sexta-feira, 23 de março de 2018

Exposição em Valadares

Chegamos no meio da tarde e fomos ficando, a kombi estacionada num espaço de quatro vagas, com uma placa de "veículos oficiais". Parei ali pensando em tirar se fosse preciso, mas coloquei os painéis em volta da viatura, com dois numa árvore próxima. Era dia de feirinha, os expositores começavam a chegar, algumas barracas já estavam montadas. Logo chegou Cláudia, presidente da feira há vinte e tantos anos, simpática e comunicativa, conversamos um pouco e me senti bem vindo. Então chegou Zazá e a mesa foi posta com livrinhos, fanzines e quadrinhos, servindo ainda de apoio pros mostruários de ímãs. Ailton chegou e papeamos praticamente o resto da tarde. Várias pessoas chegaram, vários papos rolaram, tava escuro quando Ailton se despediu. Bueno, se despediu em termos, porque depois que ele foi embora, lembrou de que era fotógrafo e voltou. As fotos são todas dele. Fomos os últimos a sair da praça, fora algumas barracas de comidas e bebidas.








Tava mesmo precisando vender, e deu o suficiente pra seguir, talvez até Regência. Mas há possibilidades de vendas pelo caminho, não muitas, mas algumas já dão pra ir adiante. Espero que Vitória dê uma salvada, porque preciso chegar pra saldar dívidas ainda, no Rio. Sem crise, tá tudo no sossego. O motor tá ótimo, os sistemas funcionam, tem mercadoria pra expor, comida pra comer e combustível pra seguir viagem. O resto se vê.

4 comentários:

  1. Boaaaa, queria te a honra de está presente em qualquer lugar desse mundo ao seu lado Eduardo, eu tenho 17 anos e sim, você mudou minha vida!!!!! Vamos nos ver qualquer dia irmão, sou da região dos lagos- Rio das Ostras. abraço

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  2. Espero sinceramente Eduardo que entre essas dúvidas que você precisa saldar no Rio esteja minha camiseta comprada em novembro e não recebida até hoje. Paguei à Camila Paixão, cobrei o Hare Brasil e você também e fui ignorado por todos. Desagradável isso não acha?

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  3. Sou Gilmar,vc conseguiu responde várias,angústia, lembrei da minha comunidade ,onde sempre fui feliz, onde minha , mãe fazia café pra vizinha toma cafe,um povo solidario,que quando outro estava Com dificuldade,todos se solidarizava

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