11.25pt;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; color: #333333; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;O economista prêmio Nobel, Paul Krugman, escreveu hoje, em sua coluna no New York Times, “algo está acontecendo aqui. O que é, não está bem claro, mas poderíamos, enfim, estar vendo o surgimento de um movimento popular que, diferente do Tea Party, está furioso com as pessoas &amp;nbsp;indicadas.” Acrescenta que “a acusação dos manifestantes de Wall Street, como uma força destrutiva, econômica e politicamente, é completamente correta”. Krungman adverte que “agora, com sindicatos e um número crescente de democratas expressando, pelo menos, um apoio qualificado aos manifestantes, Occupy Wall Street começa a ser visto como um ato importante que, eventualmente, poderia ser considerado um ponto crítico.” &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15.75pt; margin-bottom: 11.25pt;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; color: #333333; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;Em Nova Iorque, alguns se queixam da “incivilidade geral” na praça, e o ruído da incansável batucada, como disse um cidadão no programa de rádio de linha aberta com o prefeito Michael Bloomberg, membro destacado do um por cento mais rico do país. “Estamos agindo de maneira que o problema não cresça e protegendo os direitos de todos. Não há soluções fáceis aqui e só posso dizer que estamos trabalhando nisso”. Ainda que estivesse falando do “incômodo” físico que causava a manifestação, poderia muito bem estar falando politicamente a mesma coisa. Mas, ao que parece, já é tarde demais – “o problema” já cresceu.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15.75pt; margin-bottom: 7.5pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; color: #333333; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;&amp;nbsp;(Tomado de&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;a href="http://www.jornada.unam.mx/" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; color: #cc0001; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt; text-decoration: none;"&gt;La Jornada&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; color: #333333; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;)&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Boletim Cuba Debate de 9/10/2011&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15.75pt; margin-bottom: 7.5pt;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; color: #333333; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;Tradução – Eduardo Marinho&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7792421741724370008-295968705604002196?l=observareabsorver.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://observareabsorver.blogspot.com/feeds/295968705604002196/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/10/o-descontentamento-social-se-estende_09.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/295968705604002196'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/295968705604002196'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/10/o-descontentamento-social-se-estende_09.html' title='O descontentamento social se estende pelos Estados Unidos'/><author><name>Observar e absorver</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02314866102775937984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-kVY26NUEpvI/TZK1UsnVd2I/AAAAAAAAAuE/qZENa37Ph2w/s220/18%2Bde%2Bmar%25C3%25A7o%2Bde%2B2011%2B025.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7792421741724370008.post-5853655938666427443</id><published>2011-10-08T19:38:00.001-03:00</published><updated>2011-10-08T20:13:34.203-03:00</updated><title type='text'>Protestos Contra Wall Street chegam a Washington</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica; font-size: 12px; line-height: 21px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="aligner aligncenter" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;div class="wp-caption aligncenter" id="attachment_127308" style="background-color: #f3f3f3; border-bottom-color: rgb(221, 221, 221); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(221, 221, 221); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(221, 221, 221); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(221, 221, 221); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; font-size: 11px; line-height: 1.2em; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; margin-right: auto; margin-top: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 4px; text-align: center; width: 590px;"&gt;&lt;img alt="Occupy Wall Street llega a Washington. Foto: The Washington Post" class="size-large wp-image-127308" height="385" src="http://www.cubadebate.cu/wp-content/uploads/2011/10/occupy-580x385.jpg" style="border-bottom-color: rgb(204, 204, 204); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(204, 204, 204); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(204, 204, 204); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(204, 204, 204); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 10px; margin-top: 0px; padding-bottom: 2px; padding-left: 2px; padding-right: 2px; padding-top: 2px;" title="occupy wall street" width="580" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="wp-caption-text" style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Occupy Wall Street llega a Washington. Foto: The Washington Post&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;"É nossa primavera estadunidense!", grita um homem sobre um estrado armado em Washington, a dois passos da Casa Branca. Em frente a ele, centenas de simpatizantes dão início a uma ocupação contra a guerra no Afganistão e a "máquina capitalista" de Wall Street.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Barracas, sacos de dormir, tantãs. Quase três semanas após o começo das manifestações em Nova Iorque, reúnem-se várias centenas de pessoas, ecologistas, ex-combatentes ou simples "decepcionados de Obama", decididos a acampar, "até que chegue a mudança", na Praça da Liberdade (Freedom Plaza), entre a sede do Congresso e a Casa Branca.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;"Estamos trabalhando nesta concentração há um ano, muito antes do movimento Occupy Wall Street", diz Lisa Simeone, uma das organizadoras desta manifestação altamente simbólica, no coração da potência estadunidense.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Mas aqula mobilização amplificou a nossa, nos inspiramos mutuamente uns aos outros", acrescenta a locutora de rádio de Baltimore, em Maryland.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Na origem do movimento Stop the machine, create a new world (Parem a máquina, criemos um mundo novo) estão pacifistas chegados à cidade para se manifestar contra o décimo aniversário do começo da guerra no Afeganistão, além de mais de 150 associações de todo o país que se uniram à iniciativa.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;"As pessoas estão decepcionadas", explica o reverendo Bruce Wright, um dos organizadores que chegou da Flórida. "Estamos aqui em nome das pessoas a pé, para reclamar nossos direitos econômicos universais, o direito de ter um teto, uma profissão, o acesso gratuito à saúde."&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;"Nós também temos uma primavera estadunidense", afirmou, reivindicando a herança da primavera árabe. Como no norte da África, na Espanha e na Grécia, estamos aqui para reclamar um mundo justo e sustentável!"&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;a href="http://www.cubadebate.cu/noticias/2011/10/06/protestas-contra-wall-street-llegan-a-washington/"&gt;http://www.cubadebate.cu/noticias/2011/10/06/protestas-contra-wall-street-llegan-a-washington/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Agora eu:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Há alguns dias, setecentas pessoas foram detidas, em Nova Iorque, quando se encaminhavam para engrossar o cerco a Wall Street.&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Depois disso, Los Angeles, Chicago e mais setenta cidades se levantaram em manifestos. Agora, o movimento pela mudança chega a Washington, para revelar a consciência de que as grandes empresas, capitaneadas pelos&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;conglomerados financeiros, controlam os Estados e determinam as políticas públicas, formando a estrutura social absurda em que vivemos, atirando bilhões de pessoas à miséria e à ignorância, sabotando e cooptando o ensino, a saúde, a alimentação, a informação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;O movimento vem tarde, mas antes tarde do que nunca. As forças de segurança de há muito estão sendo preparadas para o levante geral que já é previsto faz tempo pelos controladores do sistema. A formação dos militares e das polícias os separa das populações, criou-se estrategicamente a mentalidade dos agentes de segurança, radicalmente anti-popular e particularmente anti-pobres, por serem esmagadora maioria. As reações serão terríveis. É preciso alguma iniciativa no sentido de conquistar mentes nas forças de repressão, de esclarecer os que ainda mantém alguma parcela de humanidade intacta, de tocar suas consciências. Estes devem ser os focos sensibilizadores, dentro dessas forças, para que tomem consciência do seu uso em favor opressão de pouquíssimos sobre as populações. É preciso mostrar–lhes que são parte do povo. &lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;O confronto só interessa aos dominantes, os senhores do mundo. E provocará milhares, senão milhões, de vítimas.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Há muito tempo se trabalha na revelação de que a vida, a estrutura social, os valores vigentes, os comportamentos, estão impregnados pela mentalidade criada para servir às empresas e impostas pela mídia. De que o Estado e suas estruturas estão dominadas pelo poder financeiro de muito poucas pessoas, com interesses gigantes como seu poder sobre as políticas públicas, criminosamente precárias para a maioria das populações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Analisemos criteriosamente nossos próprios valores, comportamentos e objetivos de vida e &lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;perceberemos o quanto colaboramos com o sistema. Os condicionamentos são vastos, profundos e gerais. A partir de dentro se muda o mundo. Ampliando a visão e tomando consciência, num processo constante e progressivo, os comportamentos mudam e muda a sociedade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A vida terá outros valores. Alguns já os vivem em seu cotidiano. São os imprescindíveis.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Abraços a todos,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Eduardo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;PS- Peço desculpas às pessoas que esperam os desenhos que encomendaram. Estou em viagem e atrasei os envios. Peço desculpas e paciência. Assim que chegar em casa, enviarei os três. Ou quatro, não lembro bem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7792421741724370008-5853655938666427443?l=observareabsorver.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://observareabsorver.blogspot.com/feeds/5853655938666427443/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/10/protestos-contra-wall-street-chegam.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/5853655938666427443'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/5853655938666427443'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/10/protestos-contra-wall-street-chegam.html' title='Protestos Contra Wall Street chegam a Washington'/><author><name>Observar e absorver</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02314866102775937984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-kVY26NUEpvI/TZK1UsnVd2I/AAAAAAAAAuE/qZENa37Ph2w/s220/18%2Bde%2Bmar%25C3%25A7o%2Bde%2B2011%2B025.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7792421741724370008.post-1398016262752679970</id><published>2011-09-19T13:08:00.002-03:00</published><updated>2011-09-20T00:24:37.277-03:00</updated><title type='text'>O acidente com o bonde</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-G5f_8ISwf9o/TndeQAR7e8I/AAAAAAAAA68/I75VtWvG7oU/s1600/Bonde+na+Almte.+Alexandrino.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-G5f_8ISwf9o/TndeQAR7e8I/AAAAAAAAA68/I75VtWvG7oU/s320/Bonde+na+Almte.+Alexandrino.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Desenho a partir de fotografia tirada há mais de 20 anos.&lt;br /&gt;O motorneiro é o Nelson, mais de vinte anos mais novo.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;O bonde desmiligüiu, como se fosse de papelão. Eu tava expondo no Largo do Guimarães, no dia, ouvi os primeiros rumores do acidente e quase fui lá. Cheguei a ir até o Curvelo&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;de bicicleta&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;, mas tinha que descer muito se passasse dali. Os desenhos estavam expostos, achei que podia perder venda (tava no maior veneno de grana) e que podia ser um acidente pequeno, com uma moto, ou uma batida num carro ou ônibus, coisa corriqueira. Voltei pro Guima, na responsa do trampo. Depois é que vi a comoção geral, o monte de ambulâncias dos bombeiros, de planos de saúde, outras unidades. O acidente foi a pouco mais de um quilômetro do centro do bairro. Quando desci, à noite, é que vi os escombros do bonde, cercado por bombeiros, polícia, vários peritos examinando, fotografando, recolhendo coisas. Como a rua é bem estreita e eles não podiam interromper o fluxo por ali, por falta de alternativas, o isolamento foi mínimo e deu pra chegar bem perto. Saí dali com a cabeça em branco, só fui pensar quando já tava na barca. O Nélson era o melhor motorneiro de todos, o mais gentil, o mais prudente. Morreram mais quatro com ele, na hora, mais dois no hospital, depois. Mais de 50 feridos. Ele foi um herói, tentando frear até o último momento, sabendo que pular seria a salvação. Mas o honrado capitão afundou com o navio pra não abandonar os passageiros. Pelo menos não tinha filho pequeno, era já um coroa dos seus entre sessenta e setenta anos. E acho que, pra alguns, a morte é um alívio, uma libertação. Afinal, pra ser pior que esse mundinho nosso, tem que fazer muita força. Se o cara era bom, saiu por uma boa porta. Nós é que ficamos aqui, impressionados. Nélson abandonou o corpo a caminho do hospital. Estava destroçado. E ele já não estava mais dentro. Boa viagem, motorneiro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-bEG37i7STQk/TndiRmq1imI/AAAAAAAAA7A/JxXqkU2KKS8/s1600/acidente+do+bonde+001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="http://2.bp.blogspot.com/-bEG37i7STQk/TndiRmq1imI/AAAAAAAAA7A/JxXqkU2KKS8/s640/acidente+do+bonde+001.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Na semana seguinte, as marcas e a comoção de parentes, moradores e freqüentadores. &amp;nbsp;Como sempre, a revolta e a cobrança são feitas aos fantoches, e não se questiona os seus manipuladores. Grandes empresários, financiadores de campanhas, interferem e pressionam o Estado para atender seus interesses, no caso, a privatização do sistema de bondes de Santa Teresa, sempre em detrimento da maioria, no caso os moradores do bairro, que se utilizam do bonde como meio de transporte, sobretudo os mais pobres, mas sem restrições de faixa de renda, a não ser as mais altas, sempre arrogantes demais para "se misturar" com a plebe, ou seja, nós.&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-NbsU7aK3Vno/Tndo2xgRwQI/AAAAAAAAA7E/ikrMFLXXdCU/s1600/acidente+do+bonde+002.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://3.bp.blogspot.com/-NbsU7aK3Vno/Tndo2xgRwQI/AAAAAAAAA7E/ikrMFLXXdCU/s640/acidente+do+bonde+002.jpg" width="480" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7792421741724370008-1398016262752679970?l=observareabsorver.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://observareabsorver.blogspot.com/feeds/1398016262752679970/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/09/o-acidente-com-o-bonde.html#comment-form' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/1398016262752679970'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/1398016262752679970'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/09/o-acidente-com-o-bonde.html' title='O acidente com o bonde'/><author><name>Observar e absorver</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02314866102775937984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-kVY26NUEpvI/TZK1UsnVd2I/AAAAAAAAAuE/qZENa37Ph2w/s220/18%2Bde%2Bmar%25C3%25A7o%2Bde%2B2011%2B025.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-G5f_8ISwf9o/TndeQAR7e8I/AAAAAAAAA68/I75VtWvG7oU/s72-c/Bonde+na+Almte.+Alexandrino.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7792421741724370008.post-1832535212010495488</id><published>2011-09-16T15:48:00.004-03:00</published><updated>2011-09-20T01:56:55.788-03:00</updated><title type='text'>QUEM CORROMPE? : TRABALHADOR CORROMPE? PROFESSOR CORROMPE?</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Ao leitor&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Esse artigo do Laerte diz o que venho repetindo à exaustão, nas calçadas, praças, bares, conversas por aí. Vivemos num regime empresarial travestido de democracia. E fomos levados a acreditar em mentiras e a ver o mundo de maneira totalmente distorcida. Os que se angustiam se vêem num labirinto sem saídas, os que se revoltam encontram as dispersões calculadas para os revoltados, um mercado de revoltados, com produtos e comportamentos que expressem sua inconformação sem ameaçar o sistema, ao contrário, colaborando com ele, como consumidor e como colaborador na montagem do cenário de democracia, que precisa ser constantemente retocado, modificado, reestruturado, para permanecer como ilusão e conter explosões. Qualquer descontrole nessa área, as forças de segurança já estão treinadas e preparadas para a contenção. Desapartadas do sentimento de sociedade, de pertencimento à coletividade, essas pessoas não se constrangem em atacar, agredir homens, mulheres, velhos, crianças, sem perceberem o lado humano vergonhoso de tal atitude que, se os que cometem vissem, em situação de calma, ficariam no mínimo constrangidos, envergonhados pela evidente covardia. Uma força armada, treinada pra luta, pro massacre, atacando populações que não reagem e nem teriam condições de reagir à altura. E nos poucos casos de reação popular, como os recentes, no Juramento, na Mangueira,... dão as sérias conseqüências, revanche com gases, crianças, velhos, crianças passam mal, mulheres grávidas, feridos, presos. Nenhum bandido, além de alguns policiais que se aproveitam da farda e da ideologia do seu treinamento pra extravasar desvios pessoais - sem perigo de sofrer conseqüências, quando contra negros e pobres.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Penso que ver o mundo como ele é, ou procurar fazer isso, é o primeiro passo no processo de mudança consciente da realidade que nos cerca, da sociedade em que vivemos, esquecidos da coletividade que somos e de nosso compromisso, intrínseco à vida, em solidariedade e sentimento, uns com os outros e todos com o equilíbrio e a harmonia entre todos. Sem nenhuma exceção, esse é o nosso compromisso, consciente ou não. E nesse caminho avançamos, como o tempo, como a evolução de todas as coisas que conhecemos e, imagino, de pelo menos muitas das que não conhecemos.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;O domínio e a pesada influência das grandes empresas nas decisões e mais, na existência dos poderes públicos, com o apoio decisivo da mídia privada dominante, já se mostra a muitos olhos. Ainda poucos dentro do todo, mas isso se propaga como fogo. Resta escapar dos extintores do sistema, até que o incêndio seja tamanho que não se possa mais controlar, pois incendiará os próprios extintores.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Cabe perceber, porém, que a maior parte da força opressora, controladora e repressora reside em nosso consentimento coletivo, assimilando valores e comportamentos impostos, induzidos, criados e implantados pela mídia, pela publicidade e com a distorção das informações pelo jornalismo das grandes empresas. Vemos o mundo como uma arena, cheia de inimigos a vencer, obstáculos a superar, um "inferno" no caminho de um "paraíso" reservado a poucos. Todos adversários de todos, riqueza como objetivo de vida, posses como certificado de valor pessoal, conhecimento como fator de superioridade, e não de responsabilidade. O egoísmo foi entronizado e nós aderimos, mais ou menos escancaradamente. Assim sustentamos o sistema.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"A massa sustenta a marca; a marca sustenta a mídia; e a mídia controla a massa."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;George Orwell&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Abraços a todos,&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Eduardo.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Quem corrompe? Trabalhador corrompe? Professor corrompe?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;Por : Laerte Braga&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;img align="left" border="1" height="175" src="http://abdic.org.br/img/dolar.jpg" width="225" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;Há dias o País tem assistido a um esforço desesperado de velhos golpistas (torturadores, estupradores, assassinos de 1964), aliados a grandes empresários, banqueiros e latifundiários, para mobilizar os brasileiros contra a corrupção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tentam convocar uma nova marcha da família com Deus pela liberdade arvorados em uma condição de salvadores da pátria, do mesmo jeito que fizeram em 1964 sob o comando do embaixador Lincoln Gordon dos EUA e do general Vernon Walthers, ex-diretor da CIA (o governo dos EUA, em 1964 designou um comandante militar para as forças golpistas que entre outras coisas era amigo pessoal de Castelo Branco e falava português).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apoiados pela grande mídia, a mídia privada, GLOBO à frente, tecem as mentiras de sempre, criam as ilusões que sempre criaram e tentam reduzir a corrupção a deputados, governadores, senadores, prefeitos, até presidente da República.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dilma repete o malabarismo de Lula, uma no cravo outra na ferradura. O diapasão desse concerto petista é a bolsa família e 45% das receitas orçamentárias para pagar juros da dívida junto a bancos privados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diferença entre Dilma e Lula é que a presidente não consegue se equilibrar sobre o fio tênue do “capitalismo a brasileira” que o ex-presidente inventou. É menor que o cargo e ainda carrega consigo alma de tecnocrata. Ou seja, o que vale são os números não o ser humano. Na cabeça dessa gente numa tragédia, digamos assim, se a primeira impressão é que morreram dez quando poderiam ter morrido vinte, houve lucro, deixaram de morrer outros dez. Enxergam o mundo desse jeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No sete de setembro a GLOBO editou as matérias sobre o Grito dos Excluídos e a marcha das elites paulistas que tentam espalhar pelo Brasil, jogando tudo no ar como se fosse protesto contra a corrupção. Canalhice bem ao estilo da rede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nasceu com a ditadura, apoiou a ditadura e é instrumento de interesses estrangeiros, de banqueiros, grandes empresários e latifundiários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalhador e professor, por exemplo, não corrompem ninguém. São ludibriados por políticos corrompidos por banqueiros, grandes empresários e latifundiários. Veja o caso de Minas. Quando governador do estado o ex-presidente Itamar Franco anulou um acordo feito pelo seu antecessor, Eduardo Azeredo – corrupto de carteirinha – que entregava a CEMIG a grupos estrangeiros. Aécio, agora, no final de seu governo refez o acordo e entregou a CEMIG.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mídia disse alguma coisa? Nada. Está no bolso. É venal. E o povo, o trabalhador, os professores mineiros nas mãos de uma aberração política o tal Antônio Anastasia, valet de chambre de toda essa gente, está como? Mas Aécio comprou um apartamento de um milhão de reais no Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;Segundo outra aberração, Cid Gomes, “professor tem que dar aula por amor, se acha o salários baixo que procure outra profissão”. Sogra não. O dito leva para Paris em vôo pago pelos cofres públicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O esquema de financiamento de campanhas políticas no Brasil permite que empresas, bancos e latifundiários comprem lotes de candidatos em todos os partidos com representação na Câmara ou no Senado através de doações. Tornam-se proprietários lato senso desses deputados, senadores, de governadores, prefeitos, vereadores, atingem o Judiciário e permeiam o Executivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas e daí?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O xis da questão não está em reformas políticas ou outras, na tentativa de construir painéis coloridos de ilusão e manter uma realidade podre como querem os que se voltam apenas contra os políticos no caso da corrupção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quem corrompe? Para que exista um corrupto é necessário que exista um corruptor.&lt;br /&gt;A corrupção está intrinsecamente ligada ao modelo político e econômico vigente. A reforma política tira José Sarney de cena e coloca na cadeia? Não. Sarney serviu a ditadura militar com subserviência e de quatro durante todo o período do regime, da mesma forma que descaradamente emergiu – com a morte de Tancredo – como guia e condutor do processo de reconstrução democrática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o povo? A participação popular? Não tivemos uma assembléia nacional constituinte, mas um congresso constituinte e tutelado pelos militares que, entre outras coisas, não permitiram, como tem criado toda a sorte de obstáculos para que sejam revelados os documentos que mostrem a covardia diária dos golpistas/torturadores enquanto durou o regime.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na passeata contra a corrupção em São Paulo estava um desses generais, eram visíveis bandeiras dos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não foi por outra razão que o pensador e parlamentar inglês Samuel Johnson afirmou que “o patriotismo é o último refúgio dos canalhas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que querem? Mudar os políticos? É só olhar os antigos colaboradores do regime militar, vivos e fortes aí, exercendo mandatos e se afirmando democratas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que essa gente pretende é simples. Antônio Ermírio de Moraes compra dez tênis adidas a vista produzidos com trabalho escravo em países asiáticos, inclusive a China e o trabalhador compra um pagando em dez prestações para se sentir num dado momento como Ermírio de Moraes, na ilusão que vivemos numa democracia. O espetáculo, a “sociedade do espetáculo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ermírio de Moraes está destruindo o Espírito Santo – o meio ambiente – com suas empresas, o tal progresso, adoecendo um povo, com aplausos de um ex-governador corrupto e assassino, Paulo Hartung, que de fato continua no covil do governo (chamam de palácio), onde um contínuo chamado Renato Casagrande faz de conta que governa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por trás da tal campanha existe a sórdida mentira capitalista, pela simples razão que os corruptos são corrompidos por eles. Não querem pagar impostos, não querem conquistas e direitos dos trabalhadores, não querem que o progresso seja algo comum a todos e sim privilégio deles. Querem professor dando aula por amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se concede benefícios fiscais e tributários a uma grande empresa o custo dessa concessão é pago pelos trabalhadores, pelos pequenos empresários, pelo dinheiro que falta na saúde, na educação. É o caso da COCA COLA que financia parte dessa campanha. Ocupa terras públicas, através de uma empresa chamada CUTRALE, vende a idéia de progresso, geração de empregos, compra deputados, senadores, juízes, etc para manter as terras que repito são públicas e imputa-se a culpa aos trabalhadores rurais sem terra, aos pequenos produtores rurais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E infestam a mesa do brasileiro de veneno como mostra um excelente documentário do notável Sílvio Tendler sobre agrotóxicos e coisas que tais. O veneno que comemos todos os dias produzido pelos compradores de deputados, senadores. juízes e que agora protestam contra a corrupção, biombo para disfarçar seus verdadeiros interesses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se fosse para valer não haveria um banqueiro solto. Estariam todos presos. Nem um grande empresário, ou latifundiário que até hoje se vale de trabalho escravo.&lt;br /&gt;Por mais irônico que possa parecer, ou trágico, os que protestam contra a corrupção e tentam transformar a corrupção em único mal do Brasil são os que corrompem. &amp;nbsp;E a meia dúzia de inocentes a acreditar nesse tipo de marginal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O institucional está falido. O modelo está corrompido por essa gente. O palco da luta é outro, é dos trabalhadores e é nas ruas contra a farsa de campanhas como essa.&lt;br /&gt;São velhos gatunos tentando fazer ressurgir o golpismo que é parte da genética desse tipo de gente.&lt;br /&gt;Deputados, senadores e juízes corruptos, governadores, são apenas figuras execráveis e compradas que carregam em seus balaios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalhador não corrompe ninguém. Professor, que é trabalhador, não corrompe ninguém.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;Quem corrompe são banqueiros, grandes empresários e latifundiários.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;É simples entender isso. A corrupção é parte inseparável do modelo político e econômico que temos.&lt;br /&gt;Jogar por terra toda essa estrutura podre e construir um Brasil livre e soberano, sem essa gente, aí sim, essa é a luta real dos brasileiros.&lt;br /&gt;Não há corrupto sem corruptor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E por longo que fique, uma breve e real historinha. Nos idos de 2002 a GLOBO estava enfrentando sérias dificuldades de caixa. A GLOBOPAR estava levando o dinheiro da empresa. Tentaram 250 milhões de dólares junto a FHC e como o ex-presidente estivesse demorando muito a liberar o dinheiro, lançaram, inventaram, a candidatura Roseana Sarney à presidência. Chamaram o IBOPE e suas pesquisas prontas para atender o interesse do cliente, levaram Roseana às alturas e aí FHC chamou a turma na conversa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O capital da GLOBOPAR era o seguinte – 90% da GLOBO, 5% do BNDES e 5% da MICROSOFT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convocaram uma assembléia geral para aumento de capital de um jeito que esse aumento implicasse nos 250 milhões de dólares e aprovação da emenda constitucional que passava a permitir a presença de capital estrangeiro no setor de telecomunicações. A GLOBO não entrou com sua parte, lógico, estava inclusive ameaçada de falência, havia credores externos apertando os Marinhos, a MICROSOFT que já sabia da mutreta correu fora e o BNDES entrou com a sua parte, dinheiro dos brasileiros. O Congresso aprovou a emenda, o grupo MURDOCH comprou parte da GLOBOPAR. Na semana seguinte a Polícia Federal de FHC estourou o escritório do marido de Roseana achando um milhão de reais ilegais doados para a campanha. Tudo pronto, ficou acertado o apoio da rede a candidatura de Serra. O furo foi exclusivo da GLOBO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a GLOBO está na campanha contra a corrupção. Dá para entender os verdadeiros motivos desses bandidos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A luta é outra. É contra bandidos compradores e comprados. Se bobear essa gente revoga a Lei Áurea e amplia os limites da escravidão contra todos os trabalhadores. Na prática, vão fazendo isso nessa mistura de populismo com capitalismo e campanhas imorais e amorais como essa. Jogo de cena de bandidos para vender imagem de santos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:laertehfbraga@gmail.com" style="color: #009900; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: italic; text-decoration: underline;" target="_blank"&gt;laertehfbraga@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7792421741724370008-1832535212010495488?l=observareabsorver.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://observareabsorver.blogspot.com/feeds/1832535212010495488/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/09/quem-corrompe-trabalhador-corrompe.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/1832535212010495488'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/1832535212010495488'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/09/quem-corrompe-trabalhador-corrompe.html' title='QUEM CORROMPE? : TRABALHADOR CORROMPE? PROFESSOR CORROMPE?'/><author><name>Observar e absorver</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02314866102775937984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-kVY26NUEpvI/TZK1UsnVd2I/AAAAAAAAAuE/qZENa37Ph2w/s220/18%2Bde%2Bmar%25C3%25A7o%2Bde%2B2011%2B025.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7792421741724370008.post-5850765319866774959</id><published>2011-09-14T02:12:00.010-03:00</published><updated>2011-10-17T12:51:27.321-02:00</updated><title type='text'>Resposta ao preconceito contra o "brasileiro"</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #20124d; font-family: inherit;"&gt;Não aceito bem a desvalorização do brasileiro como um todo. Pra começar, o povo brasileiro é recém nascido e ainda não se conformou nem mais ou menos. Estamos em pleno processo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #20124d; font-family: inherit;"&gt;Dizer que é indolente, acomodado, desqualificá-lo diante do europeu e do anglo-saxônico, sobretudo, é comparar o incomparável. Papo de quem vive fora da realidade, não tem noção do que é a coletividade brasileira, em franca formação, aglutinando elementos de todo o planeta, de todos os povos, sem conflitos em sua maioria, recebendo e abraçando a mistura - exceção feita a alguns focos, insignificantes diante da totalidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #20124d; font-family: inherit;"&gt;Quem anda pelo chão da sociedade conhece o espírito solidário, criativo e resistente das coletividades brasileiras, juntando os elementos mais diferentes de modo harmônico, integrando, diluindo as etnias em permanentes misturas, num processo de integração dos diversos povos do mundo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #20124d; font-family: inherit;"&gt;Ignorância, preconceito, ingenuidade, fraqueza mental, primitivismo espiritual, não sei quantas possibilidades posso imaginar pra esse tipo de conceito. Ou preconceito.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #20124d; font-family: inherit;"&gt;A concentração histórica de terras, riquezas, rendas, tecnologias e poderes nas mãos de elitezinhas insignificantes, desde que chegaram os invasores europeus até hoje, sonega direitos da maioria e cria uma situação de domínio e exploração com o apoio total das instituições do Estado, atirando milhões à pobreza, à miséria e à ignorância, negando-lhes os direito básicos, hoje determinados na Constituição do Estado.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #20124d; font-family: inherit;"&gt;Ponham-se os filhos da elite nas escolas públicas que formam a massa da população, com os mesmos recursos de que dispõe a maioria, e vai se ver o que causa essa aparente "inferioridade" do povo brasileiro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #20124d; font-family: inherit;"&gt;A mensagem ainda usa o jargão "cada povo tem o governo que merece", na velhíssima prática de culpar as vítimas, e fala sobre os corruptos. Como sempre, da parte mais fraca da corrupção, jamais tocando no corruptor - nos donos das imensas empresas que promovem a corrupção através de mandatos sucessivos, em todo governo, em toda a legislatura -, sem considerar que as instituições estão infiltradas desde as estruturas - por essas mesmas elites e seus elegantíssimos apaniguados - e que a origem primeira da corrupção é o interesse empresarial &amp;nbsp;nas riquezas públicas e seu controle sobre o Estado e seus flutuantes políticos, governantes, legisladores, mesmo juízes dos altos escalões.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #20124d; font-family: inherit;"&gt;Eis a resposta. Aproveito pra recomendar os links.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #20124d; font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #20124d; font-family: inherit;"&gt;Isso foi hoje. Até agora, ninguém me respondeu.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-nAa1EdSsYo0/TnA12V9g5JI/AAAAAAAAA64/s2yibc13dUA/s1600/Bandeira.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="http://1.bp.blogspot.com/-nAa1EdSsYo0/TnA12V9g5JI/AAAAAAAAA64/s2yibc13dUA/s640/Bandeira.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Aí, rapaziada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Ilusão esse negócio de que brasileiro não luta. Aliás, ilusão planejada, montada em laboratórios de mídia, a serviço da elite dominante pra dentro e dominada de fora, pra moldar a mentalidade da população. Quem não luta ou se faz de palhaço são pessoas das classes médias (das altas às baixas), emburrecidas e superficializadas ao extremo - e a parcela subalternizada da massa pobre, que é levada a ver o consumo como ideal de vida, a esquecer os seus direitos fundamentais roubados e viver cheia de sonhos de consumos impossíveis, assimilando a sabotagem institucional como incapacidade ou inferioridade pessoal. Essa maioria esmagadora muitas vezes põe sua mentalidade a reboque das classes médias (supõe-se que por ter mais acesso ao consumo, "sabem das coisas") que, perdidas entre o trabalho, o consumo e as contas, formam sua visão de mundo a partir da mídia comercial e dos isolamentos em que procuram se manter.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Mas há movimento, sim, e muita luta. Essa imagem do brasileiro pacato e omisso é criada, estimulada e divulgada pela mídia, num processo de acomodação e desinformação geral. Correspondências como essa apenas colaboram com essa visão. Pegue a história do Brasil, vista por historiadores honestos e não cooptados pelos agentes controladores dos bastidores sociais (Mario Schmidt, por exemplo, Moniz Bandeira e tantos outros, cujos livros são boicotados nas escolas). Inúmeras revoltas, rebeliões e levantes são apagados da história ou citados como folclóricos, movimentos desligados do contexto histórico das lutas populares de resistência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Só como sugestão, sugiro um filme que vi ontem, Atrás da Porta, de Vladimir Seixas, feito em duas ocupações no centro do Rio, de prédios abandonados por pessoas sem casa, moradores de rua. (&lt;a href="http://www.atrasdaporta.blogspot.com/" style="color: #0000cc;" target="_blank"&gt;www.atrasdaporta.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;, pra adquirir o dvd, mas tá no youtube, em 7 partes, que foi como assisti - se eu pudesse, compraria o dvd pra ajudar na luta do cara que, fazendo o que faz, não tem nenhum apoio financeiro). Como não estou podendo no momento e o filme tá disponível no youtube, tô articulando baixar e colocar em um filme inteiro, pra exibição e distribuição - pois são informações boicotadas que precisam vir a público, até pra desfazer essa idéia depreciativa sobre o povo brasileiro, que é de luta, sim, além de extremamente solidário, guerreiro, disposto e criativo. Essas informações eu não busquei na mídia, não, convivo nas periferias há pelo menos trinta anos, desde a mais despossuída condição, onde até o que comer e onde dormir me era dado ou improvisado, até pagar meu aluguel e manter um cotidiano proletário de artista de rua, enquanto meus filhos cresciam.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=NDQuRhsr8HI" style="color: #0000cc;" target="_blank"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;http://www.youtube.com/watch?&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;v=NDQuRhsr8HI&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=yrx0hL87Bl0&amp;amp;feature=related" style="color: #0000cc;" target="_blank"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;http://www.youtube.com/watch?&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;v=yrx0hL87Bl0&amp;amp;feature=related&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Aí estão a 1ª e a 2ª partes, se quiserem é só seguir adiante.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Entrem no saite do MST, se já não estiverem contaminados pelo preconceito raivoso plantado pela mídia. Os elitianos (e os elitistas, &amp;nbsp;seus seguidores) se enchem de ódio contra aqueles que foram estereotipados como seres humanos inferiores, quando eles têm o atrevimento de tomar atitudes de resistência e defesa contra o massacre social e ideológico cotidiano em cima dos mais pobres.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;A América Latina está em movimento, a sociedade brasileira está em movimento. Não esperem tomar conhecimento sem correr atrás, os meios de comunicação estão aí pra distorcer, ocultar, omitir e atacar qualquer movimento que não atenda a linha conservadora de manutenção da ignorância e da inação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Na minha opinião (e eu posso estar errado, é claro - além de não querer ofender ninguém), a posição exibida neste seu comunicado é do interesse das grandes empresas que dominam os Estados e suas instituições, inocula ainda mais o desvalor criado para manter a maioria cabisbaixa, desacreditada em si mesma, na estratégia cruel de manutenção dessa sociedade desigual, perversa, desumana, criadora de misérias para a maioria e opulência para poucos. Repitam com a mídia: "o povo brasileiro é inferior, incapaz, desinteressado, preguiçosos e merece estar nessa miséria estatisticamente predominante. Europeu e estadunidense (brancos, lindos e inteligentes) é que sabe das coisas, eles é que são o modelo de ser humano evoluído. Nosso povo é todo constituído de gentinha mestiça, pobre, suja e burra, exceção feira aos mais enriquecidos e embranquecidos, infelizmente em minoria insignificante socialmente, embora dominando riquezas e poderes."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Gostaria de não ter ferido susceptibilidades de ninguém. Não carrego verdades, apenas opiniões, não desejo insultar ou ofender ninguém, tenha a mentalidade que tiver, respeito até o que considero absurdo, no campo do pensamento. Reparem, porém, que os conservadores, os elitistas, os ideólogos da alienação e do consumo reagem com ódio, por não terem argumentos sustentáveis pra defender essa estrutura social ridícula e vergonhosa, e partem pro insulto pessoal, a agressividade, a desqualificação preconceituosa. As falácias são evidentes e não resistem a delicados golpes de informação real e consciência sobre o que acontece, por trás das distorções midiáticas. Os que não desejam mexer a bunda pra mudar a sociedade e preferem usufruir seus privilégios egoístas, resultado do roubo dos direitos da maioria, através do controle do Estado pelas empresas, estão sempre prontos a atacar qualquer ameaça à sua acomodação, com os pretextos e as opiniões mais absurdas, odiosas e odiantes, além de desumanas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Quem quer se informar de verdade, encontra o que precisa aqui na net, mesmo. Mas os que não querem saber, para continuar na sua comodidade injusta e mentirosa, não têm jeito, não. Rejeitam tudo o que se aproxima da realidade que os denuncia em sua arrogância, seu egoísmo, sua grosseria, enfim, sua desumanidade e sua inferioridade espiritual.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Vai desculpano carqué coisa aí.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Abraços a todos,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Eduardo Marinho.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Outro documentário que assistimos no vídeo-garagem da última quinta, Sagrada Terra Especulada, mostra bem a hipocrisia dos governantes e seus executivos no poder político, a serviço das empresas, com desprezo pelos que eles dizem servir, os indígenas em histórica situação de genocídio - físico, moral e cultural. Taí o link, dá pra assistir inteiro:&amp;nbsp;&lt;span style="background-color: white; font-size: 13px;"&gt;&lt;a href="http://www.vimeo.com/28597529" style="color: #0000cc;" target="_blank"&gt;http://www.vimeo.com/&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;28597529&lt;/a&gt;"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7792421741724370008-5850765319866774959?l=observareabsorver.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://observareabsorver.blogspot.com/feeds/5850765319866774959/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/09/resposta-ao-preconceito-contra-o.html#comment-form' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/5850765319866774959'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/5850765319866774959'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/09/resposta-ao-preconceito-contra-o.html' title='Resposta ao preconceito contra o &quot;brasileiro&quot;'/><author><name>Observar e absorver</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02314866102775937984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-kVY26NUEpvI/TZK1UsnVd2I/AAAAAAAAAuE/qZENa37Ph2w/s220/18%2Bde%2Bmar%25C3%25A7o%2Bde%2B2011%2B025.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-nAa1EdSsYo0/TnA12V9g5JI/AAAAAAAAA64/s2yibc13dUA/s72-c/Bandeira.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7792421741724370008.post-6832656377977316967</id><published>2011-09-06T12:39:00.001-03:00</published><updated>2011-09-12T14:15:53.826-03:00</updated><title type='text'>Teoria na prática ganha vida</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O aprendizado só se completa vivenciando. A vida é o nosso campo de prova. De estudos, também, mas aí qualquer situação é, depende mais da disposição e do interesse em aprender. As provas e as conseqüências dos nossos atos, desejos, sonhos e objetivos de vida, isso não é opcional, é imposição da vida, do destino ou como quer que se chame. “O plantio é livre, mas a colheita é obrigatória.”&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;De pensadores o mundo tá cheio. Esses, se não vivenciam suas teorias, carregam dentro de si distância da realidade, mentiras convenientes e a angústia da incoerência, da falta da vivência que se manifesta de muitas formas diferentes. Percebe-se no olhar, no comportamento, nas opiniões, na freqüência pessoal - a capacidade de percepção se desenvolve com a prática. Sem isto, somos cabeças rolantes, sem corpo, coração ou intestinos, egos exaltados em simulações revolucionárias sem conseqüências além de desacreditar a idéia de revolução diante da população feita rebanho.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-bKnfp0wQlsQ/TmY-daZ86HI/AAAAAAAAA6s/yKgkrbi2YEw/s1600/Gandhi+aquarelado.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-bKnfp0wQlsQ/TmY-daZ86HI/AAAAAAAAA6s/yKgkrbi2YEw/s320/Gandhi+aquarelado.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Saber e não fazer ainda não é saber.&lt;br /&gt;Mahatma Gandhi&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A reflexão é fundamental, mas sozinha é frágil e inútil. Percepções pedem decisões e mudanças na realidade. É o tripé evolutivo – refletir, decidir e praticar. Essa é a base. Fora disso, somos apenas teóricos, alheios, indiferentes, medrosos e vaidosos, levantando hipóteses, sem comprová-las além da teoria, sem experimentar para perceber e corrigir falhas, construindo valores sociais - e pessoais - ilusórios e egocêntricos, sem a menor condição - nem intenção - de mudar o comportamento e a mentalidade. Forma sem conteúdo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;É preciso correr os riscos. É preciso errar para acertar. Não se pode pretender a perfeição, mas é fundamental se aperfeiçoar, sempre. Às vezes, é a escuridão que nos faz perceber e dar valor à luz. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7792421741724370008-6832656377977316967?l=observareabsorver.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://observareabsorver.blogspot.com/feeds/6832656377977316967/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/09/teoria-na-pratica-ganha-vida.html#comment-form' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/6832656377977316967'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/6832656377977316967'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/09/teoria-na-pratica-ganha-vida.html' title='Teoria na prática ganha vida'/><author><name>Observar e absorver</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02314866102775937984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-kVY26NUEpvI/TZK1UsnVd2I/AAAAAAAAAuE/qZENa37Ph2w/s220/18%2Bde%2Bmar%25C3%25A7o%2Bde%2B2011%2B025.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-bKnfp0wQlsQ/TmY-daZ86HI/AAAAAAAAA6s/yKgkrbi2YEw/s72-c/Gandhi+aquarelado.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7792421741724370008.post-2120336676355799709</id><published>2011-09-06T01:18:00.003-03:00</published><updated>2011-09-06T10:40:01.022-03:00</updated><title type='text'>Educação e Sociedade</title><content type='html'>&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 21px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O “empresarismo” é a ideologia dominante, embora se declare, em sua hipocrisia costumeira, sem ideologia.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O programa “universidade para todos”(PROUNI), falácia descarada, paga bolsas de estudos para alunos pobres cursarem faculdades particulares. Mina de ouro para os empresários do ensino, resolvendo o problema da inadimplência e eliminando impostos. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Há mais de 14 milhões de analfabetos integrais no país, 9,7% da população a partir de 15 anos. Vergonha que aumenta muito com a inclusão do número de analfabetos funcionais, aqueles que assinam o nome e, com dificuldade, lêem e escrevem bilhetes e pequenas frases, sem condições de compreender ou escrever um texto, uma notícia, muito menos um livro. Aí o número pula pra em torno de 70%. Setenta por cento da população brasileira! Sete, a cada dez pessoas, são sabotadas em instrução - a Constituição, em tese, obriga o Estado a garantir educação de qualidade. E a elite torna o Estado criminoso, em benefício e garantia dos seus privilégios e excessos cuja origem perversa está na eliminação de direitos da maioria.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Por que o problema não é resolvido? Falta de verba, de competência ou atenção é conversa pra boi dormir, só a ignorância e/ou o massacre da mídia, entre a desinformação e a publicidade, – ou a má fé – podem conceber tais absurdos. A narcose midiática encurrala grande parte da população entre os desejos de consumo e as relações com o sistema financeiro que domina o Estado, diminuindo ou eliminando a capacidade de reflexão independente, o desenvolvimento de uma visão de mundo mais próxima da realidade. Na verdade, é preciso conservar o povo ignorante e desinformado, para manter um sistema social tão desumano, desonesto, injusto, perverso e suicida. É esse o sistema que favorece a elite dominante, a concentração de poder e riquezas nas mãos de poucos, em prejuízo da maioria. A situação de destruição do ensino é intencional, deliberada, estratégica.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A constituição de 88 estabeleceu a obrigação de repassar verbas para a educação, a partir da arrecadação de impostos. Federais, 18%, estaduais, 25%, municipais, 25%. Em 94, aprovou-se a lei que permite o desvio dessas verbas para fins não declarados, com o nome-fantasia de fundo social de emergência, depois fundo de estabilização fiscal e, por último, desvinculação dos recursos da união, sempre a mesma coisa, subtração de verbas para as áreas sociais da educação, da saúde e da previdência. A prioridade é manter a ignorância, criando uma fachada de esforço cenográfico para “melhorar” a educação. Não se pode melhorar uma coisa que não existe - socialmente falando. Uma população instruída não permitiria tamanhos descalabros na administração dita “pública”, tamanha exploração do trabalho, tanto abuso, muito menos a destruição das leis trabalhistas, com o título hipócrita de “flexibilização”, e o predomínio das empresas na sociedade estaria em risco.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-gQeWVbeiFCM/TAfsJVBU-VI/AAAAAAAAAgE/4GcceeK7eoE/s1600/personagens+em+nanquim+003.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-gQeWVbeiFCM/TAfsJVBU-VI/AAAAAAAAAgE/4GcceeK7eoE/s320/personagens+em+nanquim+003.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No período de 2000 a 2007, foram destinados à educação pública R$ 149 bilhões, enquanto no mesmo tempo os bancos credores da dívida pública receberam 1 trilhão e 267 bilhões de reais, só de juros, sem que a tal dívida diminuísse em nada. As prioridades estão claras. Os interesses predominantes estão claros.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A ideologia imposta à sociedade – e à educação, como estratégia – se baseia no predomínio das leis de mercado, derrubando custos e priorizando lucros. A qualidade do ensino é proporcional ao preço. Qualidade, no caso, não significa preparação do ser humano para se integrar à coletividade humana, de forma harmônica, afetiva e útil à sociedade. Ao contrário, desenvolve-se a eficiência para competir com os semelhantes, a vida tornada uma arena sem limites nem trégua, no mundo reduzido aos mercados de trabalho e de consumo que excluem a grande maioria da população. O modelo de educação mais valorizado, atualmente, é o desumanizante, desintegrador, anti-social. O jovem não deve desenvolver sua capacidade de pensar, sentir, criar, se relacionar com o mundo, solidária e generosamente, em evolução física, mental e espiritual. &amp;nbsp;Deve desenvolver, sim, a capacidade de produção e consumo, de acordo com o “seu lugar” na sociedade e os interesses empresariais, sua competitividade, sua frieza, seu oportunismo. Sem questionar as causas de tanto sofrimento e tragédia, ignorância e miséria – resíduo e combustível da nossa sociedade - exalta-se o egoísmo, o apego aos bens materiais, a busca de superioridade sobre os demais, como valor social. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; As políticas governamentais de adaptação das atividades do ensino às necessidades privadas demonstram o controle do Estado e das instituições públicas pelas grandes empresas. Em todos os setores, sobretudo os estratégicos – comunicações, energia, educação, alimentação, saúde,... – o privado se impôs ao público, por dentro das instituições mais “respeitáveis”. Creio que a ênfase na sabotagem da educação pública e o controle da educação particular se deve à importância da ignorância e da desinformação, de um lado, e da oferta de profissionais ao “mercado”, de outro, para a manutenção da estrutura social como ela é, altamente injusta, pela sujeição ao poder econômico dos mais ricos entre os ricos. A rede pública é reduzida à miséria, num simulacro abjeto de ensino mentiroso, em detrimento de professores e estudantes, cujas relações foram deterioradas ao longo do tempo, impedindo a integração família/escola, que traria à tona os podres do sistema e apoiaria os professores na sua luta por condições dignas, por estar claro que o interesse nessa luta é de todos. A rede particular é impregnada com a ideologia empresarial no processo de enraizamento dessa estrutura, que já vem de décadas ou séculos. Preparam-se competidores para o mercado de trabalho, competindo pelo mercado de consumo, e não pessoas para viverem em sociedade. Estimula-se o egoísmo extremo, o preconceito social, econômico e instrucional, a ânsia de consumo, a preparação para o conflito entre irmãos, ao mesmo tempo em que se inibe a capacidade de questionar, de pensar com independência. Discrimina-se e se marginaliza os que não se deixam levar ao rebanho de escravos mentais. E são exatamente esses que brilham com suas luzes em meio à escuridão da consciência coletiva, da vida sem sentido, medíocre e vazia, enquanto os donos do mundo se esforçam, com seus inúmeros recursos, para apagar todas as luzes que não os sirvam.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Não posso apresentar soluções. O que pretendo é mostrar aqui a profundidade em que essa ideologia se entranhou, durante todo o desenvolvimento da mídia – e desde muito antes –, em todos nós. É preciso enxergar o esquema a partir das suas causas e o trabalho aparece em todos os setores da sociedade. Os valores dessa ideologia, que chamei de “empresarismo”, impregna as relações da sociedade e a divide. É preciso percebê-los dentro de nós mesmos, em nossos próprios condicionamentos. A partir daí, podemos nos posicionar diante das imposições enfiadas até no inconsciente - pra isso a academia centrou o estudo da psicologia em mente e comportamento, abandonando filosofia, sociologia, antropologia, enfim, as matérias que humanizam, para se concentrar no controle - pensamentos, valores e comportamentos de massa. É preciso trabalhar, vivenciar e exercer o que desejamos do mundo. Assim podemos trabalhar dentro da coletividade. Modelando nossos valores, modelamos o mundo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: 11pt;"&gt;Eduardo Marinho&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7792421741724370008-2120336676355799709?l=observareabsorver.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://observareabsorver.blogspot.com/feeds/2120336676355799709/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/09/educacao-e-sociedade.html#comment-form' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/2120336676355799709'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/2120336676355799709'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/09/educacao-e-sociedade.html' title='Educação e Sociedade'/><author><name>Observar e absorver</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02314866102775937984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-kVY26NUEpvI/TZK1UsnVd2I/AAAAAAAAAuE/qZENa37Ph2w/s220/18%2Bde%2Bmar%25C3%25A7o%2Bde%2B2011%2B025.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-gQeWVbeiFCM/TAfsJVBU-VI/AAAAAAAAAgE/4GcceeK7eoE/s72-c/personagens+em+nanquim+003.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7792421741724370008.post-6839618065819102016</id><published>2011-08-20T00:44:00.004-03:00</published><updated>2011-09-05T23:47:29.422-03:00</updated><title type='text'>O luxo como “pequeneza”</title><content type='html'>&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A situação de pobreza sempre me intrigou, a miséria me chocava e eu não entendia. Sentia um certo constrangimento inexplicável do meu “falar correto”, das minhas roupas de marca, às vezes do meu tamanho, dos meus dentes impecavelmente tratados. Não que desejasse abrir mão da minha situação. Mas por quê a maioria das pessoas não tinha? Era uma sutil sensação de injustiça sem me sentir claramente culpado, apenas constrangido com o que pareciam privilégios nesses momentos, mas que tinham se incorporado em mim como o mínimo necessário. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Não podia achar aquilo natural e inevitável, como me diziam e se acreditava à minha volta. Na verdade, fugia-se do assunto. Eu fui muitas vezes considerado um chato, fui evitado por vários grupos na adolescência, às vezes francamente hostilizado – não gostavam de mim. Tinha minhas boas relações, mas eram poucas e quase todas... como direi... bilaterais. Não fazia parte de grupos. Fora os esportes coletivos, claro. Aprendi aos poucos a ficar mais calado e prestar mais atenção – virtude que perdi de vista ao entrar na universidade e até hoje, vez por outra e apesar da vivência, me faz falta. Algumas vezes, consigo me controlar, mas nem sempre. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Quando andei no nível da mendicância e vivi do que me era dado, encontrei gente boa e ruim em todas as classes, indiferentes e curiosos de todos os tipos. Mas era nítida a diferença de acolhimento entre os mais pobres dos pobres. Ali se dividem migalhas, com uma generosidade ímpar, quando se divide. A generosidade dos ricos, no mais das vezes, é à distância. Partilhei refeições feitas em latas de óleo sobre fogueiras, dormi sobre capim improvisado no cantinho da tapera, pendurado em rede, em caibros ou árvores, fui hospedado em palafitas sobre mangues, onde o banheiro é servido de um buraco no chão, pedaços de jornal enfiados num prego na parede de tábua e a gente escuta o barulho da merda caindo na água, lá embaixo. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Boa recepção por parte dos que dispunham de sobras me deixavam reconhecido, agradecido, mas a recepção dos mais pobres me comovia. Tão pouco tinham, tão fácil dividiam... O dia seguinte pertencia a Deus e a luta era todo dia, sem feriado. Também senti a fome, vivi sem abrigo, como um aluno, atento, aprendendo, pesquisando à minha maneira, ouvindo as histórias, falando meu pensamento, reparando nas reações, na linguagem, absorvendo os códigos, percebendo os conhecimentos, as intuições e relações. Criei um grande carinho pelos sabotados, pelas pessoas em situação de fragilidade, uma ligação talvez moral, certamente afetiva, junto com a sensação de injustiça permanente, pedindo trabalho de reparação na estrutura social – a partir das raízes individuais internas para as externas, coletivas. Nasceu uma grande admiração pela resistência ao sofrimento, pela luta de sobrevivência, pelos saberes e sabedorias desenvolvidos quase por conta própria. Eu os sinto parte de mim, do meu grupo, merecedores de mais cuidados, pelos maltratos cotidianos impostos por essa estrutura social perversa.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Certamente é por isso que me causa certo desconforto a presença, a proximidade ou a simples visão de luxo e ostentação. Uma espécie de constrangimento. Traz à lembrança a situação injusta, precária e abandonada em que vivem tantas pessoas, por um Estado que foi infiltrado, dominado por grandes empresas - as poucas pessoas mais ricas - e impedido de cumprir as leis mais básicas da sua própria constituição, na garantia de condições mínimas de vida com dignidade para sua população. O domínio das elites tornou o Estado criminoso, nos seus três pretensos poderes, e o colocou a seu serviço, eliminando direitos e roubando patrimônios públicos – o que é público é tratado como privado. Tenho verdadeira repulsa por privilégios, luxos e ostentações, embora não transfira essa repulsa às pessoas, apenas aos seus comportamentos e à sua indiferença. Meu desconforto é moral, causado pela situação, pela ligação direta da riqueza, da ostentação e do luxo com a criação da miséria absoluta, da sabotagem na educação, na informação, nos serviços públicos, com a falta de sentido na vida das pessoas – da miséria à pobreza e às classes intermediárias. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Estes são meus sentimentos, meus pensamentos e minha visão de mundo. Não pretendo declarar verdades, nem tenho a expectativa de encontrá-los em outras pessoas. Se me desse ao trabalho e à arrogância de condenar comportamentos e valores dos quais discordo, viveria em conflitos pessoais inúteis, alimentaria sentimentos desagradáveis e nocivos – e não teria tempo nem espírito pra fazer os trabalhos que gosto e dão sentido à minha vida.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Não recomendo nem pretendo voltar à situação de miséria onde, na verdade, nunca me senti. Eu pesquisava, aprendia, observava e absorvia o máximo possível. Desenvolvi afeto e solidariedade com aquelas pessoas em situação injusta. Não posso gostar ou desejar luxos, excessos, ostentações e desperdícios. Na minha visão, são expressões de grosseria moral e espiritual, de insensibilidade, de egoísmo, indiferença, enfim, de desumanidade, disfarçada com requintes de sofisticação. Para olhos mais solidários, de quem se sente parte do grande grupo humano ou além, da coletividade planetária, tais finuras e sofisticações são apenas uma capa frágil da sua real situação moral, de um ridículo inevitável e notória nocividade para a sociedade como um todo. Não se trata de condenar ninguém, mas de perceber com olhos próprios e refletir sobre o que se vê. E como e em nome de quê se vive.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7792421741724370008-6839618065819102016?l=observareabsorver.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://observareabsorver.blogspot.com/feeds/6839618065819102016/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/08/o-luxo-como-pequeneza.html#comment-form' title='23 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/6839618065819102016'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/6839618065819102016'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/08/o-luxo-como-pequeneza.html' title='O luxo como “pequeneza”'/><author><name>Observar e absorver</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02314866102775937984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-kVY26NUEpvI/TZK1UsnVd2I/AAAAAAAAAuE/qZENa37Ph2w/s220/18%2Bde%2Bmar%25C3%25A7o%2Bde%2B2011%2B025.jpg'/></author><thr:total>23</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7792421741724370008.post-7829163273161001941</id><published>2011-08-18T11:22:00.004-03:00</published><updated>2011-12-16T14:06:20.814-02:00</updated><title type='text'>Quem são os piratas da Somália?</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;A realidade da Somália expõe a nu e cruelmente a predominância do poder empresarial sobre o mundo, os Estados e as pessoas. A mídia quando fala "piratas somalis", esconde de forma suja a covardia que se faz com aquele povo africano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Abraços a todos,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Eduardo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clique onde está escrito You Tube, e o vídeo aparecerá legendado em português.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://2.gvt0.com/vi/bA4wEpdj1YY/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/bA4wEpdj1YY&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/bA4wEpdj1YY&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://dotsub.com/view/8446e7d0-e5b4-496a-a6d2-38767e3b520a#.Tk0f-_-EY3R.blogger"&gt;¡Piratas! - 7 Translation(s) | dotSUB&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7792421741724370008-7829163273161001941?l=observareabsorver.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://dotsub.com/view/8446e7d0-e5b4-496a-a6d2-38767e3b520a#.Tk0f-_-EY3R.blogger' title='Quem são os piratas da Somália?'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://observareabsorver.blogspot.com/feeds/7829163273161001941/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/08/piratas-7-translations-dotsub.html#comment-form' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/7829163273161001941'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/7829163273161001941'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/08/piratas-7-translations-dotsub.html' title='Quem são os piratas da Somália?'/><author><name>Observar e absorver</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02314866102775937984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-kVY26NUEpvI/TZK1UsnVd2I/AAAAAAAAAuE/qZENa37Ph2w/s220/18%2Bde%2Bmar%25C3%25A7o%2Bde%2B2011%2B025.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7792421741724370008.post-5345298797018537030</id><published>2011-08-11T14:33:00.002-03:00</published><updated>2011-08-11T14:37:31.691-03:00</updated><title type='text'>Luxo, fome e fúria</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoTitle"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" class="MsoNormalTable" style="width: 654px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;   &lt;td style="padding: 0cm 0cm 0cm 0cm; width: 7.2pt;" valign="top" width="10"&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 0cm 0cm 0cm 0cm; width: 487.5pt;" valign="top" width="650"&gt;&lt;br /&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" class="MsoNormalTable" style="width: 563px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr style="height: 4.3pt; mso-yfti-irow: 1; mso-yfti-lastrow: yes;"&gt;&lt;td style="height: 4.3pt; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm; width: 422.0pt;" valign="bottom" width="563"&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: 8.0pt; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 6pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 6pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 6pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-d6cwbU9drBI/TkQSwNYWWsI/AAAAAAAAA6I/D7i4C0kn3RE/s1600/imperialismo7%255B1%255D.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-d6cwbU9drBI/TkQSwNYWWsI/AAAAAAAAA6I/D7i4C0kn3RE/s1600/imperialismo7%255B1%255D.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 6pt;"&gt;Por:&amp;nbsp;&amp;nbsp;     David Brooks / La Jornada&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: 8.0pt; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-line-height-alt: 8.0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;A demanda de artigos de luxo, desde sapatos de     800 dólares e cosméticos de 1.300, até Mercedes Benz, de 200.000 dólares,     está em alta, enquanto quase 46 milhões de estadunidenses dependem, mais     que nunca, da assistência federal para comprar alimentos básicos e evitar a     fome. Esta é a atual situação dos Estados Unidos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-line-height-alt: 8.0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;O mercado de luxos registrou 10 meses seguidos     de aumento de vendas, afirmou o New York Times. As vendas da joalheria Tiffany’s,     Givenchy, Louis Vuitton, Gucci, BMW, Porshe e Mercedes Benz, entre outros,     registraram fortes crescimentos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-line-height-alt: 8.0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;Por outro lado, o governo federal informa que     quase 15% da população depende de assistência alimentar, ou seja, 45,8     milhões de pessoas, o nível mais alto já visto, 12% mais que há um ano e     34% acima de há dois anos atrás. Para obter assistência alimentar federal     (food stamps), os ganhos de uma pessoa devem ser inferiores a 1.174 dólares     por mês (mais ou menos o preço de um par de sapatos Louis Vuitton).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-line-height-alt: 8.0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;A desigualdade econômica está clara. O     economista Joseph Stiglitz, prêmio Nobel, diz que, só nos últimos 10 anos,     os ganhos do 1% mais rico aumentou 18%, enquanto os dos trabalhadores caiu     12%. De acordo com análise do Instituto de Política Econômica (EPI), a     riqueza está ainda mais concentrada no setor mais rico – mais de um terço     da riqueza nacional está concentrado nas mãos desse 1%. Cerca de 20% dos     lares, na escala econômica, contavam com apenas 4% da riqueza do país em     2007 e perderam parte disso na última recessão. De fato, em 2009, o 1% das     habitações mais ricas tinha um valor líquido 225 maior que o da habitação     típica. Uma desigualdade nunca vista.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-line-height-alt: 8.0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;Enquanto isso, os ricos pagam menos impostos que     em qualquer período dos últimos 50 anos, reconheceu o próprio Barack Obama.     Um novo informe do Centro para o Progresso Americano (CAP) descobriu que os     milionários pagam 25% menos impostos hoje que em meados dos anos 90, e     1.400 milionários não pagaram nem um centavo de impostos, em 2009. Em     grande parte devido às reduções fiscais feitas pelo governo de George W.     Bush e prolongadas pelo de Barack Obama.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-line-height-alt: 8.0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;A ira popular contra os “representantes do povo”     em Washington segue ardendo, segundo as pesquisas, exatamente porque lhes é     atribuída a culpa por aplicar políticas que beneficiam uns poucos às custas     de quase todos os demais. Cerca de 82% dos estadunidenses desaprova o     desempenho do Congresso: o nível mais alto registrado pela pesquisa da CBS     News/New York Times. Outra, da CNN, descobriu quase a mesma coisa. Mais de     4, em cada 5 pessoas, opinaram que o debate sobre a dívida tinha mais a ver     com manobras políticas que com a busca do melhor para o país.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-line-height-alt: 8.0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;As pesquisas também demonstram que Washington     faz exatamente o contrário do que deseja o povo. Por mais de dois contra     um, os estadunidenses afirmam que a geração de empregos deveria ser uma     prioridade maior que a redução dos gastos federais. 63% são favoráveis ao     aumento de impostos dos ricos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-line-height-alt: 8.0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;Mas, além de reprovar seus líderes, haverá     conseqüências políticas? Alguns dizem que todos os eleitos sofrerão a ira     popular, em 2012. Outros acreditam que Obama, apesar de ter gerado enorme     decepção nas suas bases, não terá problemas graves, por um simples e cínico     raciocínio. Como disse um estrategista democrata ao Washingtom Post, “o     fato é que os liberais e progressistas não têm para onde ir”, além de votar     em Obama e seu partido. Da mesma forma, um pesquisador democrata comentou,     no New York Times, que, no caso de Obama, apesar das críticas das suas     bases liberais a uma ou outra das suas iniciativas, no terreno eleitoral,     “no final das contas estão seguros de uma coisa: vão odiar os candidatos     republicanos. Então, sinceramente, não me preocupa muito uma base sólida ou     estusiasmada”. Ou seja, o pensamento é que, para as bases progressistas,     não há alternativas eleitorais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-line-height-alt: 8.0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;“Precisamos de uma Praça Tahir não violenta”,     diz o ex-vice-presidente, Al Gore. Diante do acordo para cortar bilhões em     gastos, proposta dos republicanos, e das necessidades sociais, é necessária     uma primavera estadunidensa (referência à primavera árabe) para resgatar o     país aos direitistas, disse no seu canal de televisão, Current TV. Mas,     para isso, disse o entrevistador, primeiro é preciso haver fúria.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-line-height-alt: 8.0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;“Eu acredito que o público está furioso, sim,     mas também deprimido pela falta de lideranças e a ausência do sentimento de     que é possível ganhar a luta. Os chamados populares a que Wall Street     presta contas não levaram a nada, enquanto o dinheiro de Wall Street mantém     sob controle os políticos e os ativistas se twiteiam entre si até à     dispersão. Os ativistas condenam on line o presidente, mas fazem pouco para     enfrentá-lo e exigir outro tipo de ação”, afirmou o jornalista veterano     Danny Schechter, em sua coluna no Reader Supported News.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-line-height-alt: 8.0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;A imagem da classe política nas mãos dos mais     ricos é documentada por todas as partes, com doadores milionários que     financiam candidatos dos dois partidos. De fato, um novo informe do Center     of Responsive Politics demonstra que Obama recebe ainda mais de Wall Street     para sua reeleição, do que obteve em 2008.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-line-height-alt: 8.0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;Para alguns, as políticas econômicas de Obama,     até o momento, não são diferentes das do seu antecessor, como a continuação     das guerras e a omissão em pedir contas aos financistas e empresários,     responsáveis por esta crise.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-line-height-alt: 8.0pt; text-align: center;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-U3v2EhnH5zU/TkQSy8OG6sI/AAAAAAAAA6M/P0XayKYRBYY/s1600/Tio+Sam.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-U3v2EhnH5zU/TkQSy8OG6sI/AAAAAAAAA6M/P0XayKYRBYY/s320/Tio+Sam.jpg" width="237" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;Talvez por isso não surpreenda tanto que Barack     Obama dance confome a música de Bush, literalmente. Mark Knoller, da CBS,     reportou que a campanha eleitoral do presidente está usando a canção “Só na     América”, de Brooks e Dunn, nos seus comícios. George W. Bush a usou em sua     campanha à reeleição, em 2004.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-line-height-alt: 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div align="center" style="line-height: 10.0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 6.5pt;"&gt;Fonte:&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.jornada.unam.mx/2011/08/08/opinion/031o1mun"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;http://www.jornada.unam.mx/2011/08/08/opinion/031o1mun&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="line-height: 10.0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 6.5pt;"&gt;Tradução – Eduardo Marinho&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Boletim Telesur de 11 de agosto de 2011&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7792421741724370008-5345298797018537030?l=observareabsorver.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://observareabsorver.blogspot.com/feeds/5345298797018537030/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/08/luxo-fome-e-furia-por-david-brooks-la.html#comment-form' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/5345298797018537030'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/5345298797018537030'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/08/luxo-fome-e-furia-por-david-brooks-la.html' title='Luxo, fome e fúria'/><author><name>Observar e absorver</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02314866102775937984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-kVY26NUEpvI/TZK1UsnVd2I/AAAAAAAAAuE/qZENa37Ph2w/s220/18%2Bde%2Bmar%25C3%25A7o%2Bde%2B2011%2B025.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-d6cwbU9drBI/TkQSwNYWWsI/AAAAAAAAA6I/D7i4C0kn3RE/s72-c/imperialismo7%255B1%255D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7792421741724370008.post-2410798655366368491</id><published>2011-08-10T00:30:00.010-03:00</published><updated>2011-08-22T12:04:15.564-03:00</updated><title type='text'>Dia do trabalhador ou do trabalho?</title><content type='html'>&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-outline-level: 1; text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt; Pode parecer estranho publicar um texto sobre o 1º de maio em agosto. Mas é uma redação feita para o Núcleo Piratininga de Comunicação (&lt;a href="http://www.piratininga.org.br/"&gt;http://www.piratininga.org.br/&lt;/a&gt;), em curso de comunicação popular. Claudia Sampaio e Vito Giannotti são os organizadores. E mestres de vida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; A luta dos explorados é todo dia. Dos espoliados, dos mal servidos, dos sabotados, dos excluídos. Uma luta não só deles, e sim de todos que se pretendem participantes da coletividade humana. Mas precisa começar dentro de si mesmo, em cada um, e daí para a coletividade. Não de fora pra dentro, nem de cima pra baixo. De dentro para fora o trabalho ganha força, raiz, nutrição e substância.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-MDsdoa6N4MY/TkH7NlCWPlI/AAAAAAAAA54/txfXcCVkApM/s1600/O+Povo.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-MDsdoa6N4MY/TkH7NlCWPlI/AAAAAAAAA54/txfXcCVkApM/s1600/O+Povo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;No princípio era o caos. As fábricas eram escuras, úmidas, fechadas, barulhentas, cheias de fumaças, poeiras e resíduos venenosos. As engrenagens eram toscas, enormes, perigosas, qualquer descuido e moíam dedos, mãos, pés, braços, às vezes corpos inteiros eram esmagados entre rodas dentadas, correias de transmissão, rolos compressores. Era o princípio da chamada revolução industrial.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Os operários eram camponeses ou descendentes de camponeses expulsos dos campos pelas milícias da época, a serviço dos poderosos que tomavam terras para a criação de ovelhas e as plantações de algodão. A nascente indústria de tecidos na Inglaterra precisava de matéria prima para suas máquinas. Sem opção, a população expulsa e sobrevivente dos massacres sofridos pelos que resistiam, formava legiões de sem nada. Eles caminhavam sem rumo até as periferias dos centros urbanos, se aglomerando em situação de miséria e desespero, prontos a aceitar o trabalho insano nas condições terríveis das indústrias, sem nenhum direito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Diante das multidões em desespero, mão de obra farta, os patrões não se importavam com as condições infernais de trabalho nas suas fábricas. Os mortos eram imediatamente substituídos, da mesma forma que os mutilados - estes eram, simplesmente, atirados à própria sorte, ao amparo dos próximos ou à mendicância.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Com o tempo – e com a força que a resistência ao sofrimento impõe – começaram a surgir organizações entre os trabalhadores. Crianças, velhos, homens e mulheres eram massacrados pelas condições de vida e de trabalho e os patrões, atentos, proibiam qualquer tipo de organização. Sabiam que seriam obstáculos à sua exploração desenfreada. Escolhiam os mais fortes e de pior caráter, para controlar os demais em troca de migalhas um pouco maiores. Capatazes, feitores, chefes, gerentes, cagoetes eram os olhos e ouvidos do patrão, armas e ferramentas de desunião e controle.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;As primeiras organizações muitas vezes tinham que ser às escondidas, entre conversas rápidas, sussurros e combinações sob o olhar atento do patrão e seus xisnoves*, em reuniões noturnas e encontros em segredo. A luta foi árdua desde o início, o ódio, a covardia e a perversidade dos privilegiados não teve limites, muitos foram e são os mortos, os banidos, os perseguidos e penalizados por lutarem pelos direitos básicos, para não morrerem de fome, de cansaço, de acidente ou de abandono. São "baderneiros", dizem os patrões.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Num primeiro de maio, na Inglaterra de 1848, entra em vigor a primeira lei limitando o trabalho a dez horas por dia. As manifestações eram reprimidas com fúria pelas forças de segurança, muitas vezes terminando em massacres sangrentos. As bandeiras operárias eram tão freqüentemente banhadas em sangue e, depois, erguidas novamente, que a cor vermelha foi escolhida para simbolizar as lutas por direitos básicos, até hoje não atendidos pela sociedade, pelo Estado, em violação flagrante da sua própria constituição e demonstração clara do predomínio dos interesses empresariais, sobre os direitos da população como um todo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Num primeiro de maio foi iniciada a greve geral nos Estados Unidos que resultou no massacre de Chicago, com dezenas de mortos, centenas de feridos, em 1886.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Quatro anos depois operários estavam organizados entre países, na Europa, nos Estados Unidos, na África e na América Latina houve manifestações, greves, barricadas, confrontos com a polícia. 1890. Em 91, o 2º Congresso da organização operária já conhecida como Internacional Socialista decreta o dia 1º de maio o Dia Internacional dos Trabalhadores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Impotentes para evitar, os patrões se esforçam, todo ano, para transformar a data em comemoração festiva, de celebrações, espetáculos, sorteios e premiações, na clara intenção de distorcer o significado deste dia de luta dos explorados por condições dignas de vida e trabalho. Dia do trabalho é todo dia. O primeiro de maio é o dia dos trabalhadores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Eduardo Marinho&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;* xisnove – ou X-9, informante da polícia.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7792421741724370008-2410798655366368491?l=observareabsorver.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://observareabsorver.blogspot.com/feeds/2410798655366368491/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/08/dia-do-trabalhador-ou-do-trabalho.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/2410798655366368491'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/2410798655366368491'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/08/dia-do-trabalhador-ou-do-trabalho.html' title='Dia do trabalhador ou do trabalho?'/><author><name>Observar e absorver</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02314866102775937984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-kVY26NUEpvI/TZK1UsnVd2I/AAAAAAAAAuE/qZENa37Ph2w/s220/18%2Bde%2Bmar%25C3%25A7o%2Bde%2B2011%2B025.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-MDsdoa6N4MY/TkH7NlCWPlI/AAAAAAAAA54/txfXcCVkApM/s72-c/O+Povo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7792421741724370008.post-2583971199805523136</id><published>2011-08-09T22:32:00.006-03:00</published><updated>2011-08-10T02:20:10.079-03:00</updated><title type='text'>É melhor em paz</title><content type='html'>&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-outline-level: 1; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Quando alguém declara não acreditar em alguma história que conto, em vez de ofendido eu me sinto elogiado. Houve quem não acreditasse que eu fazia os brochinhos, em relevo no metal, com fechos em arame trabalhado com alicate e soldados com maçarico. Um camarada chegou a dizer que sabia onde eu comprava, em São Paulo. Eu explicava pra algumas pessoas do mesmo grupo como eu fazia a corrosão, a solda, e tal. O cara ainda disse que havia estado lá no dia anterior. Mentindo descaradamente, convicto de que era impossível eu ter feito os broches. Eu ri, a explicação terminara.“Vou tomar como um elogio” eu disse a ele, “cê tá achando meu trabalho tão bom que não é possível eu fazer à mão, tem que ter sido feito pela indústria, né não?” No silêncio que se fez, segui o caminho. O descrédito, quando não é uma provocação pura e simples, no fundo, é um elogio. Tão incrível que não pode ser verdade. Por quê se aborrecer?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; É direito de cada um acreditar ou duvidar do que quer que seja. Em caso de dúvida pode ficar como mentira, não é agradável, mas possível e respeitável, não tem problema. Arte é mentira, olhando pelo lado da criação se vê um conto, uma ficção. E gracias.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Sinto uma grande gratidão pela vida, pelas possibilidades de ter vivido tantas histórias, tantas situações tão diferentes, tendo a pouca ou a falta de grana como o único ponto comum. Sei muito bem o que vivi e, se hoje tenho histórias pra contar, ser considerado mentiroso ou ficcionista por alguns não tem muita importância. Nestas histórias, há qualquer coisa de serviço. Vivências trazem ensinamentos, informações, advertências, orientações; o proveito depende de cada um, de fatores externos e internos. As histórias caminham pelo mundo procurando os que precisam dela ou que podem lhe dar proveito. Vi muitas vidas à minha volta, milhares de histórias de todos os tipos. A diferença é que tive o privilégio de estudar em boas escolas. Aprendi a me expressar, tive acesso à instrução como deveria ser para todos. Posso escrever o que vi e vivi. No meu pensar, qualquer privilégio gera uma obrigação moral com a população sabotada, roubada em seus direitos básicos – necessários a uma vida justa. Privilégios são vistos como superioridade social pela maioria, mas são, pra mim, dívidas morais com a coletividade. Não cobro de ninguém além de mim mesmo, não nasci pra cobrador. Cada um sabe de si e carrega sua própria consciência, sua própria história, seus plantios e suas colheitas. Não trato das escolhas feitas, mas das escolhas possíveis. E das impossíveis.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Trabalhar com idéias, com reflexões e questionamentos é como semear a terra. Gosto de trabalhar com terras férteis, onde as sementes brotam. Cada semente tem suas circunstâncias ideais, suas indicações e contra-indicações, seus momentos e condições para crescer e frutificar. Cada terra tem suas características, seus momentos, na hora de plantar é preciso escolher a semente propícia às condições, para brotar, crescer e dar frutos. Não gosto de perder tempo e energia com terras áridas, onde se encontra mais conflitos, aborrecimentos e desgastes sem nenhum proveito, com freqüentes e evidentes prejuízos. Não se plantam sementes nas pedras ou na aridez.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O trabalho de esclarecimento, conscientização e, sobretudo, sensibilização acontece melhor com calma, harmonia e concordância de propósitos. E a vida flui melhor, mais em paz. Discordâncias não precisam se tornar discórdias. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7792421741724370008-2583971199805523136?l=observareabsorver.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://observareabsorver.blogspot.com/feeds/2583971199805523136/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/08/e-melhor-em-paz.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/2583971199805523136'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/2583971199805523136'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/08/e-melhor-em-paz.html' title='É melhor em paz'/><author><name>Observar e absorver</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02314866102775937984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-kVY26NUEpvI/TZK1UsnVd2I/AAAAAAAAAuE/qZENa37Ph2w/s220/18%2Bde%2Bmar%25C3%25A7o%2Bde%2B2011%2B025.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7792421741724370008.post-1456367619339455025</id><published>2011-08-09T22:27:00.003-03:00</published><updated>2011-08-09T23:47:40.741-03:00</updated><title type='text'>A guerra mundial das empresas contra os povos</title><content type='html'>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-UyU4oeTbQLo/TkHeVgW4h5I/AAAAAAAAA50/Z-bzUUEoLqU/s1600/zumbis+do+consumo.bmp" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-UyU4oeTbQLo/TkHeVgW4h5I/AAAAAAAAA50/Z-bzUUEoLqU/s320/zumbis+do+consumo.bmp" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;As classes médias são transformadas em zumbis do consumo&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;A derrubada das torres gêmeas foi o incêndio do Reichtag estadunidense. Da mesma forma que Hittler usou os escombros do congresso alemão para concentrar poderes e começar a segunda guerra mundial, o império atual utilizou o “ataque” como pretexto pra iniciar a invasão do Iraque e a “guerra total ao terrorismo”, significando o terrorismo dos outros, pois não é outra coisa o que as forças ocidentais fazem no mundo árabe. Aliás, no mundo inteiro, nos cinco continentes, a cobiça e a desumanidade dos interesses das grandes empresas têm causado morte e sofrimento, destruição e tragédia.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Essa explosão de guerras no oriente médio é apenas a parte mais visível, uma batalha na grande guerra mundial em que está envolvida a humanidade, em inconsciência quase plena. A pior guerra, com os piores inimigos, que se fazem de amigos, entram em nossa casa e em nossos pensamentos e nos fazem colaborar com eles pra nossa própria derrota. É a guerra das grandes empresas contra os povos. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Infiltraram-se nos Estados, nas instituições, bancam campanhas eleitorais para ter seus próprios políticos, determinam leis e concessões, manobram a destruição do ensino público e sua constante sabotagem, controlaram a educação privada e a superior, impondo regras aos currículos para que se moldem aos seus interesses e aos orçamentos para privilegiarem interesses de poucos em prejuízo de muitos. Barbarizaram a saúde pública e privatizaram a maior parte dos serviços, a comando de laboratórios farmacêuticos, planos de saúde e indústria de equipamentos médicos. Controlam as comunicações com a mídia gorda, comercial, privada. Com sua publicidade massiva, suas novelas e programas, moldam comportamentos, formam valores, objetivos de vida, distorcem a realidade, sempre contra o povo e a favor dos poucos “poderosos”, das empresas, manobrando a coletividade para se deixar explorar e acreditar que o mundo é assim mesmo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os sinais estão por todo lado. Na diferença entre uma delegacia de homicídios, precária, e uma de crimes contra o patrimônio, estruturada; entre o prédio de ciências sociais em qualquer escola universitária e o prédio de engenharia ou ciências tecnológicas de interesse empresarial. Na diferença de tratamento dado pelo poder público aos interesses empresariais e aos interesses da maioria da população; entre a consideração com os mais ricos e o desprezo pelos mais pobres. No descumprimento das leis principais da constituição do país, a garantia dos direitos básicos para uma vida decente, pelo próprio Estado. Inúmeros sinais em nosso cotidiano, naturalizado pelas distorções das informações e pela prática cotidiana que, progressivamente, foi se instalando na vida das coletividades, induzidas por uma mídia mentirosa, profundamente aplicada em controlar a mente e o comportamento da população. Superficializando a mentalidade, criando a necessidade do consumo como valor social, dividindo com a ideologia da competição desenfreada, produzindo uma vida angustiante em comportamento de manada, sem um sentido real e profundo, impondo o ter no lugar do ser.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O inimigo ataca em toda parte, sempre sorrindo dentes brancos, olhos sedutores com juras de amor incondicional, tudo pela sua felicidade, enquanto rouba seus direitos, sua educação, sua consciência, sua vida, os patrimônios e riquezas da sociedade e as possibilidades de melhorar a situação de todos. O pior inimigo, que nos faz colaborar, mais que isso, sustentar esse sistema absurdo, desumano, com nossos comportamentos, nossos pensamentos, nossos desejos, nossas opiniões. Estimula-se o egoísmo, o vencer a qualquer custo, promete-se o paraíso aos vitoriosos e acena-se a todos com essa possibilidade impossível. As correntes da escravidão que nos aprisiona, hoje, são construídas com mentiras altamente planejadas por cérebros lapidados nas academias e implantadas no inconsciente das pessoas desarmadas de senso crítico pela falta de uma educação humanizadora e de informações verdadeiras. Não se recomenda lutar por direitos, mas sim por privilégios – isso é que dá lucro.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Somos nós, como coletividade, que sustentamos o sistema. Induzidos, programados, desinformados, superficializados, cheios de preconceitos, ameaçados, iludidos ou acovardados, consentimos que o mundo seja assim, que a sociedade seja estruturada desta maneira. A solidariedade irrestrita é francamente indesejável aos que se sentem donos do mundo. Quando nos dermos conta e começarmos a pensar com independência, buscar informações nos meios alternativos, tomar posse dos valores pessoais, o sistema desmorona. Não há defesa mais poderosa que a consciência.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Eduardo Marinho, 8.8.11&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7792421741724370008-1456367619339455025?l=observareabsorver.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://observareabsorver.blogspot.com/feeds/1456367619339455025/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/08/guerra-mundial-das-empresas-contra-os.html#comment-form' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/1456367619339455025'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/1456367619339455025'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/08/guerra-mundial-das-empresas-contra-os.html' title='A guerra mundial das empresas contra os povos'/><author><name>Observar e absorver</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02314866102775937984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-kVY26NUEpvI/TZK1UsnVd2I/AAAAAAAAAuE/qZENa37Ph2w/s220/18%2Bde%2Bmar%25C3%25A7o%2Bde%2B2011%2B025.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-UyU4oeTbQLo/TkHeVgW4h5I/AAAAAAAAA50/Z-bzUUEoLqU/s72-c/zumbis+do+consumo.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7792421741724370008.post-2337641992757336549</id><published>2011-07-21T00:41:00.006-03:00</published><updated>2011-08-05T05:12:39.380-03:00</updated><title type='text'>Qualidade de sentimentos, qualidade de vida, qualidade social</title><content type='html'>&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-outline-level: 1; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-outline-level: 1; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-outline-level: 1; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Estou aprendendo a observar a qualidade dos sentimentos. Percebo cada vez mais a importância deles em nosso pensamento, na qualidade geral da vida e na maneira de sermos e de nos relacionarmos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Existem todos os sentimentos, mesmo os mais bárbaros, na maioria dos seres humanos, ainda que na forma de semente. Consigo imaginar situações em que me tornaria – eu, que sou tranqüilo – um monstro sanguinário, em circunstâncias específicas que prefiro não relatar, por hediondas que são. Sinto a necessidade de trabalho neste sentido, de observar, aprender, questionar e influenciar os sentimentos tanto em mim mesmo quanto os que produzo na coletividade, nos outros, dentro das minhas possibilidades, claro. Venho me empenhando neste aprendizado.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-iLGSZkCBpPk/Tiefk-ec1nI/AAAAAAAAA40/02JD69UhGrY/s1600/Expectativa.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-iLGSZkCBpPk/Tiefk-ec1nI/AAAAAAAAA40/02JD69UhGrY/s320/Expectativa.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Neste caminho há uma clareza crescente de percepções novas, o desenvolvimento da capacidade de sentir, de perceber os sentimentos que se produzem, antes que se manifestem, e interferir neles quando é possível. Um trabalho muito ligado à área da intuição. O saber acadêmico, racionalista, muitas vezes nega ou despreza essa área, empobrecendo em muito os potenciais da razão e do desenvolvimento realmente humano – o desenvolvimento que vejo, a mim parece mais desumano, egoísta, exclusivista, excluidor e explorador da maioria. A tendência racionalista das academias cria um sentimento de superioridade (abrindo distância das maiorias, consideradas inferiores) que se manifesta em desprezo e agressividade ou em benevolência e compaixão, de acordo com o caráter, da índole pessoal. Confunde-se falta de conhecimentos com falta de personalidade, falta de saber com falta de sabedoria.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Essa tendência alimenta sentimentos desequilibrados de arrogância e vaidade, de superioridade em lugar de responsabilidade, de direito a privilégios em vez de obrigações morais, que por sua vez alimentam a tendência racionalista do pensar acadêmico, em justificativa da própria existência como elite intelectual. Mas a forma como a academia é utilizada (sempre em benefícios das empresas, das elites e das suas minorias de sustentação, as classes médias altas) me dá a sensação de planejamento, de estratégia intencional.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Bom, voltando ao assunto, observando a influência dos sentimentos no comportamento, nas ações e reações e nos pensamentos, tenho encontrado maneiras de, por exemplo, desarmar pessoas que se colocam em rota de colisão, partindo do momento em que se manifesta o sentimento que tende ao conflito – na fisionomia, na postura corporal, no tom de voz – e antes que ele se manifeste em atitudes, em palavras ou atos. Na maioria das vezes, bastam palavras de respeito às diferenças de opiniões e visões de mundo. Idéias pacificadoras simples e agradáveis à maioria. Diante de um eventual insulto, já não existe sentimento de ofensa - que é justamente o objetivo do insulto, no caminho do conflito primário. É fácil não se deixar levar, quando se consegue observar, com alguma isenção, os sentimentos envolvidos. O insulto tende a morrer na boca do agressor, se não encontra o retorno esperado. O aprendizado é proporcional à tolerância, ao interesse e ao respeito pelo outro – mesmo que o outro não saiba respeitar –, que criam a capacidade de absorver as lições que sempre se apresentam.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Ej59gT13rgk/TiegoclnkZI/AAAAAAAAA44/EJcScv8eU54/s1600/Placas+pra+manifesta%25C3%25A7%25C3%25A3o+p%25C3%25BAblica+004.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-Ej59gT13rgk/TiegoclnkZI/AAAAAAAAA44/EJcScv8eU54/s320/Placas+pra+manifesta%25C3%25A7%25C3%25A3o+p%25C3%25BAblica+004.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Se no âmbito pessoal podemos perceber a total influência dos sentimentos na qualidade de vida e nas relações com pessoas, situações, acontecimentos e contrariedades, estendendo os olhos sobre a coletividade, vemos quanto desequilíbrio é produzido pela falta de atenção, de estudo e trabalho nesta área. Ao contrário, são estimulados os piores sentimentos, como egoísmo, vaidade, preconceitos, discriminações, por uma publicidade irresponsável cujo único objetivo é induzir ao consumo compulsivo, obrigatório para alcançar algum valor social. No interesse das empresas. O ensino público foi destruído e o privado foi direcionado aos interesses empresariais. Os bancos e as empresas viraram o centro do mundo, da vida, do universo. O mundo é apresentado como um imenso mercado invisível abrangendo todas as áreas das sociedades, a partir de dois troncos principais, o mercado de trabalho e o mercado de consumo, que devem ser disputados em competição permanente e sem tréguas por todos, em benefício de minorias numericamente insignificantes, mas que concentraram, ao longo dos séculos e por dinastias, os poderes que se impõem sobre os Estados, suas instituições e seus povos. Por isso os serviços públicos são tão precários e áreas estratégicas, como saúde, educação e segurança se encontram em estado de barbárie. Não é por incompetência, é intencional, é competência com os objetivos da concentração, que passa pela desinstrução e pela desinformação da maioria, pelo extermínio dos “excessos” e pela contenção dos inconformados.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; É preciso desenvolver a observação e a influência sobre os sentimentos, inclusive para perceber a quantidade de sentimentos induzidos pelas mídias, pelo ensino deturpado, pela publicidade massiva e pela propaganda ideológica alienante, que distorcem a realidade e escondem as causas de tanto sofrimento, tanta sabotagem, tanta covardia, tanto abandono. Fomos influenciados desde o inconsciente (e desde a infância) por técnicas de formação de opinião, de desejos, de valores, por manipulação midiática, por condicionamento cultural.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Quando encaramos o irmão que discorda ou que apenas caminha ao nosso lado como adversário, sustentamos o sistema; quando desejamos ser melhores que os outros, ao contrário de sermos apenas o nosso melhor possível, na disposição de aprender mais e sempre, sustentamos o sistema; quando usamos marcas “de qualidade”, ignorando o trabalho escravo e a exploração extrema, a destruição da natureza e de coletividades em áreas de interesse econômico, o desrespeito e as violações constantes que essas empresas impõem aos povos de&amp;nbsp; todo o mundo, sustentamos o sistema; quando desejamos situações de riqueza, sem considerar que privilégios para poucos há muito tempo custam os direitos básicos das maiorias, sustentamos o sistema.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Somos levados a colaborar com esse sistema de exploração desmedida do trabalho, de concentração de riqueza e poder nas mãos de minorias cada vez menores que não se sustentariam, se não fôssemos levados a colaborar, a consentir e a manter, massa de manobra modelada pela interferência da ideologia empresarial no ensino e entorpecida por uma mídia privada dominante e essencialmente empresarial.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Adotamos valores planejados e implantados mesmo no inconsciente, com os conhecimentos da psicologia avançada dos estudos acadêmicos que são usados em publicidade, propaganda e márquetim. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Somos convencidos de que a vida é uma competição e todos são adversários; que felicidade é consumir, desfrutar de excessos, patrimônios, facilidades, confortos e garantias; que o mundo é isso mesmo e não tem jeito, não se pode fazer nada a não ser entrar na corrente e disputar o seu espaço, lutar por si mesmo, nunca pela coletividade. Somos levados a não ver a miséria produzida por essa estrutura social desumana e concentradora, ou a vê-la como inevitável, certamente desagradável e injusta, mas inevitável realidade que não encontra explicação, a não ser atirando a responsabilidade sobre as próprias vítimas para justificar seu abandono à própria sorte – e não se pensa mais nisso. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-LjyLFSJlkyE/TiehPoDSVJI/AAAAAAAAA48/DzD5uX0Gw6w/s1600/Placas+pra+manifesta%25C3%25A7%25C3%25A3o+p%25C3%25BAblica+003.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-LjyLFSJlkyE/TiehPoDSVJI/AAAAAAAAA48/DzD5uX0Gw6w/s320/Placas+pra+manifesta%25C3%25A7%25C3%25A3o+p%25C3%25BAblica+003.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Prestando atenção aos próprios sentimentos e aos que nos rodeiam, percebemos aos poucos suas origens, seu nascedouro, suas motivações externas e inconscientes tornadas, aos poucos, conscientes. Ganhamos poder de influência sobre nossos valores, desejos e objetivos de vida, gradualmente os limpando dos condicionamentos mediocrizantes a que ninguém escapa e que nos causam uma vida de angústias permanentes e frustrações constantes, nos círculos viciosos entre o consumo e o trabalho, incluindo no consumo desde o básico para a sobrevivência – como a água – até as necessidades do espírito humano – cultura, integração, afetos, sentimentos,... –, tudo reduzido à qualidade de mercadoria.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Quando desenvolvermos o sentimento de solidariedade irrestrita, quando desejarmos do mundo apenas o necessário para viver com dignidade e em harmonia com o coletivo, quando sentirmos todas as crianças como filhos comuns e os velhos como pais e avós de todos, quando a prioridade forem as situações de fragilidade, quando desenvolvermos os próprios valores, desejos e objetivos de vida relacionados com a harmonia social e a igualdade de oportunidades para todos, sem exceções, o sistema desmorona sem ruído, de inanição. Pois somos nós todos que o sustentamos, conduzidos como o burro puxa a carroça atrás das cenouras penduradas numa vara, sem alcançar.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Sensibilizar, esclarecer, conscientizar, são tarefas que ganham em força e alcance quando partem de um trabalho interno, profundo e sincero, disposto a reconhecer erros e corrigir rotas, a qualquer momento.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-outline-level: 1;"&gt;Eduardo Marinho.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7792421741724370008-2337641992757336549?l=observareabsorver.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://observareabsorver.blogspot.com/feeds/2337641992757336549/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/07/qualidade-de-sentimentos-qualidade-de.html#comment-form' title='16 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/2337641992757336549'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/2337641992757336549'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/07/qualidade-de-sentimentos-qualidade-de.html' title='Qualidade de sentimentos, qualidade de vida, qualidade social'/><author><name>Observar e absorver</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02314866102775937984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-kVY26NUEpvI/TZK1UsnVd2I/AAAAAAAAAuE/qZENa37Ph2w/s220/18%2Bde%2Bmar%25C3%25A7o%2Bde%2B2011%2B025.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-iLGSZkCBpPk/Tiefk-ec1nI/AAAAAAAAA40/02JD69UhGrY/s72-c/Expectativa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>16</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7792421741724370008.post-1933306315009373233</id><published>2011-07-20T19:20:00.002-03:00</published><updated>2011-07-20T20:49:54.569-03:00</updated><title type='text'>AVISO</title><content type='html'>Esse texto abaixo, que acabei de postar ("filtrado em mim, direcionado ao mundo"), foi escrito sob o impacto da perda de todos os contatos internéticos, pelo correio e pelo blogue. Eu considerava a possibilidade de perder tudo e já estava prestando atenção no que precisava fazer, ou seja, trabalhar no meu material de trabalho, que o bicho tá pegando do outro lado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se pode ver, retomei o acesso, depois de quase duas semanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços a todos,&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Eduardo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7792421741724370008-1933306315009373233?l=observareabsorver.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://observareabsorver.blogspot.com/feeds/1933306315009373233/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/07/aviso.html#comment-form' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/1933306315009373233'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/1933306315009373233'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/07/aviso.html' title='AVISO'/><author><name>Observar e absorver</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02314866102775937984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-kVY26NUEpvI/TZK1UsnVd2I/AAAAAAAAAuE/qZENa37Ph2w/s220/18%2Bde%2Bmar%25C3%25A7o%2Bde%2B2011%2B025.jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7792421741724370008.post-789289077533350982</id><published>2011-07-20T19:15:00.000-03:00</published><updated>2011-07-20T19:15:45.843-03:00</updated><title type='text'>Filtrado em mim, direcionado ao mundo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ce7fG6cFq1Y/TidTeWKrF-I/AAAAAAAAA4w/bSx8iSyhqBE/s1600/Popula%25C3%25A7%25C3%25A3o+Colorida.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="208" src="http://4.bp.blogspot.com/-ce7fG6cFq1Y/TidTeWKrF-I/AAAAAAAAA4w/bSx8iSyhqBE/s640/Popula%25C3%25A7%25C3%25A3o+Colorida.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Gostaria de poder avisar a todos. Talvez não seja possível. Desde ontem, 8 de julho de 2011, meu acesso à minha parte da net tá vedado. Endereço, blogues, iutube, orcute e o escambau, a senha é recusada e nada resolve. Já tentei várias formas, apesar de semi-analfa internético, alguns amigos tentaram ajudar, sem arrumar nada. Ainda vêm outros, mais feras na coisa, mas já tô contando com o pior – e se estiver errado, melhor. Milhares de comunicações, perto de mil endereços, boletins de notícias, informações, idéias, arquivos preciosos, tudo sem acesso. Eu tava recebendo coisa de 50 imeios por dia, e o endereço continua no cabeçário do blogue, que tá pelos 1900 verificadores (melhor que “seguidores”), como falar com todos, sem acesso ao blogue? Na minha precária relação com essas tecnologias, me conformo com minha sorte e espero o acaso, pois tenho muito mais o que fazer. Fiz o que pude e abri a situação aos ventos. Os que se propuseram a ajudar virão conforme suas condições permitam, pois será um favor, já que não posso pagar.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Posso tomar como um sinal, do destino, da vida, sei lá, um sinal. Faz tempo que sinto necessidade de me dedicar ao trabalho imediato, os desenhos, as frases, os textos, enfim, os papéis que ponho a circular pelo mundo que me cerca, me toca, material e espiritual. Afinal, é o que me põe em contato direto com minha matéria-prima e o destino do meu trabalho, as relações com pessoas, acontecimentos, pensamentos, comportamentos, com o mundo, em uma troca impossível pela internet, pois tocar corpo e alma juntos só é possível no contato direto. A net já deu embalo suficiente.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;A primeira entrevista, em novembro de 2009, fez aparecer o blogue e deu muito o que fazer, lançou minhas palavras no ar, causando reflexões, questionamentos, reações, da mesma forma que faço no cotidiano, há tantos anos, observando a sociedade e as suas relações, refletindo e colocando no meu trabalho. Calçadas, praças, eventos, feiras, assembléias sindicais, movimentos de contestação social, em todo lugar onde se concentrem pessoas de índole reflexiva, na luta por melhoras na vida em sociedade.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Meu pensamento foi projetado longe, brotaram contatos, muitos, até ao exagero. Contatos mais distantes geraram chamados a palestras, a ser ouvido por coletividades reunidas, experiência nova e bastante interessante. Tenho a impressão de encontrar um número muito maior de exceções do que antigamente, as exceções eram raríssimas na multidão e chamavam muito mais a atenção. Sentados num auditório, não se distingue tão facilmente os que pensam por si e os que repetem os pensamentos planejados e impostos pelas empresas de comunicação. É o que me parece, uma estratégia de infiltração imperceptível, as exceções são quem tem condição pra mudar a estrutura da sociedade, tornando-a mais humana e não permitindo situações de miséria e ignorância. Mas voltando ao assunto, o outro lado desse alcance inesperado é o tratamento de superioridade que recebo em algumas circunstâncias. Muito difícil a resistência a olhares que atribuem um patamar superior ao pensar, à visão de mundo, confundindo a vivência com o ser.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Se as experiências privilegiadas que pude viver deram base a formação da minha visão de mundo, através de muita observação, reflexão e vivência – para enxergar o que hoje acho óbvio –, o resultado é maior responsabilidade diante do grupo, do coletivo, da humanidade, e não ilusões de superioridades e sabedorias, em vaidade primária, um primitivismo de consciência, um obstáculo à evolução. Mas é preciso estar atento, o sentimento de superioridade é insinuante, adaptável, facilmente “justificável”, além de extremamente estimulado em nossa sociedade de consumo e competição, com infinitas variações, do grotesco ao quase imperceptível, da arrogância grosseira à benevolência atenciosa.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Com a restrição da net, por “casualidade”, volto a me concentrar no trabalho material, a produção de desenhos, frases e textos. Nesse processo, devo circular mais pelo mundo e viver mais a realidade cotidiana da convivência urbana, no bairro, na metrópole, na região, no país. Saio da net pra cair no mundo, conforme as oportunidades forem se apresentando, os trabalhos que eu for fazendo. Perdoem os que ficarem sem resposta. O Claudemir Firmino, que pagou antes de mandar seu endereço, apesar de eu insistir pra ele fazer o contrário, na certa vai pensar que foi lesado. Na última comunicação, eu disse a ele, “não adianta nada pagar, se você não mandar o endereço”. Depois disso, não tive mais acesso. O gemeio entranhou a senha e me limou. O endereço tá lá, com certeza. A camisa vai estar pronta, Claudemir, agora é esperar a hora. Nem dá pra devolver a grana. Inda bem que não é muita.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;A vida deu muita volta nesse pouco tempo de internet. Inevitável reconhecer, no aumento de visibilidade, um crescimento no respeito e na consideração por parte de pessoas de tendência reflexiva, um elemento novo com quem já estava habituado ao desrespeito cotidiano do preconceito e do aparato de segurança, por extensão de todo o serviço público. Uma demonstração de reconhecimento ao esforço de enxergar razões de ser, na vida, mais plenas que as que são oferecidas – patrimônios, privilégios, posições sociais, consumos, confortos –, formação que não chega ao fim, que permanece em mutação constante. Somos o mesmo grupo, uma humanidade, dentro de um universo mal conhecido, em constante evolução, e essa idéia começa a sair do campo da abstração e vindo à realidade. Cada vez mais pessoas percebem o todo ao qual pertencem e começam a questionar seus valores implantados. Pouco a pouco, os comportamentos vão mudando, nenhum processo dá pulo, a não ser em hecatombes naturais.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;O que faço em pinturas, desenhos, frases, textos ou qualquer outra coisa reflete apenas minha vivência e visão de mundo, minha posição diante da sociedade que me cerca, por todos os lados. Não há mérito, há função, sem o que minha vida perderia o sentido – a minha, bem entendido, sem cobranças a outros. Preciso da satisfação interna em cumprir, mal e mal, o que considero minha obrigação dentro da coletividade, no todo planetário. Microscópico, insignificante, mas a minha parte do processo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Parece que devo mudar a direção do foco. Certamente formarei outra bagagem, uma nova vivência. Que será filtrada em mim e direcionada ao mundo. Como tenho feito, há muitos anos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;span style="color: #888888;"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Eduardo Marinho&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;1&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;1 de julho de 2011 – data da finalização do texto&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7792421741724370008-789289077533350982?l=observareabsorver.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://observareabsorver.blogspot.com/feeds/789289077533350982/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/07/filtrado-em-mim-direcionado-ao-mundo.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/789289077533350982'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/789289077533350982'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/07/filtrado-em-mim-direcionado-ao-mundo.html' title='Filtrado em mim, direcionado ao mundo'/><author><name>Observar e absorver</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02314866102775937984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-kVY26NUEpvI/TZK1UsnVd2I/AAAAAAAAAuE/qZENa37Ph2w/s220/18%2Bde%2Bmar%25C3%25A7o%2Bde%2B2011%2B025.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-ce7fG6cFq1Y/TidTeWKrF-I/AAAAAAAAA4w/bSx8iSyhqBE/s72-c/Popula%25C3%25A7%25C3%25A3o+Colorida.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7792421741724370008.post-518329995203313634</id><published>2011-07-01T12:33:00.000-03:00</published><updated>2011-07-01T12:33:13.868-03:00</updated><title type='text'>Dívida Pública</title><content type='html'>Todo ano, o orçamento brasileiro leva uma mordida que come metade do seu montante, para pagamento a bancos internacionais dos juros de uma dívida que não diminui, que foi constituída de forma obscura, que muda de nome para se atualizar e que foi investigada por uma CPI, evidentemente sem divulgação por parte da auto denominada "imprensa livre". Livre pra mentir, enganar e distorcer a realidade em favor dos mais poderosos e ricos e em prejuízo do povos, cada vez mais espremidos para enriquecer mais e mais os grandes bancos e empresas internacionais e seus cúmplices nacionais, concentrando mais e mais poder e aumentando mais e mais o controle privado sobre os Estados. No link abaixo, algumas investigações feitas pela CPI da Dívida Pública, na Câmara dos Deputados. Que transcorreu e acabou sob o silêncio da mídia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/blog/2011/06/21/inflacao-divida-publica-2/"&gt;http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/blog/2011/06/21/inflacao-divida-publica-2/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7792421741724370008-518329995203313634?l=observareabsorver.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://observareabsorver.blogspot.com/feeds/518329995203313634/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/07/divida-publica.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/518329995203313634'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/518329995203313634'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/07/divida-publica.html' title='Dívida Pública'/><author><name>Observar e absorver</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02314866102775937984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-kVY26NUEpvI/TZK1UsnVd2I/AAAAAAAAAuE/qZENa37Ph2w/s220/18%2Bde%2Bmar%25C3%25A7o%2Bde%2B2011%2B025.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7792421741724370008.post-3162068458578108329</id><published>2011-06-30T23:50:00.010-03:00</published><updated>2011-07-04T17:21:31.811-03:00</updated><title type='text'>O “Paraguai” africano</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O Paraguai africano ou&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Líbia – uma guerra trágica com pretextos patéticos &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que os países que representam o império da atualidade, econômico-financeiro, estão fazendo à Líbia é o mesmo que foi feito no Paraguai, em circunstâncias e condições de outra época, mas essencialmente a mesma coisa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O índice de pobreza é baixíssimo, o serviço público e gratuito é de qualidade. Não há revolta popular, na Líbia. O que há é o investimento numa oposição fraca e desorganizada, com treinamento, armas, instruções, contratação de homens, um trabalho de serviços secretos, fomentando a derrubada do regime líbio pra mudar sua posição política na direção de favorecer as grandes empresas do império, que já negociam por lá, mas sem as facilidades que gostariam e às quais estão mais que acostumadas, com os limites impostos pela política de Kaddafi. Ele sempre foi uma pedra no sapato dessas mega-empresas, antes atreladas aos Estados mais ricos, agora no comando. Só afrouxou um pouco quando viu o que os Estados Unidos fizeram com o Iraque. Até então, nem negociava com as petroleiras ocidentais, a não ser através da sua estatal. Aí permitiu a entrada delas em operação no território líbio, mas impondo regras e limites. Há pouco tempo, apresentou a proposta de criação de uma moeda única africana, desligada do dólar, na ONU. Alguns países africanos demonstraram interesse e quase aconteceu, teve que rolar movimentação rápida dos poderosos e suas formas de pressionar os Estados via econômica, política ou militar. Os banqueiros internacionais ficaram furiosos e resolveram derrubar Kaddafi, de qualquer maneira. Afinal, são eles quem financia o controle das maiores máquinas de guerra do planeta, sustentando governos em todas as suas instâncias e ditando as políticas dos Estados. A Líbia já era um péssimo exemplo, há muito tempo, e essa foi a gota d’água. As revoltas no mundo árabe, justamente devido à implantação da políticas de geração de lucro e miséria para empresas e povos, respectivamente, levantou a poeira e favoreceu o início do movimento armado, devidamente distorcido pelas mídias.&amp;nbsp;A campanha dos "grandes meios de comunicação"&amp;nbsp;prepara a opinião pública,&amp;nbsp;com pretextos patéticos para uma “guerra humanitária” (absurda contradição, um paradoxo em si),&amp;nbsp;os ataques aéreos, a destruição da infra-estrutura do país&amp;nbsp;e o suporte aos "opositores", ignorando-se as cifras de mortes entre a população civil. Guerra humanitária! Hipocrisia sem limite, isso sim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Paraguai era o país mais independente da América Latina. Recusava os empréstimos oferecidos pelos banqueiros ingleses, apesar da insistência destes em “investimentos em infra-estrutura” que, na verdade, amarrariam o país em dívidas, como estavam amarrados todos os países constituídos na América Latina, menos o Paraguai. Este desenvolvia suas tecnologias dando bolsas de estudos a estudantes paraguaios para que fossem aprender as tecnologias européias em Londres, Paris, onde estivessem. Com isso formou seu parque industrial, garantiu independência econômica e evitou a intromissão nos assuntos do país. Por isso se juntaram Brasil, Uruguai e Argentina para destruir o Paraguai, orquestrados pela Inglaterra. Suas fábricas foram destruídas, os destroços atirados nos rios, 40% da população foi morta, mais de 90% dos homens, as mulheres foram estupradas, muitas raptadas pelos homens dos exércitos e trazidas na viagem de volta, como diversão. Os puteiros das cidades se encheram de paraguaias. O arquivo nacional paraguaio foi roubado e está até hoje no Brasil, sem prazo pra devolução – imagino o que não deve haver ali em revelações escandalosas sobre a própria guerra, suas motivações e conseqüências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, há diferenças brutais, é claro, a Líbia é um país do petróleo, o mundo é muito outro, mas há sempre a semelhança da necessidade de destruir o que não se submete, de apresentar massacres e destruições como necessidades, de conduzir a opinião pública, de alegar pretextos mentirosos para atingir objetivos escondidos. Duas nações pequenas e valentes, que não se curvaram às potências do momento e se tornam vítimas da ambição genocida dos poderosos do mundo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abaixo, trechos de um artigo que recebi ontem, só pra ilustrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #741b47;"&gt;“ONU Constatou em 2007, sob o governo de Kadafi:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #741b47;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #741b47;"&gt;1 - Maior Indice de Desenvolvimento Humano (IDH) da África (até hoje é maior que o do Brasil); &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #741b47;"&gt;2 - Ensino gratuito até a Universidade; &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #741b47;"&gt;3 - 10% dos alunos universitários estudam na Europa, EUA, tudo pago; &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #741b47;"&gt;4 - Ao casar, o casal recebe até U$$50.000 para adquirir seus bens; &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #741b47;"&gt;5 - Sistema médico gratuito, rivalizando com os europeus. Equipamentos de última geração, etc...; &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #741b47;"&gt;6 - Empréstimos pelo banco estatal sem juros; &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #741b47;"&gt;7 - Inaugurado em 2007, maior sistema de irrigação do mundo, vem tornando o deserto (95% da Líbia), em fazendas produtoras de alimentos.; &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #741b47;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #741b47;"&gt;Porque detonar a Líbia então?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #741b47;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #741b47;"&gt;1 -Tomar seu petróleo de boa qualidade e com volume superior a 45 bilhões de barris em reservas; &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #741b47;"&gt;2 - Fazer com que todo mar Mediterrâneo fique sob controle da OTAN. Só falta agora a Síria;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #741b47;"&gt;3 - O Banco Central Líbio não é atrelado ao sistema mundial Financeiro. Atrelá-lo. Suas reservas são toneladas de ouro, dando respaldo ao valor da moeda, o dinar, e desatrelando das flutuações do dólar.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #741b47;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #741b47;"&gt;O sistema financeiro internacional ficou possesso com Kaddafi, após ele propor, e quase conseguir, que os países africanos formassem uma moeda única, sem atrelamento ao dólar.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #741b47;"&gt;A OTAN comandada pelos EUA, já bombardearam as principais cidades Líbias com milhares de bombas e mísseis que são capazes de destruir um quarteirão inteiro. Os prédios e infra estrutura de água, esgoto, gás e luz estão sèriamente danificados; &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #741b47;"&gt;As bombas usadas contem DU (Uranio depletado) tempo de vida 3 bilhões de anos (causa câncer e deformações genéticas);&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #741b47;"&gt;Metade das crianças líbias está traumatizada psicológicamente por causa das explosões que parecem um terremoto e racham as casas;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #741b47;"&gt;Com o bloqueio marítimo e aéreo da OTAN, principalmente as crianças sofrem com a falta de remédios e alimentos;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #741b47;"&gt;A água já não mais é potável em boa parte do país. De novo as crianças são as mais atingidas;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #741b47;"&gt;Cerca de 150.000 pessoas por dia, estão deixando o país através das fronteiras com a Tunísia e o Egito. Vão para o deserto ao relento, sem água nem comida...&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #741b47;"&gt;Se o bombardeio terminasse hoje, cerca de 4 milhões de pessoas estariam precisando de ajuda humanitária para sobreviver: Água e comida.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #741b47;"&gt;De uma população de 6,5 milhões de pessoas.”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dados acima foram retirados de www.globalresearch.ca&lt;br /&gt;Em &lt;a href="http://titaferreira.multiply.com/market/item/1978/1978"&gt;http://titaferreira.multiply.com/market/item/1978/1978&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A libia dispõe de uma Holding de investimentos com valores superiores a 65 bilhões de dólares e estes investimentos estão diversificados em várias partes do mundo. Inclusive no Brasil, na obra de Jirau. &lt;br /&gt;Nome da Holding: Libya Arab Africa Investiment Company (LAAICO)"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.paklibya.com.pk/"&gt;www.paklibya.com.pk/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diversas Fontes:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://rio-negocios.com/do-financial-times-ao-juventus/"&gt;http://rio-negocios.com/do-financial-times-ao-juventus/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.araboo.com/dir/libya-holding-companies"&gt;http://www.araboo.com/dir/libya-holding-companies&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.africa21digital.com/noticia.kmf?cod=10168647&amp;amp;indice=760&amp;amp;canal=402"&gt;http://www.africa21digital.com/noticia.kmf?cod=10168647&amp;amp;indice=760&amp;amp;canal=402&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Helio Pereira &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7792421741724370008-3162068458578108329?l=observareabsorver.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://observareabsorver.blogspot.com/feeds/3162068458578108329/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/06/o-paraguai-africano-ou.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/3162068458578108329'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/3162068458578108329'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/06/o-paraguai-africano-ou.html' title='O “Paraguai” africano'/><author><name>Observar e absorver</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02314866102775937984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-kVY26NUEpvI/TZK1UsnVd2I/AAAAAAAAAuE/qZENa37Ph2w/s220/18%2Bde%2Bmar%25C3%25A7o%2Bde%2B2011%2B025.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7792421741724370008.post-8770072579538792551</id><published>2011-06-30T17:35:00.009-03:00</published><updated>2011-07-05T10:09:47.651-03:00</updated><title type='text'>A Grécia, o mundo e nós com isso</title><content type='html'>&lt;img height="307" src="http://www.cartamaior.com.br/arquivosCartaMaior/FOTO/66/foto_mat_28381.jpg" width="640" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Temos à nossa frente um&amp;nbsp;painel demonstrativo. A estrutura “social” está exposta. Um parlamento cercado pela população em fúria, contida pela polícia, pancadaria, gás lacrimogênio e bala de borracha. Enquanto o sistema de segurança é lançado sobre os cidadãos em geral pacatos, os que se dizem seus “representantes” votam um pacote de medidas legislativas retirando direitos e benefícios sociais, reduções em salários e aposentadorias, por imposição de entidades financeiras mundiais, em nome dos seu lucros. A subjugação de países pelo poder privado está entrando na Europa pela Grécia, o irmão pobre da família européia. Já se estende a outros. Portugal e Espanha estão na linha. Os direitos sociais conquistados pelos povos europeus são retirados com a chegada do neoliberalismo, o controle das empresas sobre os Estados. A população protesta, contida pelas forças de segurança, cada vez mais especializadas na contenção de massas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img height="257" src="http://www.cartamaior.com.br/arquivosCartaMaior/FOTO/66/foto_mat_28411.jpg" width="640" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Stathis Kouvelakis, professor de economia política em Londres, sublinha o simbolismo das imagens de manifestações em frente ao parlamento que têm corrido o mundo. "É o sistema político contra o povo. Existe uma ruptura de legitimidade profunda", declarou o investigador ao diário francês Le Monde.” *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sinais estão aí. Compare-se uma delegacia de crimes contra o patrimônio com uma de homicídios. Em qualquer universidade, a área social é relegada a segundo plano, em beneficio das áreas tecnológicas, ligadas aos interesses empresariais. Os bairros ricos são atendidos, as comunidades pobres são esquecidas, a não ser aquelas exceções escolhidas para servirem como provas do esforço feito para solucionar os problemas, vitrine eleitoral e hipocrisia social. O ensino público é sabotado em todos os sentidos, a saúde pública é caos e barbárie, enquanto não faltam financiamentos para grandes empresas e dinheiro no tal “superávit primário”, na verdade dinheiro pra bancos internacionais, metade do orçamento da união, a pagar os juros de uma dívida que não acaba e carrega o nome de “dívida pública”, apesar do público não entender bem como, quando e onde se fez essa dívida toda, nem o que foi feito com o dinheiro. O patrimônio público, propositalmente mal administrado pra gerar pretexto, foi entregue a grandes empresas, cujo único objetivo é o lucro, apesar das juras publicitárias de amor e boa vontade. O patrimônio e o lucro valem mais do que a vida, estabeleceu-se uma hierarquia onde o valor da vida está atrelado ao valor das coisas, a vida da maioria das pessoas vale muito pouco ou nada, sempre dependendo das&amp;nbsp;posses. Desumanizou-se a sociedade, a vida, os desejos, as visões de mundo. O medo é semeado às mãos cheias, as pessoas atiradas umas contra as outras, em competição permanente e infernal. Não há democracia além da fachada. A sociedade é controlada do escuro, dos bastidores, onde a mídia não vai, pois pertence aos próprios controladores. Os falsos jornalistas mentem, omitem, enganam, distorcem, fabricam uma realidade falsa e incompreensível, atirando culpa às vítimas e enaltecendo vampiros da sociedade e seus funcionários midiáticos, as “celebridades”. O diploma não faz o jornalista de verdade. E a mídia privada, gigante e dominante, emprega os jornalistas da mentira e do entretenimento narcótico, superficializante. Com raríssimas exceções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entorpecidos pelos narcóticos midiáticos, sustentamos o sistema que nos destrói a alma, desinstruídos, desinformados, acreditando em mentiras, enganados sem defesa. Construímos, mantemos e sustentamos as grandes empresas, que controlam o Estado e as políticas públicas em prejuízo da população, enquanto a mídia nos convence de que é isso mesmo, tudo muito natural, político não presta – embora não deixe de existir e atuar na administração da sociedade –, a vida é uma competição desenfreada, qualquer um pode ser um vencedor, com esforço, progresso precisa de destruição, felicidade é consumir, possuir e desfrutar, tudo em excesso, enriquecer é o objetivo da vida, a medida de valor é a riqueza, a ostentação, a arrogância. Sentimentos e emoções são monitorados pela tela, com quadros melodramáticos, novelas, programas de futricas e outras baixarias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando deixarmos de acreditar nessas mentiras e em muitas outras, os elos das correntes que nos escravizam, que nos prendem a uma vida sem sentido, angustiante e frustrante, irão se rompendo, até que desapareçam. E nada, nenhum organismo de repressão ou controle, vai poder impedir o processo. Está em curso. Começa dentro, na alma de cada um, e vai transformando as visões, os comportamentos, os valores, os desejos, os objetivos de vida, as formas de relacionamento e posicionamento, de participação nas coletividades. Transformando os sentimentos, as ações e as reações. Um processo de contágio vibracional se propaga, se&amp;nbsp;multiplica, ainda pouco a pouco, mas em ritmo crescente. Muitos trabalham neste sentido, denunciando pacificamente as mentiras, instruindo, conscientizando, pois somos nós quem constrói, quem mantém, quem sustenta todo esse sistema, alienados, induzidos, enganados, como o burro puxa a carroça tentando alcançar as cenouras na vara, que não alcançará até levar sua carga ao destino morro acima e, às vezes, nem assim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando retirarmos nosso consentimento, deixarmos de perseguir as cenouras, nos recusarmos a competir e formos solidários, a estrutura desmorona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Eduardo Marinho &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Boletim Carta Maior, 30 de junho de 2011 &lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=17994&amp;amp;boletim_id=950&amp;amp;componente_id=15358"&gt;http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=17994&amp;amp;boletim_id=950&amp;amp;componente_id=15358&lt;/a&gt;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7792421741724370008-8770072579538792551?l=observareabsorver.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://observareabsorver.blogspot.com/feeds/8770072579538792551/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/06/olha-pra-ver.html#comment-form' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/8770072579538792551'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/8770072579538792551'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/06/olha-pra-ver.html' title='A Grécia, o mundo e nós com isso'/><author><name>Observar e absorver</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02314866102775937984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-kVY26NUEpvI/TZK1UsnVd2I/AAAAAAAAAuE/qZENa37Ph2w/s220/18%2Bde%2Bmar%25C3%25A7o%2Bde%2B2011%2B025.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7792421741724370008.post-3397074036770476559</id><published>2011-06-07T13:01:00.001-03:00</published><updated>2011-06-07T13:02:42.540-03:00</updated><title type='text'>O Estado não pode lavar as mãos diante de mortes anunciadas (mas lava, na cara de pau)</title><content type='html'>Publicado em 30.05.2011 - por CPT&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Coordenação Nacional da Comissão Pastoral da Terra (CPT) reputa como muito estranhas as afirmativas de representantes da Secretaria Estadual de Segurança Pública do Pará, do Ibama e do Incra que disseram no dia 25 de maio desconhecer as ameaças de morte sofridas pelos trabalhadores José Claudio Ribeiro da Silva e Maria do Espírito Santo da Silva, assassinados a mando de madeireiros no dia 24, em Nova Ipixuna (PA). O ouvidor agrário nacional, Gercino José da Silva Filho, chegou a afirmar que o casal não constava de nenhuma relação de ameaçados em conflitos agrários, elaborada pela Ouvidoria ou pela Comissão Nacional de Combate à Violência no Campo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A CPT, que desde 1985 presta um serviço à sociedade brasileira registrando e divulgando um relatório anual dos conflitos no campo e das violências sofridas pelos trabalhadores e trabalhadoras, com destaque para os assassinatos e ameaças de morte, desde 2001 registrou entre os ameaçados de morte o nome de José Claudio. Seu nome aparece nos relatórios de 2001, 2002 e 2009. E nos relatórios de 2004, 2005 e 2010 constam o nome dele e de sua esposa, Maria do Espírito Santo. Pela sua metodologia, a CPT registra a cada ano só as ocorrências de novas ameaças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também o nome de Adelino Ramos, assassinado no dia 27 de maio, em Vista Alegre do Abunã, Rondônia, constou da lista de ameaçados de 2008. Em 22 de julho de 2010, o senhor Adelino participou de audiência, em Manaus, com o Ouvidor Agrário Nacional, Dr. Gercino Filho, e a Comissão de Combate à Violência e Conflitos no Campo e denunciou as ameaças que vinha sofrendo constantemente, inclusive citando nomes dos responsáveis pelas ameaças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 29 de abril de 2010, a CPT entregou ao ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, os dados dos Conflitos e da Violência no Campo, compilados nos relatórios anuais divulgados pela pastoral desde 1985. Um dos documentos entregue foi a relação de Assassinatos e Julgamentos de 1985 a 2009. Até 2010, foram assassinadas 1580 pessoas, em 1186 ocorrências. Destas somente 91 foram a julgamento com a condenação de apenas 21 mandantes e 73 executores. Dos mandantes condenados somente Vitalmiro Bastos de Moura, o Bida, acusado de ser um dos mandantes do assassinato de Irmã Dorothy Stang, continua preso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mortes no campo podem se intitular de Crônicas de mortes anunciadas. De 2000 a 2011, a CPT tem registrado em seu banco de dados ameaças de morte no campo, contra 1.855 pessoas. De 207 pessoas há o registro de terem sofrido mais de uma ameaça. E destas, 42 foram assassinadas e outras 30 sofreram tentativas de assassinato. 102 pessoas, das 207, foram ou são lideranças e 27 religiosos ou agentes de pastoral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que se assiste em nosso país é uma contra-reforma agrária e é uma falácia o tal desmatamento zero. O poder do latifúndio, travestido hoje de agronegócio, impõe suas regras afrontando o direito dos posseiros, pequenos agricultores, comunidades quilombolas e indígenas e outras categorias camponesas. Também avança sobre reservas ambientais e reservas extrativistas. O apoio, incentivo e financiamento do Estado ao agronegócio, o fortalece para seguir adiante, acobertado pelo discurso do desenvolvimento econômico que nada mais é do que a negação dos direitos fundamentais da pessoa, do meio ambiente e da natureza. Isso ficou explícito durante a votação do novo Código Florestal que melhor poderia se denominar de Código do Desmatamento. Além de flexibilizar as leis, a repugnante atitude dos deputados ruralistas, que vaiaram o anúncio da morte do casal, vem reafirmar que o interesse do grupo está em garantir o avanço do capital sobre as florestas, pouco se importando com as diferentes formas de vida que elas sustentam e muito menos com a vida de quem as defende. A violência no campo é alimentada, sobretudo, pela impunidade, como se pode concluir dos números dos assassinatos e julgamentos. O poder judiciário, sempre ágil para atender os reclamos do agronegócio, mostra-se pouco ou nada interessado quando as vítimas são os trabalhadores e trabalhadoras do campo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A morte é uma decorrência do modelo de exploração econômica que se implanta a ferro e fogo. Os que tentam se opor a este modelo devem ser cooptados por migalhas ou promessas, como ocorre em Belo Monte, silenciados ou eliminados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Coordenação Nacional da CPT vê que na Amazônia matar e desmatar andam juntos. Por isso exige uma ação forte e eficaz do governo, reconhecendo e titulando os territórios das populações e comunidades amazônidas, estabelecendo limites à ação das madeireiras e empresas do agronegócio em sua voracidade sobre os bens da natureza. Também exige do judiciário medidas concretas que ponham um fim à impunidade no campo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Goiânia, 30 de maio de 2011.&lt;br /&gt;A Coordenação Nacional da CPT&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7792421741724370008-3397074036770476559?l=observareabsorver.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://observareabsorver.blogspot.com/feeds/3397074036770476559/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/06/o-estado-nao-pode-lavar-as-maos-diante.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/3397074036770476559'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/3397074036770476559'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/06/o-estado-nao-pode-lavar-as-maos-diante.html' title='O Estado não pode lavar as mãos diante de mortes anunciadas (mas lava, na cara de pau)'/><author><name>Observar e absorver</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02314866102775937984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-kVY26NUEpvI/TZK1UsnVd2I/AAAAAAAAAuE/qZENa37Ph2w/s220/18%2Bde%2Bmar%25C3%25A7o%2Bde%2B2011%2B025.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7792421741724370008.post-3298487606789644199</id><published>2011-05-27T12:43:00.000-03:00</published><updated>2011-05-27T12:43:17.227-03:00</updated><title type='text'>Realengo – a farsa da mídia</title><content type='html'>&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Agora que o assunto esfriou na mídia e os ânimos serenaram, pode se perceber os sinais de farsa, por trás da tragédia de Realengo. Uma farsa no comportamento da própria mídia privada, em suas distorções e omissões deliberadas.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A facilidade de acesso a instruções sobre armas, atentados e diversos conhecimentos bélicos através da net, por exemplo, as escandalosas estatísticas sobre o número de armas legais que cai nas mãos da bandidagem comum ou fardada (inegável parcela das polícias pode ser chamada assim), além do tráfico de armas do exterior, o que faz o mercado ilegal de armas farto e facilita o acesso, nada disso é mencionado. Haveria o dedo da indústria de armamentos, por trás deste silêncio? Ou dos empresários do tráfico, os donos de verdade, que possuem empresas para a lavagem do dinheiro e circulam tranqüilos, nos altos círculos sociais, políticos e financeiros, alheios às operações de fachada da chamada “guerra ao tráfico”?&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O fato de Wellington, o assassino suicida, ter sido vítima de massacres psicológicos e físicos durante os anos da infância e adolescência, por seu temperamento arredio, introspectivo e tímido, entre a exclusão, o deboche, os espancamentos e as humilhações – várias vezes, nos banheiros, sua cabeça foi enfiada em vasos sanitários com a descarga acionada – não foi levantado, passou por uma menção superficial. Transformado em vítima da coletividade, teve diagnosticada esquizofrenia, mas não teve tratamento nem acompanhamento. O mesmo Estado que o diagnosticou lhe negou acesso a assistência.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O questionamento da precariedade dos serviços básicos, obrigação do Estado, na educação e na saúde, no caso, é proibido na mídia. Trata-se de “custo social”, expressão mentirosa que traz embutida a idéia de contenção, restrição, senão a eliminação de tais “custos”(na verdade, investimentos com alto retorno social), pra que o tal superávit primário seja oferecido aos bancos internacionais para o pagamento dos juros de uma dívida “pública” que não acaba e os bancos estatais invistam nas empresas privadas, ao custo da ignorância, da inconsciência e do sofrimento de uma enorme parcela da população – onde vivem os mais necessários e desprezados da sociedade.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;A cobertura repulsiva da mídia privada também omite o chamado a Jesus, na carta deixada por Wellington, onde explica os porquês de sua atitude desarvorada. Com todas as expressões de fanatismo religioso, o assassino foi ligado ao islã, o tronco religioso predominante na área com maior concentração de petróleo do planeta, e a frase em que afirma sua crença de que Jesus, em pessoa, o virá buscar foi retirada na publicação do texto. Uma atitude criminosa, comum à mídia privada nos países comandados direta ou indiretamente por interesses empresariais, na preparação da opinião pública “mundial” para aceitar – e mesmo apoiar – a intervenção e subjugação desses territórios “bárbaros” e qualhados de terroristas pela civilização cristã ocidental, representada pelos mísseis da OTAN, pelas forças de operações especiais, pelos bombardeios “humanitários”, pelos exércitos invasores que precedem as grandes empresas – petroleiras, de (re)construção, de segurança privada (os mercenários) – e a imposição de democracias fantoches – está ficando difícil sustentar as ditaduras “amigas”, atualmente – nas mãos do império corporativo americano e seu satélites europeus, remanescentes de antigos colonialismos. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Governos, hoje, representam empresas, não povos. Constituições são ignoradas. Estados não cumprem sua lei maior e são transformados em criminosos contra seus povos, negando-lhes os direitos básicos para oferecer privilégios às minorias dominantes.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A ideologia do egoísmo, da competição constante e desenfreada, implantada na educação de crianças, jovens e adolescentes em todo o sistema de educação – onde o ensino público, próximo à barbárie, não merece o nome – transforma a vida numa arena de todos contra todos. Prepara competidores para o mercado de trabalho, onde o prêmio aos poucos “vencedores” é o maior acesso ao mercado de consumo. Não interessa formar seres humanos para se integrarem numa sociedade voltada ao bem estar de todos os seus componentes. A estrutura social se baseia na exclusão, na ignorância, na alienação e na exploração da esmagadora maioria da população.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Cada vez mais se percebe o papel da mídia privada na manutenção dessa estrutura torta, mentindo, distorcendo, induzindo, pressionando. É preciso desacreditar a indústria da desinformação, é preciso tomar o espaço público das comunicações do controle privado, é preciso pulverizar e popularizar o chamado espectro magnético, é preciso respeitar e incentivar a criação de TVs, rádios, revistas e jornais populares, de bairros, associações, sindicatos, movimentos sociais, comunidades, em todas as cidades e regiões. Não só do país, mas da América Latina e do mundo. É preciso tomar consciência e parar de acreditar nas mentiras que nos acorrentam, jorrando da publicidade massiva, em todas as partes, revistas, jornais, rádios e das televisões em nossas salas, criando visões de mundo e valores falsos, desejos de consumos impossíveis, objetivos de vida frustrantes e interpretações distorcidas da realidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eduardo Marinho, 27 de maio de 2011.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7792421741724370008-3298487606789644199?l=observareabsorver.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://observareabsorver.blogspot.com/feeds/3298487606789644199/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/05/realengo-farsa-da-midia.html#comment-form' title='16 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/3298487606789644199'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/3298487606789644199'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/05/realengo-farsa-da-midia.html' title='Realengo – a farsa da mídia'/><author><name>Observar e absorver</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02314866102775937984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-kVY26NUEpvI/TZK1UsnVd2I/AAAAAAAAAuE/qZENa37Ph2w/s220/18%2Bde%2Bmar%25C3%25A7o%2Bde%2B2011%2B025.jpg'/></author><thr:total>16</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7792421741724370008.post-4875110503726685844</id><published>2011-05-09T00:22:00.003-03:00</published><updated>2011-06-17T14:54:20.773-03:00</updated><title type='text'>Flaskô, um exemplo a ser divulgado</title><content type='html'>A fábrica acumulava dívidas. Impostos, previdência, fundo de garantia dos trabalhadores, anos de dívidas, para sustentar o luxo dos patrões, iates, mansões, excessos. No limite da situação, o procedimento padrão. Declara-se falência, despede-se os funcionários, fecha-se a fábrica, rola-se na justiça a perder de vista, muda-se de lugar e abre-se outro negócio, pra novo ciclo de mais do mesmo. Os demitidos que se danem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Flaskô, os funcionários impediram esse procedimento, quebrando os cadeados, entrando e pondo a fábrica pra funcionar. Sem os patrões, começaram a pagar as dívidas da fábrica, melhoraram o ambiente de trabalho, diminuíram a carga horária, aumentando a produção, e fizeram benfeitorias que jamais seriam feitas sob controle daqueles que se julgam seres humanos superiores (fazendo o enorme favor de permitir aos operários serem explorados até o talo, com salários insuficientes, condições de trabalho exaustivas e nenhum benefício, além de não pagarem as taxas, impostos e outros, devidos por lei). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que a mídia omitiu o fato. Seria um péssimo exemplo para a massa trabalhadora, um precedente perigoso aos patrões - que controlam a mídia -, uma prova de como os patrões são, não só desnecessários, mas obstáculos ao funcionamento das empresas, no que diz respeito à qualidade de vida dos funcionários, para criar condições de luxo, excessos, ostentações e desperdícios para os donos, à custa da exploração da coletividade. O sistema foi atirado para cima desses "subversivos", a polícia federal invadiu a área, prendeu os integrantes da comissão da fábrica, mas nada adiantou. Os operários conseguiram passar por tudo e a fábrica continua a pleno vapor. Um exemplo a ser divulgado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços a todos, &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eduardo. &amp;gt;&amp;gt;&amp;gt; http://observareabsorver.blogspot.com/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalhadores organizados da Flaskô lançam manifesto por apoio ao movimento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6/5/2011 11:45, Por Redação - de Sumaré, SP &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os trabalhadores da Flaskô vivem uma democracia operária&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os trabalhadores da indústria Flaskô completam, em 12 de junho, oito anos de ocupação e controle operário da fábrica. Diante da crise mundial do capitalismo e a decisão dos patrões de fechar a fábrica, os trabalhadores organizaram-se para manter a atividade econômica e conservar os empregos. Ao ocupar a fábrica e tomar seu controle administrativo e operacional, os funcionários da companhia deram início a uma experiência inovadora no país.Sem o patrão e a partir do controle operário, da democracia operária, desde a ocupação foi reduzida a jornada de trabalho para 30 horas semanais, sem redução nos salários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O coletivo operário, em conjunto com famílias da região, ocupou o terreno no entorno das instalações fabrís e constroem, atualmente, a Vila Operária e Popular com moradia para mais de 560 famílias. Sem a presença do industrial no comando, os operários e as operárias reativaram um galpão abandonado e iniciaram o projeto Fábrica de Cultura e Esporte, com teatro, cinema, judô, futebol, balé e dança. Além de cursos e atividades de formação. Desde o início os operários defenderam a estatização da fábrica sob controle dos trabalhadores diante das dívidas dos patrões com o Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde o inicio, o movimento se somou à luta do conjunto da classe trabalhadora e passou a defender a reforma agrária, ao lado dos trabalhadores do campo, e pela luta por moradias, na reforma urbana, ao lado dos trabalhadores sem-teto; além de contribuir na luta contra os patrões em dezenas e dezenas de fábricas. Da mesma forma, os trabalhadores da Flaskô manifestam-se favoráveis a que serviços públicos, como saúde, educação, transporte e segurança sejam estatizados e levados à totalidade da população brasileira. Lutaram desde o inicio pela reestatização das ferrovias, junto aos ferroviários, pela reestatização da Vale do Rio Doce e da Embraer e por uma Petrobrás 100% estatal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O movimento organizado da Flaskô uniu-se ao Movimento das Fábricas Ocupadas em conjunto com os operários da Cipla e Interfibra 8, nas caravanas a Brasília para exigir a estatização daquelas plantas industriais. Assim, organizaram conferências, seminários, encontros nacionais e internacionais, além de manifestações por todo o país, para discutir com a sociedade brasileira as alternativas ao atual modelo econômico. Atualmente, desenvolvem campanha para que a Prefeitura de Sumaré (SP) declare a Fábrica e toda a área em volta como de Interesse Social, um passo decisivo no caminho da desapropriação das propriedades para a sua definitiva estatização, sob o controle dos trabalhadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta sexta-feira, o movimento convocou todas as organizações operárias, estudantis, sindicatos, partidos e organizações políticas e personalidades a ajudar na luta dos trabalhadores daquela indústria, para que consigam seguir adiante até alcançar seu objetivo, na Declaração de Interesse Social da Flaskô, que permitirá regularização de 560 moradias na Vila Operária e a transformação da Fábrica de Cultura e Esportes num verdadeiro centro cultural e esportivo público. No endereço http://fabricasocupadas.org.br/site/?page_id=1469 pode ser assinado o manifesto em apoio à fábrica ocupada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;Mais sobre a Flaskô - &lt;a href="http://rebococaido.blogspot.com/2011/05/canal-tv-flasko.html"&gt;http://rebococaido.blogspot.com/2011/05/canal-tv-flasko.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;a href="http://miseriahq.blogspot.com/search/label/FLASK%C3%94"&gt;http://miseriahq.blogspot.com/search/label/FLASK%C3%94&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7792421741724370008-4875110503726685844?l=observareabsorver.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://observareabsorver.blogspot.com/feeds/4875110503726685844/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/05/flasko-um-exemplo-ser-divulgado.html#comment-form' title='15 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/4875110503726685844'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/4875110503726685844'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/05/flasko-um-exemplo-ser-divulgado.html' title='Flaskô, um exemplo a ser divulgado'/><author><name>Observar e absorver</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02314866102775937984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-kVY26NUEpvI/TZK1UsnVd2I/AAAAAAAAAuE/qZENa37Ph2w/s220/18%2Bde%2Bmar%25C3%25A7o%2Bde%2B2011%2B025.jpg'/></author><thr:total>15</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7792421741724370008.post-6572003146602364446</id><published>2011-05-03T12:09:00.009-03:00</published><updated>2011-06-06T18:57:19.273-03:00</updated><title type='text'>Mentiras e crimes midiáticos</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Dez guerras, dez mentiras&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Vietnã (1964-1975)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mentira midiática: Nos dias 2 e 3 de agosto o Vietnã do Norte teria atacado dois barcos dos Estados Unidos na baía de Tonkin.&lt;br /&gt;O que se saberá mais tarde: Esse ataque não aconteceu. Foi uma invenção da Casa Branca.&lt;br /&gt;Verdadeiro objetivo: Impedir a independência de Vietnã e manter o domínio dos Estados Unidos na região&lt;br /&gt;Conseqüências: Milhões de vítimas, malformações genéticas (agente laranja), enormes problemas sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Granada (1983)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mentira midiática:: A pequena ilha do Caribe foi acusada de que nela se construía uma base militar soviética e de trazer perigo à vida de médicos americanos.&lt;br /&gt;O que se saberá mais tarde: Absolutamente falso. O Presidente Reagan inventou esses pretextos.&lt;br /&gt;Verdadeiro objetivo: Impedir as reformas sociais e democráticas do premiê Bishop (depois assassinado)&lt;br /&gt;Conseqüências: Brutal repressão e restabelecimento da tutela de Washington.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Panamá (1989)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mentira midiática: A invasão tinha o objetivo de prender o presidente Noriega por tráfico de drogas.&lt;br /&gt;O que se saberá mais tarde: Formado pela CIA o presidente Noriega reclamava a soberania ao fim do acordo do canal, o que era intolerável para os Estados Unidos.&lt;br /&gt;Verdadeiro objetivo: Manter o controle dos Estados Unidos sobre essa estratégica via de comunicação.&lt;br /&gt;Conseqüências: Os bombardeios dos Estados Unidos mataram entre 2 e 4 mil civis, ignorados pelos meios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) Iraque (1991)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mentira midiática: Os iraquianos teriam destruído parte da maternidade da cidade de Kuwait.&lt;br /&gt;O que se saberá mais tarde: Invenção total da agência publicitária Hill e Knowlton, paga pelo emir de Kuwait.&lt;br /&gt;Verdadeiro objetivo: Impedir que o Oriente Médio resista a Israel e se comporte com independência em relação aos Estados Unidos.&lt;br /&gt;Conseqüências: Inumeráveis vítimas da guerra, depois um longo embargo, inclusive de medicamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5) Somália (1993)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mentira midiática: O senhor Kouchner aparece na cena como herói de uma intervenção humanitária.&lt;br /&gt;O que se saberá mais tarde: Quatro sociedades americanas tinham comprado uma quarta parte do subsolo somali, rico em petróleo.&lt;br /&gt;Verdadeiro objetivo: Controlar uma região militarmente estratégica.&lt;br /&gt;Conseqüências: Não conseguindo controlar a região os Estados Unidos a manterão num prolongado caos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6) Bósnia (1992-1995)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mentira midiática: A empresa americana Ruder Finn e Bernard Kouchner divulga a existência de campos de extermínio sérvios.&lt;br /&gt;O que se saberá mais tarde: Ruder Finn e Kouchner mentiram. Eram apenas campos de prisioneiros. O presidente muçulmano Izetbegovic o admitiu.&lt;br /&gt;Verdadeiro objetivo: Quebrar uma Iugoslávia demasiado esquerdista, eliminar seu sistema social, submeter a zona às multinacionais, controlar o Danúbio e as estratégicas rotas dos Bálcãs.&lt;br /&gt;Conseqüências: Quatro atrozes anos de guerra para todas as nacionalidades (muçulmanos, sérvios, croatas). Provocada por Berlin, prolongada por Washington. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7) Iugoslávia (1999)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mentira midiática: Os sérvios cometem um genocídio contra os albaneses do Kosovo.&lt;br /&gt;O que se saberá mais tarde: Pura e simples invenção da OTAN como o reconheceu Jaime Shea, seu porta-voz oficial.&lt;br /&gt;Verdadeiro objetivo: Impor o domínio da OTAN nos Bálcãs e sua transformação em polícia do mundo. Instalar uma base militar americana no Kosovo.&lt;br /&gt;Conseqüências: Duas mil vítimas dos bombardeios da OTAN. Limpeza étnica de Kosovo pelo UCK, protegido pela OTAN.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8) Afeganistão (2001)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mentira midiática: Bush pretende vingar o 11 de setembro e capturar Bin Laden&lt;br /&gt;O que se saberá mais tarde: Não existe nenhuma prova da existência dessa rede. Além disso, os talibãs tinham proposto extraditar Bin Laden.&lt;br /&gt;Verdadeiro objetivo: Controlar militarmente o centro estratégico da Ásia, construir um oleoduto que permitisse controlar o abastecimento energético do sul da Ásia.&lt;br /&gt;Conseqüências: Ocupação extremamente prolongada e grande aumento da produção e tráfico de ópio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9) Iraque (2003)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mentira midiática:: Saddam teria perigosas armas de destruição, afirmou Colin Powell nas Nações Unidas, mostrando provas.&lt;br /&gt;O que se saberá mais tarde: A Casa Branca ordenou falsificar esses relatórios (assunto Libby) ou fabricá-los.&lt;br /&gt;Verdadeiro objetivo: Controlar todo o petróleo e chantagear seus rivais; Europa, Japão, China…&lt;br /&gt;Conseqüências: Iraque submerso na barbárie, as mulheres devolvidas à submissão e ao obscurantismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10) Venezuela – Equador (2008?)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mentira midiática: Chávez apoiaria o terrorismo, importaria armas, seria um ditador&amp;nbsp;(depois do golpe fracassado, a razão definitiva ficou meio vaga).&lt;br /&gt;Verdadeiro objetivo: As multinacionais querem seguir com o controle petroleiro e de outras riquezas de toda América Latina, temem a libertação social e democrática do continente.&lt;br /&gt;Conseqüências: Washington empreende uma guerra global contra o continente: golpes de estado, sabotagens econômicas, chantagens, estabelecimento de bases militares próximas às riquezas naturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte - Blog do Mello blogdomello.blogspot.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Agora é por minha conta.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manifestação pelas eleições diretas lota o centro de São Paulo. A mídia diz que é a comemoração do aniversário da cidade. Motivo: medo da "democracia" planejada se descontrolar e abrir espaço pras denúncias do sem número de crimes cometidos pelas instituições contra a população.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terremoto no Haiti. A primeira "ajuda" oficial chega no dia seguinte, dos Estados Unidos. Não traz remédios nem médicos, mas soldados, armas, tanques, navios de guerra e aviões de combate, numa mobilização militar que demorou, com certeza, meses sendo preparada. Desconfia-se do Projeto Haarp, a mídia ridiculariza. &lt;br /&gt;A Venezuela havia acertado com Cuba a instalação de um cabo submarino para internet banda larga chegar à ilha, boicotada há 50 anos pelo bloqueio criminoso que pretendia sufocar a economia de Cuba. Esta, mesmo sacrificada, manteve as empresas multinacionais fora da sua área e não permitiu a lavagem cerebral que é especialidade da publicidade comercial. O Haiti fica entre Cuba e Venezuela, eixo de resistência ao controle de grandes empresas sobre os Estados submetidos. Os USA, império das corporações, não se conforma e acusa o "eixo do mal" latinoamericano.&lt;br /&gt;Médicos e enfermeiros cubanos já estavam no Haiti havia muito tempo e recebem reforços depois do terremoto, via marítima. A mídia não divulga. Aviões com ajuda humanitária vindos da Europa reclamam não poder aterrissar no aeroporto de Porto Príncipe, tomado pelas movimentações militares dos Estados Unidos. São obrigados a pousar na República Dominicana e seguir por terra. O general brasileiro comandante da MINUSTAH (embolação militar de vários países instalada no&amp;nbsp;Haiti, depois do presidente eleito, Jean Bertrand Aristide, ser seqüestrado pelos marines e levado à África do Sul, sob o protesto em massa dos haitianos, que precisaram ser reprimidos com violência militar), reclama do desrespeito "americano", chegando sem aviso e se espalhando sem dar a menor satisfação. Não entendo a estranheza, a quarta frota desfila pelo nosso litoral, nos vigiando em nome do ambicionado pré-sal petroleiro.&amp;nbsp;A mídia não deu nada disso e quando deu, foi distorcido em mentiras descaradas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prefeito do Rio, eleito por campanha milionária financiada em grande parte por construtoras, assume com a notícia da remoção de 199 comunidades pobres, "para salvá-las dos riscos de desabamentos". As comunidades protestam em desespero. As áreas apontadas são todas de recente valorização imobiliária. A mídia apóia e comemora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a campanha presidencial, a mídia levanta e martela o tema aborto. O assunto é da alçada do congresso, sem nada a ver com a presidência. Mas serve à tentativa de levantar a campanha do&amp;nbsp;Serra, candidato das oligarquias mais conservadoras, mais tiranas e anti-população. É um desvio dos assuntos mais importantes, mas fracassa. A mídia silencia e se adequa. Dilma vai à Ana Maria Braga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A conferência nacional de comunicações passa batido, no ano passado. Acompanho algumas movimentações, os representantes da mídia privada comparecem para atravancar o processo, e conseguem. Visito o blog da conferência e fico constrangido. Pouco mais de vinte seguidores. O assunto é de interesse nacional, a pulverização do espectro magnético é fundamental pra acabar com a ditadura midiática e levantar discussões relevantes e informações mais próximas da realidade à população, abrir espaço pra comunicação do povo brasileiro nas comunidades, bairros, sindicatos, escolas e outros grupos. Os enviados da mídia privada atravancam tudo o que podem, com sucesso. O noticiário não noticia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mídia histérica saltita em torno da CPI dos "cartões corporativos", denunciando o mau uso das verbas públicas pelos membros do governo do PT, somando um montante de 260 milhões de reais. São dois meses de martelação, todos os dias, várias vezes. Ao mesmo tempo é instaurada a CPI da dívida pública, criada e aumentada de forma suspeita e nunca auditada. Em todos os lugares do mundo onde houve auditoria de dívida pública, houve comprovação de fraude e a dívida foi tremendamente reduzida, inclusive no Brasil, na época de Getúlio Vargas.&amp;nbsp;Por isso&amp;nbsp;as forças econômicas mundiais e locais se levantaram, a&amp;nbsp;mídia fechou o cerco em cima dele e tantas pressões se levantaram que, na iminência de um golpe de Estado, ele se suicidou, desfazendo as condições para tal golpe, que ficou na estufa por dez anos, até estourar em 64. A CPI da dívida pública tratava de um montante de 26 &lt;strong&gt;bi&lt;/strong&gt;lhões de reais. A mídia não deu nada. Dessa CPI, não se tomou conhecimento. Foi a óbito silenciosamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As comunidades do Complexo do Alemão são ocupadas por tropas armadas do Exército, da Marinha e das polícias, militar, civil e federal. A mídia exulta com a "reconquista" desse território abandonado desde sempre, que só recebe alguma coisa em véspera de eleições, em troca de votos. Centenas de soldados do tráfico são vistos fugindo por uma estrada que liga a Vila Cruzeiro ao Morro do Alemão. Uma operação dessa envergadura é feita com planejamento minucioso sobre um mapa detalhado da área, conhece-se de antemão todas as possíveis rotas de fuga. O general comandante reconhece a "falha". Na verdade, não havia como levar tantos presos ao sistema carcerário já superlotado. Os bandidos somem nos esgotos, fogem em bandos, roubam carros. Um morador avisa que um carro da polícia da região dos lagos deu fuga a vários "oficiais" do tráfico. Outro denuncia uma caminhonete que descarregou armamento pesado para o tráfico, durante o conflito. Morros em Niterói que nunca tiveram tráfico começam a ter. Macaé explode em criminalidade, encabeçando o aumendo de toda região dos lagos. A mídia dá por encerrado o conflito no Alemão, enquanto a Angutv, do Raízes em Movimento, na subida do Morro do Alemão, anuncia estar havendo tiroteio naquele momento, próximo ao centro cultural. Policiais espancam moradores, invadem suas casas, esvaziam suas geladeiras, levam seus pertences, seu dinheiro, matam "por engano"(ops, foi mal), jogam corpos aos porcos. A mídia comemora, o mercado imobiliário exulta, milícias avisam aos moto-táxis que eles vão ter que pagar pedágio pra circular no complexo. Uma facção criminosa&amp;nbsp;é expulsa - pois se recusou a pagar aluguel de favela pra milícia. Outra ocupará o seu lugar, topou a parada e já paga o aluguel de algumas favelas, onde trafica sob a proteção e o comando&amp;nbsp;de milícia. A mídia "não sabe" de nada disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os exemplos são infinitos, paro pra não encher demais o espaço. O fato da mídia privada cometer e apoiar tantos crimes contra a população, o Estado, os recursos naturais, o direito de informação, etc, e não acontecer nada com ela é sinal de que está mancomunada com o real poder, acima das instituições do país, o poder econômico mundial de bancos e&amp;nbsp;indústrias corporativas do "primeiro mundo", suas sucursais e aliados&amp;nbsp;locais, que nos tratam, aos povos do "terceiro mundo", como mão de obra escrava, massa de manobra e lixo (qual seria o "segundo mundo"?) Essa subordinação dos "nossos" poderes precisa ser vista pra ser trabalhada e debelada, pra acabar com a indignidade da miséria e da ignorância. A subalternidade cultural das classes médias é um fator paralisante. Até mesmo os que se dizem "revolucionários" são seguidores de idéias européias, como se apenas do continente que levou o genocídio, a exploração, as doenças, o roubo dos recursos, a miséria estrutural a todos os outros continentes pudesse vir a revolução dos povos. É de chorar, mas eu fico no riso amargo e faço meu trabalho. Para gerações ainda vindouras e as exceções da atualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém denuncia a mídia privada. E ainda se acredita nela. Até quando, divindade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-RmegkarQkb8/TcBB9K_zUtI/AAAAAAAAA18/6gS7m_IrUIc/s1600/Pen%25C3%25A7%25C3%25A1+001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="180" j8="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-RmegkarQkb8/TcBB9K_zUtI/AAAAAAAAA18/6gS7m_IrUIc/s400/Pen%25C3%25A7%25C3%25A1+001.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7792421741724370008-6572003146602364446?l=observareabsorver.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://observareabsorver.blogspot.com/feeds/6572003146602364446/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/05/mentiras-e-crimes-midiaticos.html#comment-form' title='28 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/6572003146602364446'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7792421741724370008/posts/default/6572003146602364446'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://observareabsorver.blogspot.com/2011/05/mentiras-e-crimes-midiaticos.html' title='Mentiras e crimes midiáticos'/><author><name>Observar e absorver</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02314866102775937984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-kVY26NUEpvI/TZK1UsnVd2I/AAAAAAAAAuE/qZENa37Ph2w/s220/18%2Bde%2Bmar%25C3%25A7o%2Bde%2B2011%2B025.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-RmegkarQkb8/TcBB9K_zUtI/AAAAAAAAA18/6gS7m_IrUIc/s72-c/Pen%25C3%25A7%25C3%25A1+001.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>28</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7792421741724370008.post-7665981646276691292</id><published>2011-04-07T14:48:00.002-03:00</published><updated>2011-04-07T14:56:18.713-03:00</updated><title type='text'>"Uma breve noção da dimensão humana" ou "o ridículo do orgulho e da superioridade"</title><content type='html'>&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="295" src="http://www.youtube.com/embed/P3NpHryB-fQ?fs=1" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cara dá bem a nossa dimensão humana. E demonstra a pequeneza do pensamento convencional, o ridículo do sentimento de superioridade, o primarismo do preconceito e a precariedade d
